<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224</id><updated>2012-01-29T18:18:58.025-03:00</updated><category term='Tempo'/><category term='Existenciaslismo'/><category term='Conto'/><category term='Casamento'/><category term='Sarau'/><category term='Crônica'/><category term='Relacionamentos.'/><category term='Saudade'/><category term='Felicidade'/><category term='Ficção'/><category term='Escola'/><category term='Sonho'/><category term='Rubem Alves'/><category term='Crianças'/><category term='Tirinhas'/><category term='Poesia'/><category term='Leitura'/><category term='Ciência'/><category term='vida'/><category term='Aniversário'/><category term='Resumo'/><category term='Frases'/><category term='Selo'/><category term='Resenha crítica'/><category term='evolucionismo'/><category term='Psicologia'/><category term='Artigo'/><category term='Emoções'/><category term='Ciúme'/><category term='memória'/><category term='Socialismo'/><category term='Biografia'/><category term='Poema'/><category term='Educação'/><category term='Amor'/><category term='Evangelho'/><category term='computação'/><category term='Livro'/><category term='Pensamentos'/><category term='Foto'/><category term='Política'/><category term='Bossa Nova'/><category term='Manuel Bandeira'/><category term='Diálogo'/><category term='Filme'/><category term='Pink Floyd'/><category term='Música'/><category term='Explicações'/><category term='conhecimentos gerais'/><category term='Carta'/><category term='História'/><category term='Espiritismo'/><category term='Arte'/><category term='Contradição'/><category term='Filosofia'/><category term='Logoterapia'/><category term='Caio F.'/><category term='Desabafo'/><title type='text'>Pasárgada</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>280</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-8793389462644449927</id><published>2011-11-15T12:27:00.001-03:00</published><updated>2011-11-15T12:30:35.598-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Um pedaço de vida: felicidade</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="background-color: white; font: italic normal normal 24px/normal 'Times New Roman', Times, FreeSerif, serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; position: relative; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-style: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi embora toda aquela idéia de que ia ser feliz com muito ou com pouco. Felicidade é um desses sentimentos que aparecem e desaparecem sem que a gente possa guardar em baú e trancafiar aos cadeados. Uma espécie de nuvem de algodão doce, uma vontade de sorrir, uma carência de mostrar alegria, uma vontade de gritar, uma euforia única e real, porque a gente só é feliz de verdade quando a felicidade existe. E a gente só sabe que ela existe quando compartilha. A gente não guarda felicidade, guarda instrumentos para chegar até ela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;"&gt;O pensamento esbanja felicidade, ele vive, ele pode. O pensamento compartilha a felicidade com o rosto, com as palavras, com os gestos. Então, felicidade não é rir à toa ou chorar de emoção, nem é quantidade. Felicidade é mesmo uma idéia simples de tornar os atos livres e tão mágicos. Pois é, a magia faz parte da felicidade, ainda não descobriram a formula para chegar até lá. Antes eu queria fazer da felicidade uma ciência com tudo detalhado e bem escrito pra que as pessoas andassem por aí sorrindo aos quatro ventos e sem medo de aplicar as formulas que aprenderam na escola da vida. Mas a gente muda, né? Parafraseando Guimarães Rosa, a gente afina e desafina. E eu desafinei em muitas felicidades e em muitas tristezas, também. Depois consegui entrar no tom e afinei os pensamentos ao ritmo das palavras. E quer saber um segredo? Foi só assim que consegui saber como é um paradoxo vivo essa tal fé felicidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;"&gt;O amor também é outra coisa que não escreve sem colocar felicidade, nem que seja no começo, no meio, no ponto final ou em todos eles juntos. É o amor! Sempre que leio sobre o amor eu fico com algumas interrogações e outras exclamações. Isso é natural e não por que eu queira. Amar é ter vida e morte nas mãos. Eu não precisei ir muito longe para saber disso, precisei, apenas, entender as letrinhas que tanto se repetem. Eu aprendi que o amor nasce com os olhos e ainda acho que é regado com sorrisos, porque a gente ama aquilo que enxerga – nem que enxergue só em sonho – e quando a gente ama o sorriso é um ato involuntário. O amor é mesmo uma relação de troca abstrata, gotas de felicidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;"&gt;Essas coisas a gente sempre aprende aos pouquinhos, nunca a figura é completa, porque a arte tem esse molejo de não se satisfazer com pouco. A arte também pinga felicidade em gotas pequenas e sem limites. E é isso o interessante, essa coisa de não ter medo de ir além, de pingar um vermelho em cima do azul e no meio das duas cores fazer nascer o roxo. Felicidade tem sempre um pouco de nascimento, de criação e um pouco de criança, também. Porque dizem por aí que nos dias de hoje a gente cresce e perde a criança que nasceu, pois eu não acredito, porque adultos não sabem ser felizes, se o são quem faz isso é a “criança” que existe dentro de cada um.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-style: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi embora toda aquela idéia de que ia ser feliz com muito ou com pouco. Bateu à minha porta a idéia de qualidade, a quantidade fica pra quem não consegue compartilhar, afinal de contas a gente só é mais quando não compartilha, quando não é feliz. E como disse o mestre: “Pra que somar se a gente pode dividir?”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-JW-ze1Pwld0/SekeA-5v5uI/AAAAAAAAA1o/IvNlwMbgoIw/s1600/felicidade_bolhas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-JW-ze1Pwld0/SekeA-5v5uI/AAAAAAAAA1o/IvNlwMbgoIw/s320/felicidade_bolhas.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-style: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-8793389462644449927?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/8793389462644449927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=8793389462644449927' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8793389462644449927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8793389462644449927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/11/um-pedaco-de-vida-felicidade.html' title='Um pedaço de vida: felicidade'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-JW-ze1Pwld0/SekeA-5v5uI/AAAAAAAAA1o/IvNlwMbgoIw/s72-c/felicidade_bolhas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-8339794878111470656</id><published>2011-11-14T18:36:00.000-03:00</published><updated>2011-11-14T18:36:55.130-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'>É faz de conta ou é faz acontecer?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QecvaLm7p54/TsGJLSs1YtI/AAAAAAAACso/2HJu3SHUhEw/s1600/chuva.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-QecvaLm7p54/TsGJLSs1YtI/AAAAAAAACso/2HJu3SHUhEw/s200/chuva.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E no laço que faço&lt;/div&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Chega o poder do teu abraço&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Inundando as palavras&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Castigando os pensamentos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Fazendo soar aos pouquinhos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Como a chuva, bem cedinho,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Pingando, mas sem vento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;Música tema: Nosso pequeno castelo - O Teatro Mágico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-8339794878111470656?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/8339794878111470656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=8339794878111470656' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8339794878111470656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8339794878111470656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/11/e-faz-de-conta-ou-e-faz-acontecer.html' title='É faz de conta ou é faz acontecer?'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-QecvaLm7p54/TsGJLSs1YtI/AAAAAAAACso/2HJu3SHUhEw/s72-c/chuva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-5757228410123777486</id><published>2011-10-18T08:26:00.007-03:00</published><updated>2011-10-18T08:43:30.891-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>De tanto não parar a gente chegou lá</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=o7w5TsVOoQI&amp;amp;feature=related"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Música título: Pra sonhar, Marcelo Jeneci&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(link para a música)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: x-small; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;Quer um motivo para ficar com os pensamentos cheios? Leia alguma coisa. Começo a compartilhar a ideia que, independente da qualidade, o valioso é a intenção de leitura. Nem que seja para você dizer o quanto aquelas palavras não fazem sentido algum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Eis que abro o site da Revista Cláudia, com o costume que tenho de ler Danuza Leão, e deparo-me com “47 dicas para você alcançar todos os seus sonhos”. Fiquei pensando: até no meu tempo de criança sonhar era considerado mais difícil do que hoje. A questão é que sempre fico intrigada quando leio esse tipo de autoajuda barata, para mim, isso não funciona. Mas desafiei meus princípios e comecei a ler os quarenta-e-sete tópicos. E foi aí que uma simples frase tirou toda a minha atenção: “&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; line-height: 115%;"&gt;União boa é aquela que soma intenção e compartilha satisfação”. Tenho que admitir: foi amor à primeira vista, nem precisei pensar sobre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;Nos relacionamentos tudo fica menos complicado quando as pessoas decidem somar umas às outras. Estranho ou não, é através da soma dos nossos objetivos com os objetivos do outro que conseguimos igualar os resultados de maneira satisfatória. Juntar as peças do quebra-cabeça. Resolver as equações. Equilibrar a balança. Aumentar a concordância. E por aí vai. Vale até, se for o caso, uma soma entre dois sinais negativos, desde que saibamos multiplicar por menos um antes de colocar o ponto final. O que não cabe, nessa ocasião, é não somar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1dQksd9xbbM/Tp1hOmZtjpI/AAAAAAAACi4/S-m1mc71fmA/s1600/libra.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-1dQksd9xbbM/Tp1hOmZtjpI/AAAAAAAACi4/S-m1mc71fmA/s1600/libra.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;Dessa maneira, no lado da igualdade a balança equilibra e compartilha toda e qualquer satisfação, o individual vira coletivo: o pensamento, o choro, o sorriso, a palavra. Tudo é singular e plural, ao mesmo tempo. O mesmo peso para os dois lados e o caminho do amor está formado. Alguns ainda dizem que depois do caminho formado é necessário saber caminhar dentro dele, sem exceções. É clássico dizer que nem toda regra funciona, mas é pontual lembrar que as exceções nunca serão regras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7LmQ_Vph1-o/S5HfqcMnJgI/AAAAAAAABJ4/ZYdCD-_DViI/s1600/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7LmQ_Vph1-o/S5HfqcMnJgI/AAAAAAAABJ4/ZYdCD-_DViI/s1600/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7LmQ_Vph1-o/S5HfqcMnJgI/AAAAAAAABJ4/ZYdCD-_DViI/s1600/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7LmQ_Vph1-o/S5HfqcMnJgI/AAAAAAAABJ4/ZYdCD-_DViI/s1600/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://2.bp.blogspot.com/-7LmQ_Vph1-o/S5HfqcMnJgI/AAAAAAAABJ4/ZYdCD-_DViI/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Trocando em miúdos, o certo é não escapar do equilíbrio, não fugir do que te faz bem. Felicidade é indefinível do ponto de vista coletivo, mas pode tornar-se coletivamente funcional quando atraímos disposições de ambos os lados. O que não vale, em qualquer que seja a hipótese, é quebrar o ritmo, arrancar as flores que ficam ao redor do caminho ou subtrair ações pensando que é através da subtração que conseguiremos igualar o peso: sempre achei que a divisão fosse a operação numérica mais próxima da adição, no amor não é diferente.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;PS: O texto&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; line-height: 18px;"&gt;“47 dicas para você alcançar todos os seus sonhos” não foi escrito por Danuza Leão, encontra-se avulso no site da revista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-5757228410123777486?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/5757228410123777486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=5757228410123777486' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5757228410123777486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5757228410123777486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/10/de-tanto-nao-parar-gente-chegou-la.html' title='De tanto não parar a gente chegou lá'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-1dQksd9xbbM/Tp1hOmZtjpI/AAAAAAAACi4/S-m1mc71fmA/s72-c/libra.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-8499017001723192061</id><published>2011-09-30T21:15:00.000-03:00</published><updated>2011-10-16T12:12:05.677-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Desde quando sorrir é ser feliz?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Música título: Palavras - Gonzaguinha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Danuza Leão escreveu que “É preciso entender o idioma de cadaum para não viver num planeta em que cada pessoa fala uma língua diferente” eeu fiquei pensando: até que ponto a gente se perde sem querer nas entrelinhasdas palavras alheias. Até onde vai a capacidade humana de passar para a próximacasa em uma conversa sem medo de entender, colocar pontos de exclamação, finaise vírgulas. Quem sabe até reticências.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Gosto do poder das reticências, elas representamessa infinidade de querer dizer alguma coisa escondida, de querer abrir o baúe, ao mesmo tempo, deixas as palavras superficiais até que elas possam, atravésdo tempo, viajar até o planeta vizinho, sem medo de se perder no tempo. Acomunicação é tão infinita que perpassa qualquer sinal de pontuação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qAcP-klzx-g/ToZa6dGC-NI/AAAAAAAACi0/tLuzxdHuKE4/s1600/blogis.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-qAcP-klzx-g/ToZa6dGC-NI/AAAAAAAACi0/tLuzxdHuKE4/s320/blogis.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qAcP-klzx-g/ToZa6dGC-NI/AAAAAAAACi0/tLuzxdHuKE4/s1600/blogis.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A melhor maneira de não cair no poço infinitode uma língua diferente talvez seja praticar o idioma, desalojar de si o medo desenfreadode permanecer somente no português, no fácil, no não complicado. Criar em si aestratégia básica de conhecer as línguas na intenção de atrever-se a conhecer.Através do contato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-R886t4Xf8_8/TSjTCpRFiFI/AAAAAAAABts/qixdo3qwNLo/s1600/blog+3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="165" src="http://1.bp.blogspot.com/-R886t4Xf8_8/TSjTCpRFiFI/AAAAAAAABts/qixdo3qwNLo/s200/blog+3.jpg" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A linguagem do contato a primeira vistaparece simples e não é necessário muito esforço, nas primeiras palavras nãoaparece dificuldade alguma. A língua dos sentimentos é difícil entre as crençase o real. Só conhece o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px;"&gt;doce dos sentimentos quem fala a língua pensamentosalheios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-8499017001723192061?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/8499017001723192061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=8499017001723192061' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8499017001723192061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8499017001723192061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/09/desde-quando-sorrir-e-ser-feliz.html' title='Desde quando sorrir é ser feliz?'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-qAcP-klzx-g/ToZa6dGC-NI/AAAAAAAACi0/tLuzxdHuKE4/s72-c/blogis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-7804790497172930312</id><published>2011-09-23T21:53:00.001-03:00</published><updated>2011-09-23T21:56:27.841-03:00</updated><title type='text'>There's a fire starting in my heart</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-u9TV1xd7Rhw/Tn0pzimu-MI/AAAAAAAACiw/yp_BTmLL5NI/s1600/blogueee.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-u9TV1xd7Rhw/Tn0pzimu-MI/AAAAAAAACiw/yp_BTmLL5NI/s200/blogueee.jpg" width="142" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;Música título: Rolling in the deep - Adele&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Estou tirando a poeira dos livros, abrindo as janelas, semeando amor-perfeito, colhendo sorrisos e fechando o guarda-chuva sem medo de sair molhada. Porque aos poucos aprendi que não interessa o tamanho do corte, mas o tempo e a forma da cicatrização. É nos por menores que se faz a soma, na vida que se sonha e através dos desejos que se (re)começa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s200/blog+2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-7804790497172930312?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/7804790497172930312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=7804790497172930312' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7804790497172930312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7804790497172930312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/09/estou-tirando-poeira-dos-livros-abrindo.html' title='There&apos;s a fire starting in my heart'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-u9TV1xd7Rhw/Tn0pzimu-MI/AAAAAAAACiw/yp_BTmLL5NI/s72-c/blogueee.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-5340170863887351158</id><published>2011-09-19T23:01:00.001-03:00</published><updated>2011-09-19T23:04:40.287-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conto'/><title type='text'>When lies become the truth, that's when I run to you</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Música título "I Run to you",&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 20px;"&gt;Lady Antebellum&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Cansei de olhar em seus olhos porque eles apontam para um vazio de esperança. Fico presa aos traços escuros da sua pupila e não entendo como podem ser tão imensos os pontos finais de quem pretende começar. Não é no tempo que se deve esperar, mas no infinito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-EQ977HE0Q7I/TnfzC-17rVI/AAAAAAAACis/RLqv1OYdaig/s1600/blog+1909.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="242" src="http://4.bp.blogspot.com/-EQ977HE0Q7I/TnfzC-17rVI/AAAAAAAACis/RLqv1OYdaig/s320/blog+1909.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-5340170863887351158?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/5340170863887351158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=5340170863887351158' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5340170863887351158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5340170863887351158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/09/when-lies-become-truth-thats-when-i-run.html' title='When lies become the truth, that&apos;s when I run to you'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-EQ977HE0Q7I/TnfzC-17rVI/AAAAAAAACis/RLqv1OYdaig/s72-c/blog+1909.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-9030532692006520916</id><published>2011-08-15T20:13:00.002-03:00</published><updated>2011-08-15T20:20:00.495-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relacionamentos.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carta'/><title type='text'>"E pela minha lei, a gente era obrigado a ser feliz..."</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: center; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;Música título: João e Maria - Chico Buarque&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;É tão simples acordar com teu sorriso e sorrir junto, jogar o cabelo para o lado e pensar como seria simples se conseguisse acordar sempre assim. Imaginar que enquanto o café escorria, o calor perpassava nossos corações no abraço que você me dava. Um abraço que não tinha fim, e só nele eu tenho a certeza que tudo seu cabe em mim. Rabisco em um cartão, enquanto você se prepara para sair do banho, e deixo em cima da mesa, antes de passar no quarto e receber um beijo teu para que, só assim, saia para mais um longo dia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-HoL8dYubEy8/TkmnL9wmgXI/AAAAAAAACik/CJpUSTM9LXM/s1600/blog+casal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="199" src="http://1.bp.blogspot.com/-HoL8dYubEy8/TkmnL9wmgXI/AAAAAAAACik/CJpUSTM9LXM/s200/blog+casal.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Espero o elevador na esperança que você me alcance ao ler o cartão e chegue até mim com a esperança de quem só se preenche ao se encher do outro, como se ficar assim tão perto fosse um motivo pra gerar ainda mais saudade. Nesse momento, olhar no fundo dos teus olhos me deixava cheia de vontade de começar tudo de novo, o sorriso, o café, o bilhete, só para não perder um olhar tão especial, só para não esquecer a tua maneira terna e pura de me olhar, com cílios de apaixonado. E com voz de quem quer ficar em silêncio e sem fôlego, você sussurra um versinho simples que combina com quem somos, com a história de nós dois, aquele versinho que você disse a primeira vez que me viu e que eu soube desde ali que aquele era o sorriso que eu queria levar comigo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s200/blog+2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Nesse meio termo o elevador abriu e entramos sorrindo, um para o outro, enquanto bradávamos o “Bom dia” mais harmônico que aquelas pessoas que desciam conosco já escutaram. É bom saber que tomamos o mesmo caminho. Um dia, quem sabe, o tempo vá passando e já possamos dizer que nossas vidas seguiram paralelas, em todos os sentidos. Por enquanto, sinto-me feliz ao teu lado e não quero largar essa felicidade por nada nesse mundo. Eu só não posso acordar, nem tão cedo.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-9030532692006520916?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/9030532692006520916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=9030532692006520916' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/9030532692006520916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/9030532692006520916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/08/e-pela-minha-lei-gente-era-obrigado-ser.html' title='&quot;E pela minha lei, a gente era obrigado a ser feliz...&quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-HoL8dYubEy8/TkmnL9wmgXI/AAAAAAAACik/CJpUSTM9LXM/s72-c/blog+casal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2864809861015407175</id><published>2011-07-06T09:39:00.003-03:00</published><updated>2011-07-06T09:43:12.029-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>"Em vez de um ponto, uma vírgula"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-BGJ7rl_CU-0/ThRWVxSGKEI/AAAAAAAAChk/MRNlp5pFTLw/s1600/blogs.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-BGJ7rl_CU-0/ThRWVxSGKEI/AAAAAAAAChk/MRNlp5pFTLw/s320/blogs.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px;"&gt;A saudade tem mania de quantidade, coisa que nem todo mundo nota. É uma maneira de não perder as contas e justificar o sentimento alheio, de mostrar a importância que a falta de outra pessoa faz. Saudade só se dá por satisfeita mesmo no reencontro. É uma maneira de remoer o amor todinho só pra juntar novamente. E o mais bonito nisso tudo é que o tempo passa, a saudade aperta e afrouxa, dói um pouquinho aqui e outro pouquinho acolá, mas não deixa o sentimento morrer, faz o que for preciso para que a ventania não se aproxime da chama de uma vela que queima uma vida inteira e não se acaba&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s200/blog+2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2864809861015407175?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2864809861015407175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2864809861015407175' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2864809861015407175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2864809861015407175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/07/em-vez-de-um-ponto-uma-virgula.html' title='&quot;Em vez de um ponto, uma vírgula&quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-BGJ7rl_CU-0/ThRWVxSGKEI/AAAAAAAAChk/MRNlp5pFTLw/s72-c/blogs.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-9111726886304034918</id><published>2011-06-09T08:52:00.000-03:00</published><updated>2011-06-09T08:52:39.437-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evangelho'/><title type='text'>para que o amor com que me amaste esteja neles...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Ninguém falou melhor do amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 style="display: inline; font-size: 18px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px;"&gt;Evangelho (João 17,20-26)&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #343434; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #343434; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;— O Senhor esteja convosco.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #343434; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="texto"&gt;&lt;div class="texto" id="tx"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;— Ele está no meio de nós.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;— Glória a vós, Senhor.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao céu e rezou, dizendo:&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;20&lt;/sup&gt;“Pai santo, eu não te rogo somente por eles, mas também por aqueles que vão crer em mim pela sua palavra;&amp;nbsp;&lt;sup&gt;21&lt;/sup&gt;para que todos sejam um como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, e para que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;22&lt;/sup&gt;Eu dei-lhes a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um:&lt;sup&gt;23&lt;/sup&gt;eu neles e tu em mim, para que assim eles cheguem à unidade perfeita e o mundo reconheça que tu me enviaste e os amaste, como me amaste a mim.&amp;nbsp;&lt;sup&gt;24&lt;/sup&gt;Pai, aqueles que me deste, quero que estejam comigo onde eu estiver, para que eles contemplem a minha glória, glória que tu me deste porque me amaste antes da fundação do universo.&amp;nbsp;&lt;sup&gt;25&lt;/sup&gt;Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci, e estes também conheceram que tu me enviaste.&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;26&lt;/sup&gt;Eu lhes fiz conhecer o teu nome, e o tornarei conhecido ainda mais, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu mesmo esteja neles”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Palavra da Salvação.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Glória a vós, Senhor.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-9111726886304034918?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/9111726886304034918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=9111726886304034918' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/9111726886304034918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/9111726886304034918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/06/para-que-o-amor-com-que-me-amaste.html' title='para que o amor com que me amaste esteja neles...'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-8387972976870473996</id><published>2011-05-20T08:43:00.001-03:00</published><updated>2011-05-20T08:45:39.002-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Tanto faz, que o que não foi não é</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-twRRGsGvSok/TdZStOdAu3I/AAAAAAAACeY/5BhBuNBWe1I/s1600/bloque.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="272" src="http://1.bp.blogspot.com/-twRRGsGvSok/TdZStOdAu3I/AAAAAAAACeY/5BhBuNBWe1I/s320/bloque.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;Música título: O velho e o moço, Los Hermanos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Adocei o café da pior maneira possível, pensando no que não foi, no que poderia ter sido e em como a ausência tem estado tão presente. &amp;nbsp;Esse estado de não ter o que se quer preenchendo o vazio deixado. Há exatamente um ano eu fazia tantos planos e parecia tão feliz sem ser. Talvez tenhamos essa leve impressão de que apenas a felicidade compartilhada é a pura felicidade, mas nem sempre acordamos tão Bossa Nova. Muitas vezes não importa o tamanho do vazio, da alegria que passou, do que nós buscamos para preencher a peça que falta (no presente porque o que faltou um dia, faz falta para sempre). O importante é o que nós fazemos disso. Porque no fundo a falta maior é de amor, sabe? Sem exageros ou grandiloquências de sentimento: a ausência não acontece sem razão, foi o amor que acabou, o amor que criou asas e foi embora, o amor que despedaçou a flor, o amor que construiu um castelo, o amor que não adoça, o amor que não perdoa. Não dá pra não tomar um café com a ausência, vez em quando. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QJrRCrOvm-U/S6KpDAXgvTI/AAAAAAAABKc/59k-VS4Bovg/s1600/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://1.bp.blogspot.com/-QJrRCrOvm-U/S6KpDAXgvTI/AAAAAAAABKc/59k-VS4Bovg/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-family: Times, 'Times New Roman', serif; font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;"(...)Eu digo o que condiz. Eu gosto é do estrago."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-8387972976870473996?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/8387972976870473996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=8387972976870473996' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8387972976870473996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8387972976870473996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/05/tanto-faz-que-o-que-nao-foi-nao-e.html' title='Tanto faz, que o que não foi não é'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-twRRGsGvSok/TdZStOdAu3I/AAAAAAAACeY/5BhBuNBWe1I/s72-c/bloque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-762290404968604996</id><published>2011-04-30T23:42:00.006-03:00</published><updated>2011-04-30T23:47:04.641-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relacionamentos.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>But your heart is like an ocean</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Música título: One more cup of coffee do Bob Dylan.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MVXDAZ_mWJo/TbzIb1-P7UI/AAAAAAAACeU/amWgo9AG2mw/s1600/blogui.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MVXDAZ_mWJo/TbzIb1-P7UI/AAAAAAAACeU/amWgo9AG2mw/s1600/blogui.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MVXDAZ_mWJo/TbzIb1-P7UI/AAAAAAAACeU/amWgo9AG2mw/s1600/blogui.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MVXDAZ_mWJo/TbzIb1-P7UI/AAAAAAAACeU/amWgo9AG2mw/s1600/blogui.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O amor sempre passa da conta. Ninguém sabe como, quando ou por qual motivo ele se estabelece dessa maneira. Quando começa não tem fim. Quando acaba, a gente acha que não tem mais começo. No fundo, o amor é tudo ou nada. Abrimos as portas para as experiências até o limiar e, então, fechamos. E por aí vai.O difícil é entender o ciclo vicioso e saber como jogar os dados para a escolha do canal certo. Ou se existe o canal certo ou a hora certa. Acho que no amor não existe meio. E, como um conselho bobo que talvez tenha efeito, se seu coração é um oceano, pense como novas experiências são sempre amorosas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-762290404968604996?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/762290404968604996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=762290404968604996' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/762290404968604996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/762290404968604996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/04/but-your-heart-is-like-ocean.html' title='But your heart is like an ocean'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-1650385145414812559</id><published>2011-04-10T15:55:00.001-03:00</published><updated>2011-04-10T15:57:00.200-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pink Floyd'/><title type='text'>The same old fears</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #a3a3a3; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Did they get you to trade&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Your heroes for ghosts?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Hot ashes for trees?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Hot air for a cool breeze?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Cold comfort for change?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Did you exchange&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A walk on part in the war&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;For a lead role in a cage?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FVqC_IraVT4/TaH6rGsTLnI/AAAAAAAACeA/6csPyIccRvM/s1600/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://4.bp.blogspot.com/-FVqC_IraVT4/TaH6rGsTLnI/AAAAAAAACeA/6csPyIccRvM/s320/blog+01.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="height: 32px; margin-bottom: 3px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;How I wish, how I wish you were here&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-1650385145414812559?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/1650385145414812559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=1650385145414812559' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/1650385145414812559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/1650385145414812559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/04/same-old-fears.html' title='The same old fears'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-FVqC_IraVT4/TaH6rGsTLnI/AAAAAAAACeA/6csPyIccRvM/s72-c/blog+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-3472352479825110957</id><published>2011-04-04T23:16:00.002-03:00</published><updated>2011-04-04T23:18:49.412-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>E a leve impressão de que já vou tarde...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HYpdDh5AftE/TZp62WfBCtI/AAAAAAAACd8/q8siDqW1088/s1600/blogue.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="234" src="http://3.bp.blogspot.com/-HYpdDh5AftE/TZp62WfBCtI/AAAAAAAACd8/q8siDqW1088/s320/blogue.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;Música título: Trocando em miúdos, Chico Buarque.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A gente precisa amar sem ser mesquinho, sem querer tirar amor à força, sem querer sugar a última gota. Descobri isso quando olhei para o que eu achava que amava. A gente não deve esquecer que o amor é, antes de tudo, um estado interno de demanda comportamental. Trocando em miúdos, o amor é mais do que aquela velha paixão adolescente. &amp;nbsp;É um estágio acima de qualquer outro sentimento e é difícil subir todos os degraus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Comecei a perceber que, na vida, temos mais amor do que achamos. E na realidade, nunca temos o suficiente. Nunca falta, mas também nunca esteve em excesso. O amor é o sentimento mais homeostático que eu já conheci, quando verdadeiro. Não é do amor que a gente sente falta quando chora de saudade. Não é de amor que a gente chora. A ausência causa mesmo essa dúvida e muitas vezes soluciona o caso: não era amor, era paixão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Amor não tem prazo de validade, a gente ama quando descobre que consegue viver sem outra pessoa só porque ela está feliz do outro lado do planeta ou do lado de outro alguém. É necessário ser altruísta pra reconhecer o amor e se apropriar dele, é necessário saber distinguir a importância dos fatos e é, acima de tudo, necessário saber que apesar de ser só teu o amor não passa do que o outro representa pra ti. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s200/blog+2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Às vezes a gente tem que agradecer a quem nem imagina que merece o nosso obrigado. Amor por amor é dado como pagamento e não sobra troco pra quem quer. No fundo, o importante mesmo é saber que feliz é aquele que consegue amar livremente, sem dó ou piedade de outros sentimentos. O amor que é amor passa da conta e ninguém nota.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-3472352479825110957?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/3472352479825110957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=3472352479825110957' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3472352479825110957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3472352479825110957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/04/e-leve-impressao-de-que-ja-vou-tarde.html' title='E a leve impressão de que já vou tarde...'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-HYpdDh5AftE/TZp62WfBCtI/AAAAAAAACd8/q8siDqW1088/s72-c/blogue.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-7193775234315179212</id><published>2011-03-15T22:44:00.000-03:00</published><updated>2011-03-15T22:44:14.800-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tirinhas'/><title type='text'>Boa pergunta, Brown</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-X2MwofKgtHM/TYAVwH_AeXI/AAAAAAAAB-s/6-R7MMQ3vHQ/s1600/Peanuts_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="383" src="https://lh5.googleusercontent.com/-X2MwofKgtHM/TYAVwH_AeXI/AAAAAAAAB-s/6-R7MMQ3vHQ/s400/Peanuts_large.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-7193775234315179212?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/7193775234315179212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=7193775234315179212' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7193775234315179212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7193775234315179212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/03/boa-pergunta-brown.html' title='Boa pergunta, Brown'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-X2MwofKgtHM/TYAVwH_AeXI/AAAAAAAAB-s/6-R7MMQ3vHQ/s72-c/Peanuts_large.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-7194958032653762778</id><published>2011-02-28T17:58:00.004-03:00</published><updated>2011-03-01T00:13:35.387-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relacionamentos.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carta'/><title type='text'>Sempre fazendo questão de lembrar que não veio pra ficar</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;Música título: Possibilidades da Giovanna Miranda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Ei, por onde eu começo? Faz tempo que o meu cano de escape tem sido esvaziar o coração, e é que eu tenho feito de mais difícil nessa vida, vinte anos, mais precisamente. E de que adianta? A gente aprende que não importa quantas explicações – racionais ou emocionais – sejam dadas, que ofereçam palavras de incentivo ou que se faça o mais prático que é ficar em silêncio, castigando o pensamento. Outro dia olharam pra mim com a intenção de perguntar sobre você, eu notei que era sobre você, a gente que sente sempre nota. Então, a maneira mais prática de responder é fugindo do acaso, criando um faz de conta. Não é um bicho de sete cabeças, e como já disse, tenho feito isso há tanto tempo e escancarado sentimentos que só eu mesma sei até onde podem ir. Às vezes é difícil admitir a jornada inexistente, não por querer próprio ou do sentimento, mas porque alguns sorrisos abrem portas para grandes vendavais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Eu senti você batendo na porta, um toque brando de quem queria recuar, mas que depois teve mesmo a iniciativa de bater mais forte. Até que eu percebesse, até que eu notasse. Mas você não esperou que eu abrisse, bateu, deixou a dúvida e foi embora. Pode ser esse seu jeito meio desajeitado que eu já conheço, pode ser essa minha mania de não deixar nada passar ou pode ser alguma outra coisa que eu não quero imaginar. Só não pode é não ser nada. Só não pode é você querer que eu acredite em todas as suas palavras aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo. Talvez você pense que o jogo tenha sido cheio de faltas. E talvez ocorra esse pensamento porque você tenha cometido todas as faltas. Eu tenho sempre coisas demais para falar e nunca falo nada. Mas isso é porque eu sinto falta até das tuas faltas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Nem é mais amor, é apenas um vício. E então desde que você se foi é isso que eu tenho feito, escravizado as palavras porque não tenho mais como doá-las a você, nem mesmo se eu quisesse. Se já passou, se não passou, se vai passar, nada disso mais importa, sabe? Estou cansada de tanto entendimento, de tanta procura e de tanto mascarar. Estou cada vez mais convencida de que o mundo do amor não foi feito para quem tem teto de vidro ou pra quem fala pouco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-JsQl7lq_Yag/TWwNRWtPoII/AAAAAAAABzM/y9SyUIQYRmg/s1600/blogxx.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh5.googleusercontent.com/-JsQl7lq_Yag/TWwNRWtPoII/AAAAAAAABzM/y9SyUIQYRmg/s1600/blogxx.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A gente tem esse espírito de carnaval quando olha um pro outro. Escancara as portas e veste a fantasia do amor, a mais barata de todas. Primeiro para não chamar tanta atenção e depois porque fica mais fácil de desfazer os papéis, colocar outra roupa e tirar a maquiagem. E era sempre a mesma coisa, cada vez com um gosto diferente, mais doce, mais forte, mais tempo, mais desejo, mais amor. A gente só esquecia a realidade, como criança que brinca de colorir o jardim e despir as flores, ao mesmo tempo. A única possibilidade que tínhamos era fazer o desenho sem se importar com o depois. E assim seguíamos. Era carência, ausência, abstinência, não importa porque o que acontecia na realidade era instintivo. Ninguém pedia e ninguém obrigava e ninguém proibia. Foi o impulso quem rasgou a fantasia entre fevereiro e novembro como uma forma de dizer adeus aos pouquinhos, de exigir mudança. E nesse meio tempo Colombina nem combina mais com Pierrot. Mas quem se importa? O carnaval agora é quem bate a nossa porta e nenhum dos dois se feriu o bastante, ainda. Acho que esse ano as coisas estão mais modernas, o clássico do teatro virou história em quadrinho e enquanto você se veste de super-homem eu talvez coloque a fantasia de mulher maravilha. &amp;nbsp;Mas não vamos esquecer que sempre nos importamos um com o outro. A gente não precisa ser indiferente por uma indiferença passageira, a essa altura do campeonato nem importa mais fazer gol. No fundo, a gente sobrevive sem isso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="https://lh4.googleusercontent.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s200/blog+2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-7194958032653762778?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/7194958032653762778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=7194958032653762778' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7194958032653762778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7194958032653762778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/02/sempre-fazendo-questao-de-lembrar.html' title='Sempre fazendo questão de lembrar que não veio pra ficar'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-JsQl7lq_Yag/TWwNRWtPoII/AAAAAAAABzM/y9SyUIQYRmg/s72-c/blogxx.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-5418585011100756077</id><published>2011-02-27T13:26:00.000-03:00</published><updated>2011-02-27T13:26:28.835-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caio F.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Frases'/><title type='text'>Barquinho na correnteza...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, 'Helvetica Neue', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 19px;"&gt;"(...) Só que chega um ponto que a gente cansa, que não quer mais saber de aventuras ou de procuras, entende?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, 'Helvetica Neue', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, 'Helvetica Neue', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 19px;"&gt;Caio Fernando Abreu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, 'Helvetica Neue', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-UWteXThMRNc/TWp64bzq-5I/AAAAAAAABzE/ThxSI7OyxgE/s1600/blogx.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="https://lh6.googleusercontent.com/-UWteXThMRNc/TWp64bzq-5I/AAAAAAAABzE/ThxSI7OyxgE/s320/blogx.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, 'Helvetica Neue', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-5418585011100756077?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/5418585011100756077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=5418585011100756077' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5418585011100756077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5418585011100756077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/02/barquinho-na-correnteza.html' title='Barquinho na correnteza...'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-UWteXThMRNc/TWp64bzq-5I/AAAAAAAABzE/ThxSI7OyxgE/s72-c/blogx.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2994970473525030240</id><published>2011-02-22T21:14:00.001-03:00</published><updated>2011-02-22T21:18:28.665-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carta'/><title type='text'>Meu peito é uma porta que ninguém vai atender</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Puo_laau7Vs/TWRQ8199dfI/AAAAAAAABzA/9wU0cwc_yew/s1600/blogx.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://2.bp.blogspot.com/-Puo_laau7Vs/TWRQ8199dfI/AAAAAAAABzA/9wU0cwc_yew/s320/blogx.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Música título: Meu coração de Arnaldo Antunes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Descobri que você coleciona corações. E que guarda todos dentro de uma caixa para que ninguém tome nenhum deles. Você não aprendeu que quando se trata de amor não pode impor desse jeito, não dá pra ficar com o coração de todo mundo e não escolher o de ninguém. Todos os corações precisam respirar, enquanto estão fechados sobrevivem à mingua, batem em descompasso com o pensamento. Você precisa reconhecer que desse jeito será sempre sozinho, não existe alinhamento quando prendemos nem mesmo só o nosso coração, imagina quando queremos vários. Teria doído demais saber que meu amor tem estado lado a lado de vários amores que fazem o mesmo som e que não são escutados. Mas as coisas têm acontecido na hora certa, sabe? Só depois de muito querer me prender a você eu soube que não deveria mais, eu entendi seu jogo e juntei carta por carta, na situação presente não quero mais jogar. Pena que o entendimento é tardio, eu doei demais e recebi em troca um coração aprisionado. Mas eu descobri que você coleciona corações e isso já é suficiente para querer o meu de volta, não se preocupe, não cobrarei juros e denunciarei o roubo. Eu só quero abrir a caixa e procurar lá no fundo aquele que estiver mais desbotado, batendo lentamente e ansiando ser ressuscitado.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-R886t4Xf8_8/TSjTCpRFiFI/AAAAAAAABts/qixdo3qwNLo/s1600/blog+3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="165" src="http://1.bp.blogspot.com/-R886t4Xf8_8/TSjTCpRFiFI/AAAAAAAABts/qixdo3qwNLo/s200/blog+3.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2994970473525030240?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2994970473525030240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2994970473525030240' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2994970473525030240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2994970473525030240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/02/meu-peito-e-uma-porta-que-ninguem-vai.html' title='Meu peito é uma porta que ninguém vai atender'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Puo_laau7Vs/TWRQ8199dfI/AAAAAAAABzA/9wU0cwc_yew/s72-c/blogx.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-6353375476237733958</id><published>2011-02-21T23:34:00.001-03:00</published><updated>2011-02-21T23:36:52.791-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Frases'/><title type='text'>Sentiu?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px;"&gt;"(...) Sabe Zé, no começo doeu não sentir nada. Mas eu consegui. Eu não sinto nada. Nada. Nem pena do mundo eu consigo mais sentir. Minha pureza era linda, Zé, mas ninguém entendia ela, ninguém acolhia ela. Todo mundo só abusava dela. Agora ninguém mais abusa da minha alma pelo simples fato de que eu não tenho mais alma nenhuma. Já era, Zé. É isso que chamam de ser esperto? Nossa, então eu sou uma ninja. Bate aqui no meu peito, Zé!? Sentiu o barulho de granito?"&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px;"&gt;Texto da Tati Bernardi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-X-grRMiTXfw/TWMhPkW3DEI/AAAAAAAAByk/ajf594P9P9s/s1600/blogx.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="189" src="http://1.bp.blogspot.com/-X-grRMiTXfw/TWMhPkW3DEI/AAAAAAAAByk/ajf594P9P9s/s320/blogx.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-6353375476237733958?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/6353375476237733958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=6353375476237733958' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/6353375476237733958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/6353375476237733958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/02/sentiu.html' title='Sentiu?'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-X-grRMiTXfw/TWMhPkW3DEI/AAAAAAAAByk/ajf594P9P9s/s72-c/blogx.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-7773728096415834417</id><published>2011-02-10T11:07:00.006-03:00</published><updated>2011-02-10T11:11:05.828-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Crie. Recrie. Reescreva.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 150%;"&gt;Ninguém nasce preparado para a carência emocional da vida, mas a nossa dependência é tão grande, desde os primeiros momentos da vida que não tem como esquecer a maneira carente de ser. Ninguém tem medo de crescer na carência, de ser carente o tempo todo, mas não existe quem não tenha medo de admitir o estado de carência.&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;No nosso universo linguístico existe um grande problema: as palavras ganham emoção com tempo, ganham adjetivos, vida própria. Carente passou a ser sinônimo de um ser extremamente chiclete e afetivamente abusado, sempre com o rostinho de cachorro pidão. A partir daí, as pessoas ficaram com receio de usar a palavra e a falta ou qualquer que seja a necessidade na vida de alguém se chamada de carência vai ser levada para o lado afetivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kaBRIUUo6jA/TVPwWiXJNqI/AAAAAAAAByI/NCtY8fs9hts/s1600/lookdasemana1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-kaBRIUUo6jA/TVPwWiXJNqI/AAAAAAAAByI/NCtY8fs9hts/s200/lookdasemana1.jpg" width="130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 150%;"&gt;É por causa da carência que nos reinventamos, é pela falta que vivemos. Respiramos necessidade todos os dias de nossa vida. Independente do tipo que seja, o que devemos deixar de lado é o jeito medroso de escolher as palavras. O segredo não é buscar a palavra certa, é saber teu tipo de necessidade e ser sinceramente brega o suficiente para dizer que é afetivamente carente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://3.bp.blogspot.com/-R57tq_eVTY8/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/mzQUhTtYdwk/s200/blog+2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 150%;"&gt;As palavras foram feitas para acabar com a carência do som, as criações são sempre em função de alguma incompletude&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-7773728096415834417?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/7773728096415834417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=7773728096415834417' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7773728096415834417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7773728096415834417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/02/crie-recrie-reescreva.html' title='Crie. Recrie. Reescreva.'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kaBRIUUo6jA/TVPwWiXJNqI/AAAAAAAAByI/NCtY8fs9hts/s72-c/lookdasemana1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-1044460989699430854</id><published>2011-02-09T07:55:00.000-03:00</published><updated>2011-02-09T07:55:33.726-03:00</updated><title type='text'>Para não deixar em branco</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Uma coisa é certa: a vida reserva qualquer que seja o verbo no infinito. Não importando o predicado, todo sujeito tem a vida que o português dá. E independente dos lamentos, erros ou da falta de complemento direto ou indiretamente imposto, há de se seguir a vida como se fosse completa achando uma palavra que se encaixe dentro do sorriso possível.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;O Verbo no infinito&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Ser criado, gerar-se, transformar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;O amor em carne e a carne em amor; nascer&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Respirar, e chorar, e adormecer&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E se nutrir para poder chorar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Para poder nutrir-se; e despertar&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Um dia à luz e ver, ao mundo e ouvir&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E começar a amar e então sorrir&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E então sorrir para poder chorar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E crescer, e saber, e ser, e haver&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E perder, e sofrer, e ter horror&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;De ser e amar, e se sentir maldito&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E esquecer tudo ao vir um novo amor&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E viver esse amor até morrer&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="color: red; text-align: center;"&gt;E ir conjugar o verbo no infinito.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: red; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: red; text-align: center;"&gt;Vinicius de Moraes&lt;/div&gt;&lt;div style="color: red; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS: Desculpem minha falta de compromisso com a escrita aqui, o hiato não muito criativo já está acabando, ele tem fases na minha vida. Prometo coisa nova em breve.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-1044460989699430854?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/1044460989699430854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=1044460989699430854' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/1044460989699430854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/1044460989699430854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/02/para-nao-deixar-em-branco.html' title='Para não deixar em branco'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-3309618697216196494</id><published>2011-01-31T11:41:00.000-03:00</published><updated>2011-01-31T11:41:19.593-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Contra o vento, sem lenço e sem documento</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;Música título: Alegria, Alegria de Caetano Veloso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Outro dia estive pensando, tudo na vida é uma questão de aprender, de condicionar-se e ponto. Pode parecer insensível ou insano, mas é o jeito mais doce de ser sincero consigo e com os outros. Não dá para fantasiar um mundo no qual as coisas acontecem simplesmente por acontecer, a culpa tem que ser nossa ao menos uma vez. É mais difícil confiar em si para comandar a própria vida do que eleger alguém para tamanha responsabilidade. De qualquer modo, uma hora ou outra temos que crescer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Confesso que meu sonho, até eu completar a maior idade, era fazer os tão falados dezoito anos. Fico pensando se teria sonho mais “mixuruca” que esse, com todo o perdão da gíria. Ontem essa cena voltou à memória e percebi que a burocracia tem falado tão alto que fazer dezoito anos, nos tempo de hoje, é sinônimo de independência. Talvez falte um pouco de discernimento, deveríamos atentar para o fato de que o crescimento e independência não tem significado comum, precisamos entender melhor as palavras e o peso delas no caminho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;E precisamos aprender a nos modelar, independente do tempo que é necessário, o importante é entender que a mudança não acontece em vinte e quatro horas. Nosso biológico fala mais alto, até que ele acostume-se aos novos hábitos vai ser duro, complicado, difícil, ou qualquer adjetivo que qualifique o tempo como aspecto negativo. Seja no campo profissional, pessoal, físico, mental. Com as experiências, aprendemos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Assim, descobri que abrir mão nem sempre é jogar fora porque não dá para viver sem escolhas, sem arriscar apontar o dedo, mesmo que a pontaria não seja certeira. Muitas vezes abrir mão é apenas a maneira triste de dizer adeus ao que queríamos manter por perto e não podemos. Vão-se os anéis e ficam os dedos, foi isso que eu aprendia desde cedo e não poderia servir mais do que serve, é a metáfora mais bem elaborada para: vão-se as pessoas, ficam os sentimentos. Ninguém joga artigo de luxo fora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;É difícil saber onde pisar, mas asseguro que é ainda mais difícil continuar sonhando com a independência sem fazer por onde tê-la. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/9DItc9i-DTM/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/9DItc9i-DTM/s200/blog+2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-3309618697216196494?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/3309618697216196494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=3309618697216196494' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3309618697216196494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3309618697216196494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/01/contra-o-vento-sem-lenco-e-sem.html' title='Contra o vento, sem lenço e sem documento'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/9DItc9i-DTM/s72-c/blog+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2472069922094686160</id><published>2011-01-21T12:11:00.009-03:00</published><updated>2011-01-21T19:37:01.619-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Na vida é sempre bom multiplicar (...) que menos por menos dá mais amor</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;Música título: Aula de matemática de Tom Jobim &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #404040; font-family: Monaco, Courier, sans-serif; font-size: 10px; line-height: 24px; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;script src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js" type="text/javascript"&gt;&lt;/script&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #404040; font-family: Monaco, Courier, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A cilada da vida é o que chamamos de esperança. As pessoas começam a comprar esperança em qualquer prateleira de supermercado e apostam na vida. Depois de algumas experiências, aprendi que o importante do jogo, na realidade, não é a aposta. Parando e analisando os casos, talvez seja o pouco entendimento que nos leve a pagar caro pela esperança, qualquer que seja ela – todas custam caro e só são vendidas à crédito; só lá na frente percebemos o prejuízo. Assim, não vive por inteiro e no real quem vive de esperança. Uma hora a conta chega, desalinha cabeça e coração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Assim, volta e meia as coisas ficam de cabeça para baixo. Sem entender do que se trata, qualquer um mais próximo tenta curar as feridas com o band-aid mais comum: as palavras de compreensão. Certo estava quem disse que deveríamos compreender, inicialmente, um olhar para só então tentar dar ou receber explicações. Não dá para conversar só com a boca e os ouvidos, a vida exige os sentidos inteiros. Na verdade, a vida nos exige por inteiro e nunca vamos notar e viver cada pessoa que aparece na nossa vida por inteiro. Tem gente que a gente vive pela metade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Quando se é metade e não se exige tanto, talvez a vida ande também pela metade. Amizades pela metade não são amizades e o amores, bem, os amores não existem em metade ou em meia dúzia de palavras. Não adianta dizer que dividiu o coração em dois, que o pensamento está divido. A matemática do amor é simples e clara – diferente de qualquer outra matemática. Ou você ama, ou você não ama, por completo e sem pena. A distribuição do amor deve ser sem pena, sem raiz quadrada, sem subtração. Dizem por aí que ao fazer as contas erramos nos cálculos mais simples e pode ser esse o problema do amor, depois de tentar acertar todos os polinômios qualquer que seja a resposta para o x fica difícil de acertar porque você errou na soma ou na multiplicação. E o amor é isso, ele tem toda a simplicidade e importância da soma e todo o excesso da multiplicação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Talvez seja romântico demais falar do amor como soma. Acabar com a história das metades. É que no meu ponto de vista separação parcial ou total só existe em cartório, para coisas materiais – é a burocracia falando alto. Em casa, no corpo a corpo, olho a olho, o que existe mesmo nunca deve ser dividido e sim, doado para que a soma de dois possa multiplicar resultados ao ponto de, se um dia acabar cada um leve todo o amor que trouxe embora e multiplique em outra freguesia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTmhH0JThZI/AAAAAAAABxY/SDveDD-OXdg/s1600/bloguiiii.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTmhH0JThZI/AAAAAAAABxY/SDveDD-OXdg/s320/bloguiiii.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;É assim que a coisa funciona, as conversas não serão só ouvidas ou só sentidas. O importante é não temer os cálculos, sentar e repensar direitinho se você o a outra pessoa não trocaram o sinal de positivo pelo negativo. Mas uma coisa é certa, não tente pegar a borracha e apagar a metade da conta feita, não tenha pena de papel ou lápis. Recomeçar com a metade não funciona. Tenta de novo, mas com você por inteiro, redesenha o problema e vai até onde conseguir.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S6KpDAXgvTI/AAAAAAAABKc/XabsSEm6CXo/s1600/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S6KpDAXgvTI/AAAAAAAABKc/XabsSEm6CXo/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S6KpDAXgvTI/AAAAAAAABKc/XabsSEm6CXo/s1600/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: left; text-indent: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2472069922094686160?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2472069922094686160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2472069922094686160' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2472069922094686160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2472069922094686160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/01/na-vida-e-sempre-bom-multiplicar-que.html' title='Na vida é sempre bom multiplicar (...) que menos por menos dá mais amor'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTmhH0JThZI/AAAAAAAABxY/SDveDD-OXdg/s72-c/bloguiiii.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-7984946970239890925</id><published>2011-01-16T18:36:00.003-03:00</published><updated>2011-01-16T19:53:25.784-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Inunde a minha vida, a sua beleza é bem vinda</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Música título: Santa felicidade de Nenhuma de Nós.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Certos encontros revelam muito dos sentimentos que talvez não tenhamos mais. Um olhar, um sorriso, poucas palavras. A vida costuma nos presentear com algumas quedas nos piores momentos e nós nos levantamos,&amp;nbsp;sacudimos&amp;nbsp;a poeira e damos a volta por cima. Ou não. O problema não é a queda nem não conseguir dar a volta por cima. As pessoas deveriam aprender que nem sempre o melhor é dar a volta por cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Vou confessar para vocês que eu tenho um amor secreto por citações e, foi por ler uma citação de um escritor francês, o François Poitou, que o meu sinal vermelho acendeu sobre esse tema. Lá ele dizia o seguinte: “O que torna a vaidade alheia insuportável para nós é o fato de ferir a nossa”. E, instantaneamente eu pensei como as pessoas tem medo do triste e do que a tristeza pode oferecer simplesmente porque a felicidade dos outros é grande demais para não se ter igual. A vaidade tomou conta dos sentimentos, é chique ser feliz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTNiv2mGDgI/AAAAAAAABxQ/cpGex-tYbtA/s1600/blogx.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTNiv2mGDgI/AAAAAAAABxQ/cpGex-tYbtA/s320/blogx.jpg" width="212" /&gt;&lt;/a&gt;O mundo tem medo de não ser feliz, a preocupação das pessoas passou a não mais focar no bem-estar, mas sim no “feliz-estar”, e todos giram em torno de uma busca sem fim por um sentimento abstrato: a felicidade. Esse constante medo de ser infeliz tornou o mundo ansioso, criando um estado de alerta que compromete as mínimas atitudes de alguém. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;E é o que muitos fazem: compram felicidade, sem saber que depois de desfeita a embalagem o conteúdo se esvai, o pensamento vai aos poucos diminuindo e as cavidades da boca fechando até que os dentes se escondem ou em um sorriso amarelado ou em sorriso de canto de boca. Quando se compra felicidade há falta de sinceridade para si.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Todos nós precisamos aprender a não ter medo do triste, do que faz doer, da fossa. Precisamos aproveitar o máximo da tristeza. E como diria o Caio Fernando Abreu, põe uma margarida na sua fossa. O Rubem Alves já disse também que é da dor que nascem as coisas mais lindas que podem nascer dentro de nós quando relatou que ostra feliz não faz pérola. E Vinicius e Tom cantavam que a tristeza não tem, mas a felicidade sim. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/9DItc9i-DTM/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/9DItc9i-DTM/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/9DItc9i-DTM/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/9DItc9i-DTM/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTNi38R15nI/AAAAAAAABxU/9DItc9i-DTM/s200/blog+2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Foi a vaidade quem tirou o brilho da felicidade, não se deve ser feliz para os outros, para irradiar sorriso e jogar frases de simpatia. Felicidade é satisfação própria e interna, é quando nos lembramos de colocar água na nossa margarida para que não murche até a próxima fossa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-7984946970239890925?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/7984946970239890925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=7984946970239890925' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7984946970239890925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7984946970239890925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/01/inunde-minha-vida-sua-beleza-e-bem.html' title='Inunde a minha vida, a sua beleza é bem vinda'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTNiv2mGDgI/AAAAAAAABxQ/cpGex-tYbtA/s72-c/blogx.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2565099246512459262</id><published>2011-01-08T18:16:00.006-03:00</published><updated>2011-01-08T21:44:24.246-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conto'/><title type='text'>Só a bailarina que não tem</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;Música título: Ciranda da bailarina de Chico Buarque&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Anne não sabia dizer adeus, cresceu querendo guardar tudo: sentimento, pensamento, letras e tudo que ela gostasse. Ela queria um espaço para tudo, sem lógica. A regra era simples: guardar. No dia em que deixou o ballet de lado ela organizou uma caixa grande e lá colocou todas as suas sapatilhas, da primeira que ganhou quando tinha apenas cinco anos de idade até a da última apresentação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Nunca quis ser outra coisa, seu amor maior estava nos palcos, nas sapatilhas e no sentimento que ela passava em cada apresentação. As datas de apresentações eram marcadas em calendários que ela guardava todo primeiro de janeiro em um plástico que ficava escondido em baixo de sua cama. Era uma maneira de esconder para que não jogassem fora aquelas datas tão importantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TSjS63QifwI/AAAAAAAABto/1Z6Ccc6wW8Y/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="232" src="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TSjS63QifwI/AAAAAAAABto/1Z6Ccc6wW8Y/s320/blog+2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Sua mãe gostava das coisas organizadas e seu pai não entendia muito bem aquilo e sempre a questionava quando Anne brigava com seus irmãos porque eles queriam mexer em alguma de suas coisas. Como todo bom psicólogo de senso comum, seu pai ficava preocupado e dizia que Anne tinha uma espécie de TOC.&amp;nbsp; Ela não demorou muito para entender o que era o transtorno obsessivo compulsivo e para saber que não tinha nada disso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Talvez fosse realmente estranho e ela pensava como suas amigas a importunavam e não costumavam ter as mesmas atitudes e assim, talvez seu pai tivesse razão, ou talvez ela estive certa. Essa era outra característica de Anne, a indecisão. Com isso ninguém se preocupava muito porque é normal ser indeciso nos dias de hoje. Hoje a gente senta à mesa para jantar, por exemplo, e existem diferentes maneiras de preparar os ovos, eles podem ser mexidos, estrelados, feitos como omelete, etc. É difícil escolher quando temos mais de um caminho, quando as coisas são fáceis. E era assim que costumava ser a vida de Anne, fácil. Até que foi obrigada a deixar de lado seu maior amor, o ballet.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TSjWBiMa1YI/AAAAAAAABtw/Q1DGuylm1G0/s1600/blog+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TSjWBiMa1YI/AAAAAAAABtw/Q1DGuylm1G0/s320/blog+2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Aquele pedaço de si, as horas tão esperadas durante quatro dias na semana, aquela saudade que tinha durante os três dias que não pisava no palco, os doces que aprendeu a não mais gostar, as lágrimas da sua mãe na sua primeira grande apresentação no teatro municipal e as primeiras palmas arrancadas das mãos de seu pai que sonhava em ver sua filha médica. Enquanto guardava as sapatilhas, passava pela cabeça de Anne as lembranças dos nove anos mais felizes de sua vida, nove anos de um amor sem igual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A família materna da pequena bailarina tinha uma doença rara e precoce que tornava os ossos fracos, como se fossem esfarelar de pó em pó. Sua esperança para não desenvolver a doença vinha do fato de que a última pessoa na família a tê-la foi a sua bisavó. Mas não teve jeito, naquela tarde ensolarada de quatro de agosto, um dia após sua última apresentação, o ortopedista arrancou da pequena o olhar mais triste já visto ao manda-la pendurar as sapatilhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Então foi como se arrancassem um pedaço da vida de Anne, é&amp;nbsp;assim que as pessoas se sentem quando perdem algo que realmente importa na sua vida. Não há palavra que cure. E Anne só sentia falta lá dentro, era uma ausência desordenada de amor. Na verdade, cada amor que Anne distribuía em cada laço dado em suas sapatilhas ficou nas sapatilhas, ela não sabia mais quando era amor. E foi o ballet a primeira desilusão amorosa de Anne.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TSjTCpRFiFI/AAAAAAAABts/nilcSe_xTXs/s1600/blog+3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="165" src="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TSjTCpRFiFI/AAAAAAAABts/nilcSe_xTXs/s200/blog+3.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;[ É uma das poucas e raras vezes que Ingrid dispõe-se a escrever um conto, então, com o perdão das palavras, ela foi um tanto influenciada pela sua maneira crônica de escrever.&amp;nbsp;]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2565099246512459262?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2565099246512459262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2565099246512459262' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2565099246512459262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2565099246512459262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/01/so-bailarina-que-nao-tem.html' title='Só a bailarina que não tem'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TSjS63QifwI/AAAAAAAABto/1Z6Ccc6wW8Y/s72-c/blog+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2280028564345907911</id><published>2011-01-01T18:22:00.000-03:00</published><updated>2011-01-01T18:22:54.890-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poema'/><title type='text'>Cheiro de novo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;"Para você ganhar belíssimo Ano Novo&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;(mal vivido talvez ou sem sentido)&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;para você ganhar um ano&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;(...)&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;Não precisa&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;fazer lista de boas intenções&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;para arquivá-las na gaveta.&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;Não precisa chorar arrependido&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;pelas besteiras consumidas&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;nem parvamente acreditar&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;que por decreto de esperança&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;a partir de janeiro as coisas mudem&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;e seja tudo claridade, recompensa,&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;justiça entre os homens e as nações,&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;direitos respeitados, começando&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;pelo direito augusto de viver.&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;Para ganhar um Ano Novo&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;que mereça este nome,&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;você, meu caro, tem de merecê-lo,&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;mas tente, experimente, consciente.&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;É dentro de você que o Ano Novo&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;cochila e espera desde sempre"&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: small; font-style: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2280028564345907911?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2280028564345907911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2280028564345907911' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2280028564345907911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2280028564345907911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/01/cheiro-de-novo.html' title='Cheiro de novo'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-5685756113702629859</id><published>2011-01-01T00:26:00.001-03:00</published><updated>2011-01-16T00:28:37.351-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Explicações'/><title type='text'>O que é o Pasárgada?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Olá, turistas do meu país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Queria agradecer a vinda de cada um, antes de tudo. Fico grata por cada minuto gasto lendo essas pequenas letras que me disponho a trazer pra vocês. Desde 2007 que eu posto por aqui no Pasárgada e, antes que perguntem, o título do blog vem mesmo do poema do Bandeira. Aqui é o lugar onde a liberdade ganha asas. A minha, a de vocês, toda e qualquer liberdade. É aqui onde faço questão de despir minha timidez. Aqui ou acolá, nordestinamente falando, vocês encontrarão uma pitada de Psicologia em minhas palavras, é normal querer colocar um pouco do seu cotidiano nas suas palavras, não é mesmo? Uma vez ou outra serei ácida, assumirei o lado científico da coisa, mas notarão que na grande maioria das vezes isso aqui ficará tão doce a ponto de alguém enjoar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Bom, eu espero que vocês gostem. Quando tiverem dúvidas, o meu e-mail é: &lt;a href="mailto:ingrid@ingridbrasilino.com"&gt;ingrid@ingridbrasilino.com&lt;/a&gt; e estarei sempre lá para responder. Seja sobre os textos, os poemas, os autores. Ou qualquer outra coisa. Quando for interessante, posto aqui as dúvidas que já surgiram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTJlofmdAiI/AAAAAAAABxE/--x8tfsxFyI/s1600/para+blog+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTJlofmdAiI/AAAAAAAABxE/--x8tfsxFyI/s1600/para+blog+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-5685756113702629859?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/5685756113702629859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=5685756113702629859' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5685756113702629859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5685756113702629859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2011/01/o-que-e-o-pasargada.html' title='O que é o Pasárgada?'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TTJlofmdAiI/AAAAAAAABxE/--x8tfsxFyI/s72-c/para+blog+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-8800109299071431639</id><published>2010-12-28T11:17:00.004-03:00</published><updated>2010-12-28T11:31:19.730-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Como a gota de orvalho numa pétala de flor</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-size: x-small;"&gt;Música título: A felicidade de Vinícius de Moraes e Tom Jobim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Não acredito que somos felizes o tempo todo. E não é uma questão de crença qualquer, o espírito da felicidade não é familiar, é amigável. É o tipo de gente que não dorme conosco todos os dias, mas que se é possível convidar para um cafézinho à tarde ou para passar uma noite em nossa casa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Impressionante como muitas vezes só precisamos de um telefonema para adiantar o lado da felicidade. Um telefonema, na verdade, é uma metáfora. Precisamos de uma ligação, algo que nos guie a ponto de ficar bem claro na nossa cabecinha que existe alguém, algo ou alguma coisa com capacidade suficiente para manter-nos vivos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Buscar incessantemente esse telefonema talvez seja a coisa mais errada que já foi ensinado na vida. Caso um dia eu tenha filho, quero ter o discernimento suficiente para dizer a ele: filho, ao contrário do que dizem por aí, a gente não deve correr atrás da felicidade, devemos correr atrás dos nossos sonhos. O estado de felicidade é consequência. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/SekeA-5v5uI/AAAAAAAAA1o/VFBp8JafiU8/s1600/felicidade_bolhas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="215" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/SekeA-5v5uI/AAAAAAAAA1o/VFBp8JafiU8/s320/felicidade_bolhas.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Correr é outra metáfora. A vida é inteira desse jeito: composta por metáforas que se enlaçam de maneira tão forte aos pensamentos e, assim, passam despercebidas, como muitas felicidades. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O que as pessoas não entenderam, até hoje, foi que sorrir não é sinônimo do estado de felicidade, não se doa assim tão fácil. O estado de felicidade é intenso, passageiro e “massageador”. Assim como as surpresas, passa tão rápido e mexe tanto com nosso sistema neurovegetativo que chega a massagear o nosso ser por completo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Viver assim seria fácil demais, por isso desejar felicidade para si é pura falta de desejo. Não adianta colocar na lista de desejo para o próximo ano “mais felicidade” porque ela não chega assim. Felicidade é uma metáfora inventada, como um conto de fadas, uma novela ou um filme, uma comida, uma coleção de canecas ou o primeiro sucesso profissional. O estado de felicidade é subjetivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O bom mesmo é desejar felicidade para os outros, não existe nada mais reconfortante do que saber que alguém que você gosta está feliz. É um abraço na alma. Uma dose de serotonina. Enganam-se os que acreditam na felicidade isolada.&amp;nbsp; Ninguém conta felicidade por dia, hora ou minuto. Quem sabe podemos falar em segundos. Precisamos de momentos sem felicidade, porque felicidade só cabe em frase curta, não dura uma vida inteira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Szxu6sCjA5I/AAAAAAAABEQ/KM5RRbgjF7Y/s1600/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Szxu6sCjA5I/AAAAAAAABEQ/KM5RRbgjF7Y/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;"Quantas vezes a gente, em busca de aventura,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Procede tal e qual o avozinho infeliz:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Em vão, por toda parte, os óculos procura,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Tendo-os na ponta do nariz!"&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Mario Quintana&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Feliz 2011!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-8800109299071431639?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/8800109299071431639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=8800109299071431639' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8800109299071431639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8800109299071431639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/12/como-gota-de-orvalho-numa-petala-de.html' title='Como a gota de orvalho numa pétala de flor'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/SekeA-5v5uI/AAAAAAAAA1o/VFBp8JafiU8/s72-c/felicidade_bolhas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-4616769121111193308</id><published>2010-12-22T17:01:00.003-03:00</published><updated>2010-12-22T17:09:58.320-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Eu hoje vou pro lado de lá</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red; font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Música título: Adeus você de Los Hermanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Eu desliguei a pilha e apaguei a luz, quis diminuir a energia, pensando que talvez assim meus olhos fechassem e meu pensamento fosse clivado em pedaços tão pequenos que eu não conseguiria colar de volta, estabelecer um sentido. É fácil rasgar a alma quando o que menos temos é aquilo que mais precisamos, quando o que fica é só saudade, quando muitas vezes o que fica é a saudade daquilo que não foi. Criei essa coragem de despetalar a flor a da alma que é infinita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Talvez eu sinta demais, mas é sempre assim, dizem por aí que no amor pagamos a dura pena; sempre existe um lado que sofre mais, que ama mais, que corre mais. É imposto que daquela vez a criatura vai amar até sangrar, e foi assim que planejaram nosso amor. Uma hora você está no topo da balança e em outra já caiu. Seria simples demais se você sofresse junto comigo, não é mesmo? Aí não seria amor, seria qualquer coisa, menos amor. Seria talvez um gostar além da conta, mas isso não cabe no meu coração, sobra espaço. Meu coração é tão pequeno e tão grande, ao mesmo tempo, que dá aos outros um amor sem medidas, sem perguntar referência, não estuda o caso, chega e se atira de vez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Dizem que essa é a referência de quem não tem medo de ser feliz. Eu prefiro dizer que essa é a referência de quem, mesmo sabendo que está amando errado, escolhe não ter medo do que já lhe aguarda lá na frente e enfrenta a felicidade momentânea. Aposto que você é daqueles que dizem que é mais duro enfrentar uma tristeza do que uma alegria, esse foi bem o tipo de amor que você quis me dá. E eu aceitei o seu amor barato e suguei de mim até onde pude para retribuir o vazio. Amor até amadurece, mas não faz amadurecer, leva-se um tempo para entender que as peças não se encaixam tão facilmente como queremos. Modelagem não é um processo humano, é corporal, comportamental. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/SbKS65P9O_I/AAAAAAAAAuU/PMrHSdazvfc/s1600/fuga.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/SbKS65P9O_I/AAAAAAAAAuU/PMrHSdazvfc/s200/fuga.JPG" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A impressão que você deixou foi de perda, e é triste quando isso acontece. Nem coisas boas de um lado, nem de outro. Parece que passou sem marcas, ou melhor, parece que nem passou. Isso sim toca, dói, arranha o coração como a radiola da minha tia arranha seus LPs música por música, da maneira mais lenta possível. Tem coração que cansa de amar errado, mas tem coração que não aprende a amar, ele apenas ama, sem o aprender antes – o que faz bastante diferença. Vai ver o seu ainda se encaixa nesse último tipo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;O ruim é não saber quando se chaga ao fim, por pior que ele seja o meio do caminho é mais doloroso, é por onde temos que passar por pedras e árvores infrutíferas. Poderíamos dar o título de caminho das perdas onde cada pedra constrói uma muralha infinita. No amor a gente constrói até onde pode, até onde nosso combustível consegue ir, até onde o motor agüenta. Tem uma hora, no meio dessa loucura toda, que o coração para e faz o carro todo estancar. &amp;nbsp;Talvez só um novo mecânico pra dar um jeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S6KpDAXgvTI/AAAAAAAABKc/XabsSEm6CXo/s1600/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S6KpDAXgvTI/AAAAAAAABKc/XabsSEm6CXo/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-4616769121111193308?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/4616769121111193308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=4616769121111193308' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4616769121111193308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4616769121111193308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/12/eu-hoje-vou-pro-lado-de-la.html' title='Eu hoje vou pro lado de lá'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/SbKS65P9O_I/AAAAAAAAAuU/PMrHSdazvfc/s72-c/fuga.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-4209383246019086409</id><published>2010-12-16T19:39:00.001-03:00</published><updated>2010-12-16T19:47:38.792-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Um egoísmo da vida</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Final de ano, balanço geral. É sempre assim, as pessoas já estão acostumadas a desfazer as malas e tirar o que anda pesando demais. Jogar para trás tudo que não foi satisfatório no ano, como se depois de jogado fora tudo sumisse, desaparecesse. No fundo, as pessoas precisam entender que não importa só o quanto pesa, mas como pesa, a maneira como carregamos. Minha filosofia é humana, o muito e o pouco dependem do ponto de vista do observador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Confesso que minha mala anda um pouco mais pesada do que deve, pago excesso de bagagem em todos os aeroportos, e dou um duro danado para conseguir levar tudo, carregar esse peso infinito de míseros dezenove anos, mas me mantenho firme e confesso também que ainda não consegui chegar ao ponto de dizer se essa mania de guardar tudo é ou não prejudicial. O que eu tenho notado é que isso tudo não é culpa do egoísmo ou do pensamento possessivo que tenho, tenho notado que é culpa do apego, do amor demais, de querer se prender ao que está no material para buscar o espiritual. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Tenho crises de abrir mão de tudo, mas quem não as tem? Nessas horas é preciso ter um pouco de paciência ou anos de sua vida vão embora, mas é difícil se controlar. Esse é um dos preços que pagamos pelo uso excessivo, abusivo, supérfluo do sentimentalismo. Devemos lembrar que não é fácil conseguir todo o material que se jogou fora de novo, seja uma aula perdida, um caderno emprestado, um livro usado, um poema xerocado. Depois que a crise passa, a saudade fica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;E é a saudade que nos faz notar como os dias desse ano passaram tão depressa, deixaram tantas marcas e abriram várias portas. É como se cada momento fosse quebrado para caber dentro de um espaço que só tem metade do tempo, é difícil escolher os melhores. É o quebra cabeças da vida, uma peça aqui, outra acolá e quando você viu, pronto, ainda falta um bom bocado para montar. Pra quem é detalhista, as escolhas do que deixar para trás e do que continuar carregando tornam-se ainda mais complexas. Detalhe requer tempo, espaço, dedicação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Terminar e começar o ano com o pé direito é bobagem, quero vê é continuar com os dois pés no chão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Szxu6sCjA5I/AAAAAAAABEQ/KM5RRbgjF7Y/s1600/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="145" src="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Szxu6sCjA5I/AAAAAAAABEQ/KM5RRbgjF7Y/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-4209383246019086409?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/4209383246019086409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=4209383246019086409' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4209383246019086409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4209383246019086409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/12/um-egoismo-da-vida.html' title='Um egoísmo da vida'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Szxu6sCjA5I/AAAAAAAABEQ/KM5RRbgjF7Y/s72-c/blog+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-8244401416365277608</id><published>2010-11-25T17:22:00.000-03:00</published><updated>2010-11-25T17:22:44.749-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Respeitando as lembranças</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TO7FT4C4-kI/AAAAAAAABpY/hYi39OVCJ7A/s1600/a_primavera_monet_1886_giverny.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="255" src="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TO7FT4C4-kI/AAAAAAAABpY/hYi39OVCJ7A/s320/a_primavera_monet_1886_giverny.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;A primavera, C. Monet&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Aos poucos aprendi que a gente não esquece, independente do sentimento que se tem. Se passou pela vida, vai ficar. Bonito ou feio, torto ou arrumado. Aceitar as lembranças é uma forma não de preservar o sentimento, mas a história em si.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Tinha uma coisa em você que eu gostava bastante: seu sorriso. Não sei se você notou que eu usei o tempo verbal passado, e isso é muito importante, as pessoas hoje em dia deixaram de analisar os tempos verbais. Talvez por isso haja tanto desentendimento nesse mundo. E eu procurei usar o passado porque o sorriso que eu gostava você não tem mais, você tinha, doou para mim e não conseguirá mais doar para ninguém. Não sei se você entende bem essa meia dúzia de palavras nostálgicas, mas no fundo o que eu quero dizer é que o teu sorriso que um dia eu tive e que me deixou tão apaixonada por você passou a ser nosso, ninguém o perceberá como eu percebi, é único.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;É assim que as coisas passam a ser depois do amor, únicas, intocáveis, não tem como apagar e desenhar novamente. Nem tem como desenhar do mesmo jeito, na mesma posição. E acho que é esse o mistério do amor. O fato de deixar a mínima coisa com um ar diferente, sem porções mágicas ou flechas, é uma simples mistura de sensações que transcendem o lado normal do ser humano. Entendeu a definição? Não? Nem adianta tentar, decifrar esse tipo de linguagem é quase impossível. Não pense que o egoísmo é meu e desculpe se você não encanta mais a ninguém com seu sorriso, mas vá tirar satisfações com o amor, não escolhi ter que guardar todo esse sorriso como lembrança. Até porque, no final das contas, depois de redesenhar ele todo em pensamento sinto uma vontade danada de colocá-lo para fora em forma de lágrimas e até tento, mas não consigo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Chorar por você, ou melhor, por nós dois não me levaria a lugar nenhum. Já foi. Já era. Já deu. São essas pequenas frases que rondam minha cabeça e seguram o choro. Aprendi aos poucos que as lágrimas só aumentam o sentimento que temos e então, por esse motivo, resolvi fazer piada de nós dois. Certa vez, em algum lugar do mundo, li que essa é a melhor forma de guardar o amor do jeito que ele sempre foi, nem para mais nem para menos. E é isso que eu quero, é outro direito que o amor dá aos que se separam, congelar o nível dos sentimentos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Em um momento ou outro a lembrança nada mais é do que uma poesia modernista, uma expressão escondida, matéria política nos anos 60. Fica tudo guardado. Depois, fingindo que não sabe como, a gente revira a caixa e bota o plano do esquecimento a perder. E, sem querer ser chata, não esquecer também é uma forma de inteligência, essa foi outra coisa que aprendi aos poucos. Até então, eu achava que era solução do tempo, que ele era o remédio para todas as doenças, como dizem por aí. Mas é só você sorrir de novo que não tem tempo no relógio mais caro do mundo que me faça esquecer o que passou, o que foi, o que já era. É saudável lembrar-se de maneira nostálgica, doentio é tentar a todo custo fingir um esquecimento qualquer. E é por isso que eu guardo seu sorriso como souvenir da nossa história.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-8244401416365277608?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/8244401416365277608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=8244401416365277608' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8244401416365277608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8244401416365277608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/11/respeitando-as-lembrancas.html' title='Respeitando as lembranças'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TO7FT4C4-kI/AAAAAAAABpY/hYi39OVCJ7A/s72-c/a_primavera_monet_1886_giverny.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2221563110606191755</id><published>2010-11-23T15:06:00.006-03:00</published><updated>2010-11-23T15:59:21.838-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Gentileza gera gentilza</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;No mundinho compacto e de plástico que temos para viver, umas das poucas perguntas que as pessoas fazem é “por que ajudamos?”. Na verdade, poucas pessoas preocupam-se em entender o motivo de muito do que acontece na sua vida e ao redor dela. Sem psicologismo barato, defendo um lado humano um pouco mais voltado pro questionamento do eu, simplesmente porque acredito que para um real bem-estar precisamos, acima de tudo, conhecer a nós mesmo. A gente só ama quando conhece e só conhece quando pára para se questionar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Eu tenho em mim um pensamento evolutivo que, acredito, não mudará jamais. Minha idéia é simples: reciprocidade. Ajudamos para, em seguida, sermos ajudados. Sobrevivência. Sem convenções sociais ou motivações do tipo. Situando a todos nesse ponto de vista: ninguém é obrigado a ajudar o próximo, se não quiser e você não será condenado ao fogo do inferno por isso, apenas não receberá ajuda por não ter ajudado. Não é justo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;É ou não é verdade que “Os homens não dão valor a uma boa ação se não trouxer recompensa”? Alguns psicólogos, como é o caso de Krebs (1970) e Unger (1979), acreditam que damos com a finalidade de receber e, por isso, tendemos a ajudar alguém que nos é atraente ou alguém cuja aprovação desejamos. Não adianta, infelizmente, é instintivo – e eu iria até mais longe – é genético ajudar primeiramente os mais próximos. A reciprocidade é, sim, a fonte básica onde buscamos elementos para a caridade, para ajudar o próximo. Sem medo de admitir o egoísmo, será que existe mesmo o altruísmo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2221563110606191755?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2221563110606191755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2221563110606191755' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2221563110606191755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2221563110606191755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/11/gentileza-gera-gentilza.html' title='Gentileza gera gentilza'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-7301419673924888102</id><published>2010-11-21T16:29:00.003-03:00</published><updated>2010-11-23T15:20:20.309-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Porque sentir demais não é bobagem</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Entre o que chamamos de alegria e felicidade existe um abismo. Na verdade, sempre existem abismos nas nossas vidas. Em qual esquina a gente vai ter que parar para não cair? Só mesmo caminhando para saber.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Relacionamento virou banalidade. E não há rótulo que dê jeito, há sempre o jeitinho brasileiro de escapar, de se deixar ser porque o colorido das nossas vidas não depende apenas da caixa de lápis que compramos, mas de como pegamos no lápis, se trocamos de cores, se antes houve contorno no desenho. O tamanho e a cor do nosso sorriso estão diretamente relacionados com todo o nosso álbum de desenhos, dos mais tortos aos mais elogiados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;As pessoas simplesmente lavaram as mãos e deixaram a sujeira inteira debaixo do tapete da sala, cansaram de procurar a felicidade e vivem de sorrisos amarelos. Compram milhares de exemplares de “Como descobrir a felicidade em dez minutos” expostos nas melhores livrarias e acreditam que encontraram a fórmula mágica, o elixir da boa vida. Enganam-se os que procuram receitas porque nunca nenhum artista ganhou dois prêmios com a mesma obra. Por que na vida, quando nos referimos à felicidade, as coisas seriam diferentes?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Talvez o problema maior esteja na própria essência das pessoas, na essência das coisas. E talvez o problema seja a procura dessa essência que, no fundo, inexiste. Não fomos feitos e duplicados, somos feitos e multiplicados, somos multiplicadores das mais diversas personalidades. Não existe uma máquina de xérox de pensamento e ações. Não da para repetir, nem fugir do curso do rio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;O que se repete a nossa vida não são as pessoas, nem os pensamentos, nem os atos; são os sentimentos. Os sentimentos que são os mesmo para várias ações diferentes. Mas as pessoas não entendem e podem estragar a pintura antes mesmo do retoque final. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Nossas vidas não são feitas apenas de abismos, nossos caminhos são costurados por pontes. Cada relacionamento é uma ponte frágil na nossa vida e abre vários caminhos, desde que bem estabelecido. E aí podem me perguntar, “E como seria um relacionamento bem estabelecido?” Minha resposta é simples: desde que você consiga traçar o contorno do seu próprio desenho e achar que eles está adequado, de acordo como você pensa, que em uma primeira olhada você possa sorrir pelos acertos e perceber que pode melhorar em cada traço torto, segue em frente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Construir maquetes e desenhos de pontes para tapar cada abismo é super fácil, mantê-las em pé é que são mais alguns anos de experiência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-7301419673924888102?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/7301419673924888102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=7301419673924888102' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7301419673924888102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7301419673924888102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/11/porque-sentir-demais-nao-e-bobagem.html' title='Porque sentir demais não é bobagem'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-6675823903469409422</id><published>2010-10-17T00:49:00.003-03:00</published><updated>2010-11-21T20:00:17.470-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos'/><title type='text'>Lembre-se</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: 'Lucida Calligraphy';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: 'Lucida Calligraphy'; font-size: 13.5pt; line-height: 115%;"&gt;Pegando a deixa do Carpinejar quando diz que “Liberdade na vida é ter um amor pra se prender”, digo que: Felicidade na vida é ter liberdade para amar!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Lucida Calligraphy';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Lucida Calligraphy'; font-size: 13.5pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TLpyCZJBXZI/AAAAAAAABnw/47nIr3E6K5Q/s1600/dia+dos+namorados+-+casal+crian%C3%A7a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="275" src="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TLpyCZJBXZI/AAAAAAAABnw/47nIr3E6K5Q/s320/dia+dos+namorados+-+casal+crian%C3%A7a.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-6675823903469409422?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/6675823903469409422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=6675823903469409422' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/6675823903469409422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/6675823903469409422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/10/lembre-se.html' title='Lembre-se'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TLpyCZJBXZI/AAAAAAAABnw/47nIr3E6K5Q/s72-c/dia+dos+namorados+-+casal+crian%C3%A7a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-7399057246292907467</id><published>2010-10-13T07:42:00.002-03:00</published><updated>2010-10-13T07:43:57.800-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Emoções'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciúme'/><title type='text'>Quem não se morde de ciúmes?</title><content type='html'>&lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Ontem foi o “Dia das crianças” e eu resolvi que, por isso, eu escreveria sobre ciúmes. Motivo? Creio que o ciúme é um dos sentimentos que nos acompanha desde cedo e a gente não percebe ou não admite. Parece o que temos é vergonha de colocá-lo para fora, muitos acham que deveríamos esbanjar o ciúme como esbanjamos sorriso, mas será que isso seria realmente mais salutar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Aos seis anos de idade o que eu achava mais divertido era brincar com minhas lindas barbies, sempre que eu quisesse brincar estava tudo guardado. Na infância inteira existem muitos objetos que você gosta, alguns que você nem olha muito pra eles e outros nos quais você não deixa ninguém tocar. Nessa última lista entra a minha Barbie Flor. Então a história do ciúme começa quando minha irmã nasce porque ela queria todas as minhas barbies, inclusive a minha linda e estimada barbie Flor. E eu tinha que aceitar, tinha que dividir os brinquedos com ela – como boa menina que sempre fui, agüentava chorando por dentro. Até que eu virei mocinha e meu irmão nasceu. Aí eu canalizei meus ciúmes para outras coisas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TLWMutmj3BI/AAAAAAAABng/YxKdIYCi8DQ/s1600/xx.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="158" src="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TLWMutmj3BI/AAAAAAAABng/YxKdIYCi8DQ/s200/xx.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Histórias infantis à parte: ciúme é inerente ao ser humano, quanto ao ciúme não há como fugir da raia. É uma maneira sutil e amável de irritar quem gosta da gente, de sair cutucando até gerar uma ferida incurável. Ciúme é meio inflamável, sabe? Qualquer faísca já faz pegar fogo de novo. Impossível relacionar quais as emoções que estão envolvidas nessas reações, eu apostaria em todas. O ciúme é a pimenta de toda relação, uns não gostam de jeito nenhum, outros exageram na dose e, acredito eu, que a grade maioria precise dele para sobreviver.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TLWMySvw38I/AAAAAAAABnk/jrGSaBOre_4/s1600/x.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="115" src="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TLWMySvw38I/AAAAAAAABnk/jrGSaBOre_4/s200/x.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Segundo Psicólogos alemães, o ciúme é &lt;span style="color: white;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a reação complexa a uma ameaça perceptível a uma relação valiosa ou à sua qualidade”&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;Tive a curiosidade de pesquisar um pouco sobre o ciúme, pena não ter tempo para ler as trilhares de coisas que o google, amigo fiel, quis mostrar para mim. Outra coisa interessante que eu achei foi a divisão em seis tipos de ciúmes – está ficando séria a idéia de especializações nessa vida: ciúmes inocentes, saudáveis, românticos, sexuais, emocionais e obsessivo, cada um com sua característica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Para mim, existem lados do ciúme, ou ele é positivo ou ele é negativo chegando ao quadro patológico, pois por potencializar as emoções o ciúmes leva a relação – qualquer que seja – ao excesso da cobrança, da desconfiança e da auto-justificação. O que aparece é o sentimento de culpa de um lado e o desprazer do outro, afinal de contas, ninguém quer ser cobrado constantemente. O ciumento patológico tem um quadro clínico interessante: é compulsivo constante de suas dúvidas e faz de tudo para invadir a liberdade do objeto em uma tentativa, frustrada, de aliviar os sentimentos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Lendo Leite Derramando, do Chico Buarque, deparei-me com um fragmento no qual ele expressa bem esses dois lados do ciúme: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Lucida Handwriting&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;“Com o tempo aprendi que o ciúme é um sentimento para ser proclamado de peito aberto, no instante mesmo de sua origem. Porque ao nascer ele é realmente um sentimento cortês, deve ser logo oferecido à mulher como uma rosa. Senão, no instante seguinte ele se fecha em repolho, e dentro dele todo mal fermenta. O ciúme é, então, a espécie mais introvertida das invejas, e mordendo-se todo, põe nos outros a culpa de sua feiúra”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Mais uma vez, aposto minhas fichas nas reações fisiológicas. E o que eu deixo para vocês não é nada pronto sobre o que é ou o que deixa de ser o ciúme, conceituar é muito simples. A literatura internacional e, principalmente, a brasileira traz um enfoque grandioso sobre o tema. Meu questionamento é maior: qual o bem que o ciúme faz? Ou até mesmo, o ciúme faz mesmo o bem? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Atire a primeira pedra quem responde negativamente ao título.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-7399057246292907467?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/7399057246292907467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=7399057246292907467' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7399057246292907467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7399057246292907467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/10/quem-nao-se-morde-de-ciumes.html' title='Quem não se morde de ciúmes?'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TLWMutmj3BI/AAAAAAAABng/YxKdIYCi8DQ/s72-c/xx.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-4529998719784608880</id><published>2010-09-20T08:16:00.001-03:00</published><updated>2010-09-20T08:59:35.992-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Avance quatro casas: volte ao início do jogo</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;"Qualquer amor já é um pouco de saúde, um descanso na loucura" &amp;nbsp;- Guimarães Rosa&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Aos poucos, já depois que você está bem na metade do caminho com seu pino de cor preferida você descobre que jogar o jogo do amor nem sempre é a maravilha que parece. Esse é o tipo de jogo para o qual todos estão convocados, mas que te dá a oportunidade de jogar sozinho. Depende da tua (boa) vontade. Eu nunca fui de jogar nada só. Lembro que desde criança todos os jogos que eu ganhava, dividia com alguém, nunca tive jogadores imaginários, caso não aparecesse ninguém para jogar comigo, eu ai brincar com as bonecas e as barbies que eu tanto gostava. Era uma maneira de espantar a solidão e, ao mesmo tempo, treinar a criatividade. Conheço alguns que abominam bonecas, para minha sorte, minha mãe não é uma feminista de mão cheia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Gostava de pular amarelinha e brincar de “esconde-esconde” na rua. Fato é que eu, no meu maior nível de desastre, voltava para casa toda arranhada ou cheia de bolinhas roxas nas pernas. Naquele tempo, nunca fiz analogias. E em linguagem de psicólogo, não tinha maturação cognitiva suficiente para. Mas, com a pouca que hoje já tenho, acredito que é e sempre será assim a vida, um jogo onde a gente ganha a experiência, as amizades, ganha sorrisos. E no mesmo jogo a gente ganha maturidade e alguns arranhões. Perder a gente não perde nada, de maneira bem otimista, deixamos de ganhar. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TJdB3aoI8iI/AAAAAAAABnA/TxpZsngxuYU/s1600/jogo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="160" src="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TJdB3aoI8iI/AAAAAAAABnA/TxpZsngxuYU/s320/jogo.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Nessa idéia de perder ou ganhar entra o amor, entra o “all you need is love”, entra o “para sempre” e entram alguns pequenos erros no jogo. É como já disse, quase ninguém percebe e, quando se dá conta o jogo está tomado por regras novas e que vão causar alguns arranhões. O mais importante nisso tudo é lembrar que pode machucar um pouco, doer aqui e acolá no coração imaginário, mas depois vira questão de tempo até o final do jogo. Muitas vezes o pino que escolhemos é derrubado no caminho, fazer o quê? No meu caso, eu aceito a queda – com todas as reclamações possíveis, é claro. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Porque eu sempre estive disposta a despir a pouca liberdade que tenho. A saudade que sinto – que nem sei por qual motivo de destino o faço – é o elo entre o que seria ainda possível e o que eu sei que não aconteceria jamais, e por isso não me envergonho desse tipo de queda. Acho que é mais vergonhoso para quem tenta derrubar os pinos do que para quem tropeça e levanta sorrindo. Assim, no que depende de você meus sentimentos foram constituindo-se de maneira tão rápida e leviana que até hoje eu não entendo quem assinou em baixo, se foi o amor ou a amizade. Seria um fim trágico para minhas idéias abandonar o laço, jogar ao léu o que um dia pensamos construir juntos. Colocamos cada tijolo de maneira tão rápida – eu não soube dar tempo ao tempo que nos foi dado e você não soube aproveitar. O que fazer? Desistir do jogo? &amp;nbsp;Acho que não. Acho que vou trocar a cor no pino e seguir em frente, um dia a gente se encontra na linha de chegada e se for vontade do destino, a gente recomeça na linha de partida sem vergonha nenhuma, sem medo do que podem falar e sabendo que os baques são muitos até o fim da vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-4529998719784608880?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/4529998719784608880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=4529998719784608880' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4529998719784608880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4529998719784608880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/09/avance-quatro-casas-volte-ao-inicio-do.html' title='Avance quatro casas: volte ao início do jogo'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TJdB3aoI8iI/AAAAAAAABnA/TxpZsngxuYU/s72-c/jogo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2856665616084159481</id><published>2010-08-30T23:01:00.000-03:00</published><updated>2010-08-30T23:01:01.486-03:00</updated><title type='text'>Eu amo tudo o que foi</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;"Eu amo tudo o que foi,&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Tudo o que já não é,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A dor que já me não dói,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A antiga e errônea fé,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;O ontem que dor deixou,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;O que deixou alegria&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Só porque foi, e voou&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E hoje é já outro dia."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Fernando Pessoa&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2856665616084159481?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2856665616084159481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2856665616084159481' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2856665616084159481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2856665616084159481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/08/eu-amo-tudo-o-que-foi.html' title='Eu amo tudo o que foi'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2820726394343444691</id><published>2010-08-22T13:03:00.003-03:00</published><updated>2010-08-22T13:09:48.457-03:00</updated><title type='text'>"É só que eu me assustei ao me ver tão feliz"</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Sentir falta é pensar, além do normal, naquilo que já foi, já era, que é até melhor que seja assim, mas que, bem escondidinho, aparece uma pitada de esperança. Tenha dó. Nostalgia não tem cura, é crônica. A nostalgia sim podemos dizer que é pra sempre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;É que eu tenho essa mania de sentir saudade, querer acabar com ela e, depois tê-la ainda em um tamanho ainda maior. Meu sentimento por você não é nada além da saudade do que fomos e do que poderíamos ter sido. Sou do tipo que gosta de fechar os círculos e não deixar que o mundo desfaça os nós que eu já dei para juntar os sentimentos que tenho. Não gosto de perder o que já considero sólido, isso faz de mim uma caixa de saudades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Queria acreditar que podemos cruzar o mesmo caminho duas vezes, ao menos, na vida. Não é fácil lidar com a idéia de perder algo aqui de dentro, os pedaços ficam incompletos, o coração nunca mais é o mesmo. Passar, passa, mas existem coisas que passam na materialidade, que a gente até pode esquecer, perder de vista, só que elas fazem questão de martelar a vida inteira, como diria Chico Buarque, ficam como tatuagem no corpo e ainda tem mais, fazem um estrago danado nas próximas experiências.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7SLrwYtmd7Q?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/7SLrwYtmd7Q?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2820726394343444691?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2820726394343444691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2820726394343444691' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2820726394343444691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2820726394343444691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/08/e-so-que-eu-me-assustei-ao-me-ver-tao.html' title='&quot;É só que eu me assustei ao me ver tão feliz&quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2015416674831167803</id><published>2010-07-15T20:11:00.002-03:00</published><updated>2010-07-15T20:14:06.861-03:00</updated><title type='text'>Sem mandamentos para vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em alguns momentos a gente trava. É como se o sim, o não ou até mesmo talvez não importasse mais. A gente sabe que sente forte, mas não sente mais. As palavras acabam, o rosto é outro. E dentro de nós isso é alimentado - nós temos essa mania desajeitada de alimentar, sem querer, aquilo que nos estraga. Bom, estou sem palavras hoje, mas estava com uma vontade enorme de postar aqui. Logo, logo trago novos post, hoje eu só deixo essa música do Oswaldo Montenegro que nos dá uma pitada de esperança!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" style="background-image: url(http://i1.ytimg.com/vi/Hf0epARAFJ8/hqdefault.jpg);" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Hf0epARAFJ8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Hf0epARAFJ8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" width="425" height="344" allowscriptaccess="never" allowfullscreen="true" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2015416674831167803?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2015416674831167803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2015416674831167803' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2015416674831167803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2015416674831167803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/07/sem-mandamentos-para-vida.html' title='Sem mandamentos para vida'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-3358240175244386343</id><published>2010-06-30T12:29:00.004-03:00</published><updated>2010-06-30T12:38:36.324-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sonho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>"Dream a little dream of me"</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Esqueço sempre de dizer adeus. Na verdade, não sei se o que acontece é mesmo esquecimento, acho que eu tenho um pequeno receio do que deixo para trás, nunca gostei de desfazer malas. Também nunca gostei de fazer malas pequenas, as minhas sempre são as maiores que eu possa carregar, gosto de levar tudo que cabe em mim até o fim. Outro dia estava pensando nos sonhos de criança, quantos eu tive que refazer, montar e desmontar e até mesmo quantos deixei de lado porque outros nasceram; ou até mesmo por força maior. Eu sonhava em ser cantora, achava-me o máximo dos máximos do karaokê cantando Elis Regina. Hoje reconheço não ter voz nem para o funk.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;Mas é assim mesmo, a vida acaba nos empurrando à força para certas escolhas. O que ficou desse meu sonho de criança? O melhor possível, o gosto musical por Elis. No fundo eu sempre soube que nunca tive pinta de cantora, a timidez sempre foi mais forte, o sorriso manso, a falta de criatividade. Não sei, só sei que o que ficou de bom foi a memória. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;A gente tem sempre alguma lição para aprender com os sonhos. É através da construção de um sonho que se construirá a realidade. Já cansei de dizer que não sou adepta da Psicanálise. Mas eu tenho que concordar com um aspecto que faz sentido: sonho é o tipo de coisa que a gente não deve desistir. Isso mesmo, indefinido e necessário. E quem foi que um dia disse que sonho que se sonha só não pode se tornar realidade? Isso sim é que é para mim filosofia de botequim. Tudo bem, sonhar em mudar o mundo sozinho é ilusão. Mas prefiro acreditar que quem não grita seu sonho muito alto é mais bem sucedido depois que trabalhou duro e conseguiu o que um dia tanto quis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Também sonhava em ser médica, achava o consultório da minha pediatra a coisa mais linda desse mundo e queria um quase igual. Sempre tive esse gosto de dar um toque meu ao que eu via, hoje chamo isso de crítica, julgamento. É um pensar aos meus olhos. Mas a fase da medicina passou. Veio também a fase da advogacia e essa pareceu pássaro apressado, voou rápido e foi parar longe. Sinto saudade de poder sonhar, voar longe e sonhar de novo e reiniciar o ciclo até que alguém decidisse por mim qual caminho eu deveria seguir. Mas sentir saudade nem sempre é sentir falta, não é achar ruim, querer voltar no tempo. E nesse caso, é só nostalgia mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Depois a gente vai crescendo, querendo acompanhar outro rítmo. Tem gente que consegue logo, outros demoram um tempo para cair na real. Não sei. Acho que aí está a diferença entre o mundo infantil e o resto do mundo: as pessoas crescem e ficam com medo de se jogar no sonho, umas até com medo de sonhar. Penso que desse jeito ninguém chega a lugar nunhum, todos são levados e aí ninguém acha que a vida é um presente porque ela passa tão depressa, tão sem cor. Sonhar é contornar os rabiscos, é colorir folhas em branco. Sonhar é uma forma de planejar a experiência futura. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TCtiny9-eXI/AAAAAAAABgI/P3De-AsrL-k/s1600/pes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TCtiny9-eXI/AAAAAAAABgI/P3De-AsrL-k/s320/pes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Hoje meu maior sonho é caminhar com meus próprios pés e sair quebrando cara e coração a todo momento. Não tenho medo de cair, tenho medo de um dia não ter mais vontade para levantar. Aos poquinhos fui aprendendo a lição mais importante que tomei nota até o dia de hoje: “tempos fugit”. Parace fácil entender que o tempo foge, que a vida não está ganha, que precisamos correr atrás do nossos desejos, mas não é para quem não sonha porque o tempo simplesmente foge. Quem não sonha não sente o tempo fugir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-3358240175244386343?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/3358240175244386343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=3358240175244386343' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3358240175244386343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3358240175244386343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/06/esqueco-sempre-de-dizer-adeus.html' title='&quot;Dream a little dream of me&quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TCtiny9-eXI/AAAAAAAABgI/P3De-AsrL-k/s72-c/pes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2524232625886235892</id><published>2010-06-22T03:57:00.001-03:00</published><updated>2010-06-22T04:06:46.593-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Foto'/><title type='text'>E não ter a vergonha de ser feliz</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TCBeHY_WR9I/AAAAAAAABN4/IB4RNgOocOE/s1600/copa+20.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TCBeHY_WR9I/AAAAAAAABN4/IB4RNgOocOE/s400/copa+20.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Felicidade compartilhada é sempre mais interessante, tem um gosto diferente. É como ter que dividir chocolate. Um domingo de jogo muito mais feliz. 2º jogo do Brasil na Copa 2010. É sempre bom ter diversão guardada na gaveta e saber que mesmo tendo algum motivo pra cair, pra se deixar levar, tem sempre muitos outros pra tentar levantar e chutar a bola pra gol, novamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Em tempo de Copa do mundo todo mundo vira patriota e todo brasileiro passa a falar ainda mais dos argentinos. Ninguém olha pro próprio umbigo, todo mundo olha é para o copo de cerveja da mesa e para a bola no campo. Mas se fosse diferente todo mundo reclamava. Reclamariam, no mínimo, pela falta de torcida. Aprendi que nesse mundo a coisa afunila tanto com o passar do tempo que é cada vez mais cada um por si e Deus por todos, então, deixa a coisa acontecer, alegria bandida faz mais sentido que sorriso amarelo inapropriado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Boa sorte, Brasil.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;" [...] Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;ah, meu Deus, eu sei que a vida deveria ser bem melhor e será.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;Mas isso não impede que eu repita, é bonita, é bonita e é bonita."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2524232625886235892?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2524232625886235892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2524232625886235892' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2524232625886235892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2524232625886235892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/06/e-nao-ter-vergonha-de-ser-feliz.html' title='E não ter a vergonha de ser feliz'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TCBeHY_WR9I/AAAAAAAABN4/IB4RNgOocOE/s72-c/copa+20.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-8827557901410670063</id><published>2010-06-20T05:20:00.001-03:00</published><updated>2010-06-22T05:22:35.661-03:00</updated><title type='text'>"Te ver e não te querer, é improvável, é impossível"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;"Então fingirás - aplicadamente, fingirás acreditar que no próximo ano tudo será diferente, que as coisas sempre se renovam. Embora saibas que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, pensarás com inveja na largatixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os teus olhos já não acham graça [...] " Caio Fernando Abreu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Lucida Grande', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Lucida Grande', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Estou com uma música de Skank na cabeça e são exatas quatro horas e quarenta e dois minutos de uma madrugada sem fim. A culpa é tua. Tenho sono, estou deitada, mas não tenho vontade de dormir. Somo assim mais uma música para minha coleção intitulada “mil e uma melodias para lembrar de não te esquecer”. Eu sei, é ridículo, mas o que não é ridículo no amor? Como se você merecesse, na verdade, como se esse amor merecesse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Eu queria, do fundo do coração, que você lesse minhas poucas palavras e que elas penetrassem assim, em você, de uma maneira tal que ninguém notasse, mas que o aborrecesse, o torturasse. Fico pensando que escrevo para nada, para o nada, para ninguém, que escrevo para a solidão de um rosa branca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;E lembro cada gesto teu, cada mínimo gesto. Cada sorriso que faz falta. Teu olhar pouco penetrante que faz falta nessa imensidão de tempo que nos ronda. E tuas mãos tão seguras, teu tato firme, teu jeito forte e nobre de ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Contamos nos dedos de uma só mão aqueles que acreditam na gente, tirando eu e você, é claro. Porque acho que nem mesmo nós dois prevemos possibilidade alguma. A gente se olha, se bate, se mistura, mas ao final quem vence a guerra é o nosso bom senso. Na melhor das possibilidades, eu penso que isso seja como tudo na vida, passageiro. Mas dentro de mim, eu prefiro que seja duradouro&amp;nbsp; e repito várias vezes na frente do espelho, sorrindo e com a voz bem baixa “duradouro, durador, dura dor”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Nosso amor é o platonismo clássico. Tem o desejo como sobrenome e a impossibilidade como apelido. E como não acho digno que vivamos de migalhas de pão, eu finjo e fujo. Só que dessa vez já não sei para onde vou. Cansei de ser só você e eu. O mundo realmente ficou pequeno para mim e para a paixão que carrego no peito. Qualquer dia vão dizer por aí que eu enlouqueci só porque sou uma eterna apaixonada. Mas eu continuo calma, tomo um gole de café, escrevo meia dúzias de palavras que ninguém entende – naquele idioma que é só nosso. Te envio também uma meia dúzia da cartas e toda semana o carteiro me devolve uma dizendo que foi você quem mandou devolver e nem se deu ao trabalho de abrir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;No fim, quem perguntar pra mim se eu sofro, não vou mentir, direi que não. E se perguntarem porque eu continuo apaixonada, responderei que não sei, que pode ser ruim, mas que é disso que eu gosto. E a cada dia me aperfeiçoarei ainda mais, a escola do romantismo é a mais bela de todas; nela, até a morte é acusada pelo amor.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-8827557901410670063?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/8827557901410670063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=8827557901410670063' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8827557901410670063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8827557901410670063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/06/te-ver-e-nao-te-querer-e-improvavel-e.html' title='&quot;Te ver e não te querer, é improvável, é impossível&quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-3406327897299882813</id><published>2010-06-05T18:18:00.003-03:00</published><updated>2010-06-05T18:24:47.746-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desabafo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saudade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caio F.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Aquele velho clichê</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Hoje eu reapareci. Está faltando em minha vida uma organização maior pra que eu possa voltar a postar aqui com a frequência anterior. Até porque não aguento ficar muito tempo calando os sentimentos. E não adianta, não vou fazer análise – como muitos poderiam indicar para a futura psicóloga. Não acredito muito na tal da terapia psicanalítica e, no meu caso, a terapia da escrita já está de bom tamanho. Uma letra aqui, outra acolá e pronto, sou outra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;E tenho me tornado muitas, nesses últimos dias, mesmo sem tempo pra escrever, mesmo sem tirar o peso aqui de dentro. As coisas acontecem e passam tão rápidas – quando estamos ocupados – que aparentam estáticas. Aquela velha coisa que costumo escutar desde criança: Se você não dá importância, passa despercebido. Isso é tão verdade em mim, agora, é como se eu sentisse a teoria penetrando. Eu sei que é clichê, mas o que seria de nós sem esses bons conselhos que escutamos todos os dias, mas que só chegam até nós depois que sentimos? A vida em si é um clichê, falando poeticamente. Em linguagem matemática, eu diria que ela está mais parecida com um círculo. Para quem fala a lingua da moda, a vida é tendência eterna. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Tenho caminhado com a alma obesa, e isso é péssimo. Sinto falta de parar para ler um bom livro e analisar cada frase e trazer cada frase pra aqui pro meu mundo. Tenho esse costume de transformar em meu o mundo dos escritores e, mesmo que eles não tenham a intenção de expressar aquilo que penso, não importa, interpreto cada metáfora como se fosse minha, cada letra como se fosse escrita para mim. Na verdade, acredito que tenha sido, porque se chegaram até meus olhos foi porque eu precisava de cada vogal e de cada consoante ali escrita. Tenho um lado “deixa a vida me levar”, acredito um pouco no destino. Mas também sei fazer das representações sociais um mundo à parte, ou melhor, como diria o poeta espanhol Antônio Machado: “não há caminho, o caminho se faz ao caminhar”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;E é caminhando que a gente percebe. Aquela velha história: percepção só vem depois de sensação. Podem até me chamar de extremista, mas costumo acreditar nesse lado experimental da vida. Por mais que o caminho seja parecido com o do amigo ao lado, conselhos dependem do ponto de vista e, se você não caminhar não conseguirá nem tropeçar – como já nos disse o Caio Fernando Abreu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Hoje eu sinto uma saudade que parece infinita, talvez ande por caminhos que me façam atirar a saudade mala à fora, talvez ela queira adormecer ao meu lado. Não sei. Saudade é o tipo de sentimento que cria raiz, basta uma chuvinha qualquer na sua vida pra flor brotar. E aquele velho clichê: tudo acaba em saudade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-3406327897299882813?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/3406327897299882813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=3406327897299882813' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3406327897299882813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3406327897299882813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/06/aquele-velho-cliche.html' title='Aquele velho clichê'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2190459848534686630</id><published>2010-05-15T19:56:00.001-03:00</published><updated>2010-05-15T19:57:55.798-03:00</updated><title type='text'>O amor é público</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei, não desejo que o amor seja assim tão manchete. Mas no fundo a gente gosta de um pouco de divulgação, no fundo todo mundo é um publicitário, frustrado, dos próprios sentimentos. Hoje as palavras abaixo não são minhas, mas do Fabrício Carpinejar. São simples, claras e tocantes. Fazia um tempo que não lia coisa tão verdadeira, tão dele que se tornou meu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"[...] Não há como ser feliz sem merchandising do que se está vivendo. Sem  morder a língua. Sem fofoca. Sem contar um pouco mais. É pensar e  divulgar. O amor é público, desde quando se estendeu a mão pela  primeira vez com muito nervosismo para andar na rua com ela. Não  existe como disfarçar. Sensibilidade controlada é indiferença. &lt;b&gt;Um  dos graves traumas afetivos é a falta de amor pelo amor.&lt;/b&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Carpinejar:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;a href="http://carpinejar.blogspot.com/"&gt;http://carpinejar.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2190459848534686630?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2190459848534686630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2190459848534686630' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2190459848534686630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2190459848534686630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/05/o-amor-e-publico.html' title='O amor é público'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-6913532142950512713</id><published>2010-05-10T12:45:00.001-03:00</published><updated>2010-05-10T12:49:54.769-03:00</updated><title type='text'>"Se você corre o bicho pega, se fica não sei não"</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-size:10.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	mso-bidi-font-size:10.0pt;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1	{size:612.0pt 792.0pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:36.0pt;	mso-footer-margin:36.0pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Música título: Acorda amor de Chico Buarque &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Às vezes eu sumo, fico longe das palavras, dou pra trás. Já ouvi falar que isso é normal, uma espécie de hiato. Esqueço das letras e vou embora para outro mundo abandonando toda e qualquer forma de extravasar os sentimentos, os acontecimentos. Quando a gente narra os fatos eles parecem tão mais próximos, mais simples e tão mais longínquos, ao mesmo tempo. Porque depois que lemos o que escrevemos parece que não é nosso e quando parece que não é nosso parece que toca menos. Mas só parece. E parecer é complicado. Não sei se concordam comigo, mas creio que semelhança não seja critério de decisão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Sinto falta de quando era mais decidida, de quando não procurava analogia. Era mais rápido, menos sofrido. Na verdade, existia menos sentimento, menos vontade, era tão prático que parecia apático. Hoje as coisas são mais lentas, doem mais e criam em mim uma espécie de casa de onde não saem mais – algumas permanecem na sala por um longo tempo, cansam e vão para o quarto acompanhar as que lá já estão cansadas de mim. Hoje as emoções são maiores, acho que a vida é um pouco por aí, a gente tem que optar criar ou o bicho das emoções ou o bicho da apatia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Hoje eu sinto saudade e noto que lá no fundo, mesmo que eu não queira dizer, dói tanto quanto a primeira depilação. Cada pelo arrancado é uma lágrima que quer descer mas fica ali, agüentando até onde dá. Tem gente que não agüenta muito, é uma palavra aqui outra acolá, um pedaço do coração arrancado e se desmancha por inteiro. Tem gente que agüenta mais do que pensa. O certo é que podem parecer de ferro, mas nunca conheci ninguém que não seja como eu sempre digo: corpo, alma e coração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Meu sonho era encontrar a fórmula certa, sem ser nem oito nem oitenta, organizar os sentimentos bonitinhos, fazer uma limpeza na memória, jogar fora o que não presta e deixar tudo que pra mim tem importância. Não tenho ido muito além do sonho, mas acabei aprendendo a só deixar acontecer na minha vida o que for necessário, algumas vezes fujo à regra e sou receptiva demais e as coisas vão passando. Mas não é sempre. Tudo é relativo. Amor é mesmo o jardim que Caio Fernando Abreu disse. Tenho plantado tantas rosas e tulipas e orquídeas com a intenção de enfeitar meu quarto, pena que nem sempre chego a tempo de colher ou então as flores nem sempre brotam. O que fazer? Não há regra, nem receita de bolo. Aí tudo parece tão perto do que se quer. Mas só parece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;O que é parecer pra você? pra mim, é não sentir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-6913532142950512713?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/6913532142950512713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=6913532142950512713' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/6913532142950512713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/6913532142950512713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/05/se-voce-corre-o-bicho-pega-se-fica-nao.html' title='&quot;Se você corre o bicho pega, se fica não sei não&quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-8763064874916734465</id><published>2010-04-05T09:49:00.004-03:00</published><updated>2010-04-05T09:53:45.442-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relacionamentos.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bossa Nova'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Manuel Bandeira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Pense em não pensar no amor</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:612.0pt 792.0pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:36.0pt;	mso-footer-margin:36.0pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;...e você acaba pensando em nada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Hoje, quando eu decidi que ia escrever alguma coisa, pensei e pensei e pensei mais duas vezes e decidi que não queria falar de amor, que queria uma coisa diferente, mudar um pouco de assunto. Amor já é tão clichê, refleti enquanto lia algumas frases e tomava um gole de café. Pensei em fotografia, livros, televisão, sociedade, comida, páscoa, viagens. Aí eu cheguei à conclusão que não adianta, não dá pra tentar fugir, em qualquer tema que se toque, fala-se de amor ou de desamor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Lembrei da Bossa Nova, embora não estivesse escutando, mas é que a bossa nova trata de um amor diferente, não é mesmo? É um amor mais fraternal, cheio de carinho, uma espécie de gente que queria adoçar a vida do outro. Acho que era isso mesmo. A melodia vai fluindo lentamente e pronto, quando você menos espera, já está amando, “desamando” e amando outra vez – como manda o figurino do Vinicius de Moraes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Olha eu aí caindo na minha própria armadilha. Decidi que era impossível dizer uma palavra que não denotasse amor. Até mesmo na guerra a gente fala de amor. Então, vamos lá, bota João Gilberto pra tocar brigas nunca mais e faz as pazes com o coração. Reative as esperanças enquanto Tom busca acertar o tom que melhor toque com a sua vida e não sejam só as águas de março que fechem o verão, mas um turbilhão de sentimentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S7ncAc_W6eI/AAAAAAAABLA/1Y8jqG21v6A/s1600/blog.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S7ncAc_W6eI/AAAAAAAABLA/1Y8jqG21v6A/s320/blog.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Aí eu baixei o volume do som para ler um poema e não quis mais aumentar. Manuel Bandeira é como Drummond, faz com que eu caia um pouco na real – não sei se funciona assim com vocês. Mas é isso. E caí. E levantei pensando que a Bossa Nova é a fantasia e o poema de Bandeira, um pouco da realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;ah, o poema de Bandeira:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"Teresa, se algum sujeito bancar o sentimental em cima de você&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E  te jurar uma paixão do tamanho de um bonde&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se ele chorar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se  ele se ajoelhar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se ele se rasgar todo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Não acredita  não Teresa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É lágrima de cinema&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É tapeação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mentira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;CAI  FORA."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-8763064874916734465?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/8763064874916734465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=8763064874916734465' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8763064874916734465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8763064874916734465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/04/pense-em-nao-pensar-no-amor.html' title='Pense em não pensar no amor'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S7ncAc_W6eI/AAAAAAAABLA/1Y8jqG21v6A/s72-c/blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-3138870113947565247</id><published>2010-04-05T09:10:00.001-03:00</published><updated>2010-04-05T09:12:26.711-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caio F.'/><title type='text'>Diálogo com Caio F - II</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;"Use uma margarida na sua fossa"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Uma margarida bem aberta, branca e que denote paz. Fossa é realmente para ser vivida, então que seja da melhor maneira possível, com margaridas e orquídeas, quem sabe? Porque aí a vida fica mais bonita, as flores te deixam mais confortável, mesmo você estando na fossa, lá em baixo, no fundo do poço sem mola. Flores umedecem a alma e acalmam o coração, aos pouquinhos a fossa já nem é mais tão fossa assim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Na vida, a gente tem que aprender duas coisas, pelo menos duas coisas: uma delas é aprender a amar - é um estudo constante e ninguém nunca chegou até o final. A segunda é um pouco mais simples: use uma margarida na sua fossa, seja atrás da orelha ou em um vaso no seu quarto – é um ato aparentemente irrelevante mas deixa o momento um pouco mais interessante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-3138870113947565247?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/3138870113947565247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=3138870113947565247' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3138870113947565247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3138870113947565247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/04/dialogo-com-caio-f-ii.html' title='Diálogo com Caio F - II'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-1239488961991705076</id><published>2010-03-30T08:20:00.006-03:00</published><updated>2010-03-30T21:26:55.460-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relacionamentos.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carta'/><title type='text'>"It cannot wait, I'm yours"</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-size:10.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	mso-bidi-font-size:10.0pt;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1	{size:612.0pt 792.0pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:36.0pt;	mso-footer-margin:36.0pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Carlos Drummond de Andrade disse que o amor começava tarde. Acho que ele realmente estava certo. O amor não é só chegar e dizer que ama, não é? O amor é aprender sentir desde a forma mais simples até a mais complexa. São vários os mecanismos de concessão, de abrir mão, de sorrir junto, de chorar em um abraço apertado. É preciso passar por muita coisa para ser amor. Aqueles que acreditam em amor à primeira vista que me perdoem, mas convivência é fundamental.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Senti que daria certo. E quando a gente, meu bem, não só pensa que dará certo mesmo, é quase viver. Até certo ponto eu tenho medo de sentir porque é estranho demais se entregar assim de corpo, alma e coração para um simples sentimento. Ficar sem saber que rumo tomar, por onde ir. Enquanto estiver fechando os olhos e sorrindo, pode continuar sentindo, mas se o barco não quer mais sair do canto, não adianta remar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S7HdnceDNvI/AAAAAAAABK4/xDTXQgfWhTk/s1600/blog.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="256" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S7HdnceDNvI/AAAAAAAABK4/xDTXQgfWhTk/s320/blog.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Quando eu olho pra ti e vejo esse amontoado de coisas que nem combinam muito com o meu amontoado de coisas, mas que acabaram fazendo parte do meu amontoado de coisas eu fico com medo de perder esse sentimento bom, de você levar embora esse nosso amontoado de coisas – que ainda está pequeno, mas vai crescer um bocado. Sabe como é? Porque você chegou tão tênue, tudo aconteceu à passos de tartaruga e marcou em mim tantos sorrisos, mesmo eu sendo essa pessoa tão cheia de traços desatentos e hiperativos, gostando do muito e do rápido, aqui e agora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;O medo de perder, no amor, é pior do que qualquer outra coisa. Mas nem todo mundo sente e acho que é um pouco unilateral, até certo ponto. Sentimento de perda é como experimentar aquela comida que você nunca comeu, mas diz não gostar – um dia será preciso, necessário, sine qua non. Assim, como eu não quero te perder, não quero que você bote tudo a perder. Foi tão complicado construir isso tudo aqui dentro até agora pra se fazer desmoronar por tão pouco. Não é mesmo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Mas sabe o motivo de todas essas letras? Esse sentimento de saudade invadindo sem pena, essa ausência qualquer sua, a falta de suas palavras bobas. Saudade é assim, meu bem, se você não sentiu ainda na pele um dia chega o seu dia, ela gosta de corroer aos pouquinhos, faz até um buraco no coração e, se você não tiver cuidado, coloca tudo a perder. Saudade é egoísta. E é por isso que hoje qualquer coisa faria sentido se a gente se encontrasse, se você telefonasse ou desse um sinal de vida. Meu bem, aprenda uma coisa, matar a saudade não é crime, é ato lícito. Eu diria até que não existe nada mais justo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-1239488961991705076?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/1239488961991705076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=1239488961991705076' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/1239488961991705076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/1239488961991705076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/03/it-cannot-wait-im-yours.html' title='&quot;It cannot wait, I&apos;m yours&quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S7HdnceDNvI/AAAAAAAABK4/xDTXQgfWhTk/s72-c/blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-4811555943763739148</id><published>2010-03-29T13:33:00.003-03:00</published><updated>2010-03-29T13:38:55.476-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relacionamentos.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia'/><title type='text'>A garota do blog</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Com um pouco de “atraso” e cheia de críticas, informo-lhes que no final de semana passado comecei a assistir a primeira temporada do famoso Gossip Girl. Já faz algum tempo que escuto comentários e eu pensei que conseguiria não assistir e foi difícil driblar a curiosidade por muito tempo. Então, baixei alguns episódios da primeira temporada e posso dizer que não foi em vão. Gossip Girl não é só um mundinho adolescente onde prevalece a futilidade, fofoca e a falta de regras. Sejamos francos, uma análise psicológica bem feita de cada personagem daria um livro melhor que todos os livros da série – sem menosprezar, mas seria um livro mais proveitoso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;O seriado é interessante e todo o glamour dos personagens torna a coisa toda bem hollywoodiana – particularmente não é o meu gosto – mas há sempre uma brecha onde a gente pode meter o nariz ou, até mesmo, perceber onde o metemos. É muito mais fácil fazer uma “auto-análise” a partir do que foi visto no outro porque é muito difícil reconhecer os próprios defeitos; sendo eles propriedades não mais privadas, as pessoas sentem-se mais à vontade para pensar: “é, acho que isso está acontecendo comigo” ou até “será mesmo que eu penso desse jeito?”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;No caso da Blair, por exemplo, e nesse momento não vou tratar do que ela tem de mais comum, mas de um episódio específico e que abre os olhos para um conflito psicológico muito vivido por vários jovens na atualidade: transtornos alimentares. O reconhecimento de um transtorno como esse é complicado, pode ser fácil dizer que não vai mais acontecer, mas o espelho é um pouco mais forte que a própria consciência. E, quando falo em espelho, falo tanto no sentido literal – de notar-se acima do peso enquanto veste uma roupa em frente ao espelho – como também do espelho metafórico e, por que não dizer platônico? É o espelho do mundo, ele não pede, ele exige.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Muitas pessoas têm medo do que a Psicologia pode dizer e preferem os livros de auto-ajuda. Sou o tipo de pessoa que acredita nos defeitos, acredito que ter defeitos é ter uma qualidade – a qualidade de um dia poder subir um degrau e dizer e dizer que venceu aquele defeito. É muito mais forte quem chega lá em cima e admite que precisou aprender muito, do que quem chega lá no topo em tempo recorde, mas sem nem saber como – outro ponto interessante que também é apresentado no seriado. Perfeição, no meu ponto de vista, é ingenuidade, palavra inventada para coisas e pessoas inexistentes em matéria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Elencar os defeitos é tarefa árdua. Mas já tentou também elencar as qualidades? Pra mim, é ainda mais complicado. Somo de um lado, subtraio do outro e ao final vejo que os defeitos não são nada legais, mas são super necessários. É daí que nasce a mudança. E mudança é vida. Todos deveriam aprender a conjugar o verbo mudar, em todos os tempos, modos e adequá-lo à concordância correta. Acho que é o verbo que melhor define as características do ser humano enquanto vivo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Então, é isso, se Gossip Girl rendeu bons pensamentos – e mais um vício para minha vida – garoto que não é perder tempo assim como antes eu pensava. Pelo menos achar seus defeitos você vai conseguir. E, claro, vai sair com uma coleção de moda na cabeça que “mamãe, me acuda!”. &lt;b&gt;Beijinhos Beijinhos, A garota do blog.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-4811555943763739148?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/4811555943763739148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=4811555943763739148' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4811555943763739148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4811555943763739148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/03/garota-do-blog.html' title='A garota do blog'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-5505939191620120181</id><published>2010-03-26T23:17:00.003-03:00</published><updated>2010-03-26T23:20:57.651-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caio F.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Diálogo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Diálogo com Caio F - I</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quem geralmente visita meu blog sabe do meu grande apreço por Caio Fernando Abreu, não é mesmo? Pois bem, resolvi fazer o seguinte: Uma vez por semana vou pegar uma frase do Caio e comentar aqui. Uma coisa pequena, uma forma de diálogo com ele. Como se ele olhasse pra mim e falasse aquilo e eu jogasse de volta os pensamentos dele um pouco mastigados, ou melhor, digeridos. Então, lá vai a primeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:612.0pt 792.0pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:36.0pt;	mso-footer-margin:36.0pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #660000; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;" - Será que as pessoas mudam de comportamento porque se sentem seguras do afeto que o outro sente?"&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não. Na verdade, eu acredito que não. Acho que as pessoas mudam de comportamento simplesmente porque não gostam mais, abusaram, passou do ponto. Na receita da vida – constantemente construída – passar do ponto é o elemento chave. Ou você abre ou fecha portas. Tudo depende. Falam e repetem um milhão de vezes que quando o amor é verdadeiro acontece tal qual magia e, quando não ele fica unilateral batendo no peito descompassado sem medo de a qualquer momento parar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fantasias à parte, quando o amor é verdadeiro ele simplesmente acontece de tal maneira que o entrelaço vai aos pouquinhos tomando forma de fita pra presente. Amor verdadeiro é mesmo um presente. Ele muitas vezes passa do ponto, mas continua saboroso – ninguém reclama até enjoar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-5505939191620120181?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/5505939191620120181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=5505939191620120181' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5505939191620120181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5505939191620120181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/03/dialogo-com-caio-f-i.html' title='Diálogo com Caio F - I'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-4429955146096567211</id><published>2010-03-18T19:34:00.006-03:00</published><updated>2010-03-20T13:54:04.227-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>O amor é mesmo exagerado</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:612.0pt 792.0pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:36.0pt;	mso-footer-margin:36.0pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Comecei parafraseando Cazuza porque achei que exagerado é o adjetivo que mais define o amor verdadeiro, aquele que escancara as janelas com as cortinas fechadas pra que entre vento de sol e de chuva entre e ela balance conforme o tempo. É assim a vida. Lendo&lt;i&gt; “Desculpa se te chamo de amor”&lt;/i&gt; do escritor italiano &lt;i&gt;Federico Moccia&lt;/i&gt; eu, com o pouco que li, estou encantada. Alguns livros a gente começa, vira uma página, vira outra, ri em algumas frases, chora em outras. Com esse os sentimentos têm demonstrado um pouco de diferença – eu poderia dizer indiferença, mas não. É que eles aparecem desordenados, você passa páginas e páginas esperando para ler algo que toque fundo, que vá lá dentro, que mexa com você – é assim a nossa vida. Nós passamos dias e dias de sol bacana pra em um dia especial viver a chuva. Podem não gostar, mas eu adoro leitura assim porque, ao contrário do normal, acalma minha ansiedade, consigo deslocá-la, estabeleço uma troca justa: você fica aí quieta na sua ou então só apareça para pedir o sentimento das letras. Eu conheci esse livro da maneira mais interessante possível: uma comunidade no Orkut onde as pessoas postam frases que as tocaram dos livros que estão lendo. Li aquilo e meus olhos brilharam, foi um turbilhão de sensações instantâneas, como quando se ama. Sabe que quando a gente ama não importa nada além do amor porque o amor é egoísta demais pra se deixar abater por outros. E isso fez com que eu lembrasse um casal conhecido que anda grudado. “Dois em quase um” – eu pensei. E uma amiga disse: “Eles aparentemente se bastam”. As conversas sempre têm seu ponto positivo, seu eixo norteador. Depois um tempo, parei e concluí: o amor se basta e dentro dele nos tornamos prisioneiros desse egoísmo, desse apego exacerbado. E é bom, é uma sensação de querer se ver amada e, por isso, amar cada vez mais. É poder escrever o “eu te amo” no espelho e saber que, além de ser para você mesmo, é para alguém especial naquele momento. O amor só compartilha com você a felicidade, no momento em que não se é mais feliz ou o amor acabou ou ele precisa ser reajustado. Nossa vida é feita de reajustes constantes. E como disse o Moccia em um dos capítulos: "Talvez a primeira vez seja cada vez que amamos...".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-4429955146096567211?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/4429955146096567211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=4429955146096567211' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4429955146096567211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4429955146096567211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/03/o-amor-e-mesmo-exagerado.html' title='O amor é mesmo exagerado'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2432987797986389987</id><published>2010-03-13T12:28:00.002-03:00</published><updated>2010-03-13T12:30:23.013-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carta'/><title type='text'>Sobre os conselhos amorosos</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;A Gabriel, que se diz tão apaixonado,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;fonte de inspiração para essas palavras,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;a quem dediquei um tempo como "amiga-terapeuta".&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Sou do tipo de estudante de Psicologia que não concorda com conselhos amorosos – embora esteja sempre precisando. Mas Psicologia à parte, venho por meio desta informar ao senhor que o amor a gente não compra nem com dinheiro, nem com os anos, nem com o que passou no tempo em que estavam juntos. Que no amor a gente não tem como pagar dívida – fica sempre em débito – e não existe qualquer possibilidade de ser feliz sem o respeito. Amor e respeito andam sempre juntos, se não estão juntos é porque não é amor. Abre o olho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Aquieta o coração, o amor chega para os que merecem e se você merecer ele vai bater de novo, vai chegar sorrindo, mas também não terá medo de dizer outro adeus. Pois é, ninguém sabe até que ponto vai e tem gente que estica até onde pode; como diria o Caio Fernando Abreu: fica insistindo em fé nenhuma. Senta e toma qualquer coisa que te faça bem – eu disse: que te faça bem. Escancara as portas do coração e deixa a razão tomar um pouco de conta desse amor ferido, despedaçado; vai cicatrizando aos pouco – eu disse: aos poucos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não vamos fantasiar. A gente não se conhece tão bem, mas eu entendo um pouco da tua personalidade, desse teu jeito de sentir só na hora e depois deixar pra trás. Eu sei que você não chora – nem choraria. Mas é isso, ela te deu um ponto final e você pode fazer o que quiser dele, na verdade, tem duas opções: continua no ponto final ou o transforma em reticências. Eu escolheria a última opção, talvez seja mais difícil no começo e as coisas comecem a desandar de novo, mas é melhor do que ficar parado; quando a gente continua, ou seja, quando se escolhe as reticências, a vida começa a andar de novo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: small; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu até entendo que esteja doendo, é normal, mas nada mais justo do que sentir uma dor qualquer no dedo quando a gente mesmo martela. Agora faz um curativo e espera, espera, espera, espera, sem se desesperar. Não existe nada pior do que o desespero de quem provoca a perda e chora arrependido. Nas idas e vindas, nas escolhas, na vida a gente deve sempre não se arrepender e levar as coisas até o ponto final. Não deu mais certo? Pára. Mas é parar aquilo, com aquele(a), naquele momento e não a vida, a vida continua, a vida é reticências.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S5uu9M3IKWI/AAAAAAAABKQ/OztCG_fnOOE/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S5uu9M3IKWI/AAAAAAAABKQ/OztCG_fnOOE/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2432987797986389987?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2432987797986389987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2432987797986389987' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2432987797986389987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2432987797986389987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/03/sobre-os-conselhos-amorosos.html' title='Sobre os conselhos amorosos'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S5uu9M3IKWI/AAAAAAAABKQ/OztCG_fnOOE/s72-c/blog+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-8098395987771213958</id><published>2010-03-12T09:37:00.001-03:00</published><updated>2010-03-12T09:48:37.120-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Selo'/><title type='text'>Voltando</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Demorei, mas estou voltando! A faculdade tem tomado muito tempo no começo - e não, não é a quantidade de estudo, é só a organização, mesmo. Depois que tudo ficar organizado direitinho como deve, tudo volta ao normal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Bom, para quem não sabe - porque passei uns dias fora desse meu mundo aqui - ganhei um selo lindo do blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com/"&gt;Calmila&lt;/a&gt;. E ele vem nesse post. Obrigada mais uma vez, querida! :)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E, mais tarde eu prometo postar alguma coisa! Saudade de misturar meus sentimentos aos sentimentos das palavras! Um beijo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S5o1VVpmyUI/AAAAAAAABKI/r0KG1a97AaY/s1600-h/selo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S5o1VVpmyUI/AAAAAAAABKI/r0KG1a97AaY/s320/selo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-8098395987771213958?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/8098395987771213958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=8098395987771213958' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8098395987771213958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8098395987771213958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/03/demorei-mas-estou-voltando-faculdade.html' title='Voltando'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S5o1VVpmyUI/AAAAAAAABKI/r0KG1a97AaY/s72-c/selo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2577446007456666651</id><published>2010-03-06T01:51:00.008-03:00</published><updated>2010-03-06T02:05:00.296-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caio F.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carta'/><title type='text'>Ao som de Caio Fernando Abreu</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-size:10.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	mso-bidi-font-size:10.0pt;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;&lt;span style="background-color: black; color: #cccccc; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;(Sinto muito, mas estava lendo Caio Fernando Abreu e foi o que saiu, então resolvi colocar aqui. Sem pé e sem cabeça, mas com amor. Talvez ainda escreva algo hoje, talvez o dia mereça.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Eu não deveria me preocupar com você, mas nesse momento não sei se estou mais preocupada é comigo mesmo. Não sei mais diferenciar eu e você, as coisas pararam nesse ponto. Só sei que são estáticas e que são coisas, não analisei ainda o que pode ser. Eu poderia ter avançado um pouco, ir longe nunca é demais quando você precisa dizer umas palavras e não tem a quem porque assim você acaba desabafando sem perceber com você mesmo enquanto vai longe. Pena que nem todo mundo tem asas assim tão grandes e tão seguras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Por falar em segurança: essa eu já não sinto mais. E faz tão pouco tempo que eu jurava nem pensar nesse tipo de coisa, minha segura era eu mesmo com essa pouca altura que tenho e essa coragem de vencer na vida. E era de bom tamanho. Hoje se eu não tenho a sua já sinto que falta algo. As pessoas já gostam disso, não é mesmo? De sentir necessidade e de achar que tudo é preciso, que tudo é necessário. Eu comecei a achar também. Comecei a pensar em todas as bobagens de amor que os apaixonados dizem por aí – e eu achei tudo tão lindo. Mas eu sei que ainda não é amor, é uma coisa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Fica difícil continuar sem ter noção de tempo e espaço – principalmente do tempo porque o espaço a gente inventa. Mas eu quero continuar, minha felicidade está um pouco dependente das tuas palavras, dos teus atos e meu medo maior é que ela fique acostumada, coitada. Felicidade, assim, quando começa a não se importar com outra coisa, só com essa coisa mesmo que ninguém sabe o que é, desce a ladeira do amor toda efusiva, cheia de vida, chega lá em baixo com as pernas doendo, leva um tombo na primeira pedrinha da esquina e cai em tempo de se quebrar por inteiro. Mas é como eu disse, a coisa está no seu momento estátua e talvez isso seja bom, seja muito bom. É, talvez seja melhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Mas talvez as coisas ainda melhorassem se você vestisse aquele seu sorriso que eu tanto gosto e batesse aqui na porta de casa com uma rosa na mão – uma só – de preferência vermelha. Aí minha felicidade encontraria outra ladeira pra descer antes mesmo de dobrar a esquina. Porque depois de dobrar a esquina, pra voltar pela mesma rua demora um bocado e talvez não dê pra voltar nunca. Nunca se sabe. Uns dizem que chega a doer pra quem quer fazer o caminho de volta. É, talvez doa mesmo caminhar alguns quilômetros de saudade. Mas enquanto estiver estático não é nem saudade, é ausência mesmo. Tento segurar a barra, acordar cedo, ler alguma coisa, ser feliz do jeito que sempre fui, mas não demoro nem cinco minutos e aí acabo pensando que tudo que passou não faz mais sentido, mas eu sei que faz o único problema é esse pensamento que fica buscando você, querendo você, desejando você – o tempo todo. Pensamento não dá trégua e eu sempre fui assim, sempre quis aquilo na hora deseja. Quantas vezes eu consegui? Nem lembro, mas acho que não passa dos dedos de uma mão, se eu for contar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Só digo uma coisa, eu abri um espaço pra você, sem medo, sem preocupação, sem nada – não tinha nem luz, a gente entrou no escuro – e eu espero que você saiba decorar esse espaço, saiba ser feliz nele, saiba me fazer feliz nele. Porque pode doer como for, onde for e pode até ser uma dor no coração, mas eu não sei ficar infeliz. Fico até sem felicidade e com a coisa toda doendo, mas infeliz jamais. É, posso chorar também porque sempre tive essa mania, não sei esconder, mas não se engane a coisa ainda não é amor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S5HfqcMnJgI/AAAAAAAABJ4/ODhxCHFu2es/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S5HfqcMnJgI/AAAAAAAABJ4/ODhxCHFu2es/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;E as coisas passam, a vida passa. Mas nesse momento eu não quero que você passe. Por mim, você fica, você ficaria infinitamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2577446007456666651?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2577446007456666651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2577446007456666651' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2577446007456666651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2577446007456666651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/03/ao-som-de-caio-fernando-abreu.html' title='Ao som de Caio Fernando Abreu'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S5HfqcMnJgI/AAAAAAAABJ4/ODhxCHFu2es/s72-c/blog+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-3806604921669074289</id><published>2010-03-04T09:02:00.002-03:00</published><updated>2010-03-04T09:04:22.825-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caio F.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>A arte do gosto</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S4-gNyIvqTI/AAAAAAAABIw/Uh_r4_q7GSM/s1600-h/casa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S4-gNyIvqTI/AAAAAAAABIw/Uh_r4_q7GSM/s320/casa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #660000; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;foto: Ingrid Brasilino&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="background-color: white; clear: both; color: #660000; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;(depois revelo aqui minha paixão pela fotografia)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}p	{mso-style-noshow:yes;	mso-style-priority:99;	mso-margin-top-alt:auto;	margin-right:0cm;	mso-margin-bottom-alt:auto;	margin-left:0cm;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:12.0pt;	font-family:"Times New Roman","serif";	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;"E gosto das tuas histórias. E gosto da tua pessoa. Dá um certo trabalho decodificar todas as emoções contraditórias, confusas, somá-las, diminuí-las e tirar essa síntese numa palavra só, esta: gosto.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Isso quem disse foi o &lt;i&gt;Caio Fernando Abreu&lt;/i&gt;, mas você pensa que é fácil? Gostar em estado superior é quase que subtrair mais do teu lado pra somar ao outro. E por aí vai. Alguns acreditam que o importante mesmo é &lt;i&gt;gostar&lt;/i&gt;, independente das outras coisas. Depois de dizer &lt;i&gt;“I like”&lt;/i&gt; até o céu muda de cor. Até o céu ganha a sua cara. E cada um pinta a nuvem do tamanho que quer.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;And I like...and I like to like.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-3806604921669074289?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/3806604921669074289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=3806604921669074289' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3806604921669074289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3806604921669074289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/03/arte-do-gosto.html' title='A arte do gosto'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S4-gNyIvqTI/AAAAAAAABIw/Uh_r4_q7GSM/s72-c/casa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-7208070415395109221</id><published>2010-03-03T08:08:00.001-03:00</published><updated>2010-03-03T08:08:01.488-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saudade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Porque metade de mim é saudade e a outra metade, também</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-size:10.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	mso-bidi-font-size:10.0pt;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S45C1UXG6hI/AAAAAAAABIo/QF5LDMpgQis/s1600-h/saudadeblog.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S45C1UXG6hI/AAAAAAAABIo/QF5LDMpgQis/s320/saudadeblog.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-size:10.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	mso-bidi-font-size:10.0pt;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Já escrevi tanto sobre a saudade e li mais ainda. Sou uma completa apaixonada por saudade. Podem até dizer que isso é romantismo demais, antiquado demais, cafona demais; mas eu tenho esse eterno caso de amor com a infeliz da saudade. Sentir saudade pra mim virou obrigação. Mas se você pedir para eu descrever o que é a saudade, assim, ao pé da letra, com linguagem simplificada pra estrangeiro – desculpa – eu não saberei te responder. Posso até tentar explicar que é como chocolate meio amargo, maneira simples de mostrar interesse, incomodo pela falta, angustia por sentir demais, impaciência, fome. E por aí vai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fico imaginando como vai ser se um dia alguma criança perguntar para mãe/pai: &lt;i&gt;- o que é saudade?&lt;/i&gt; E a mãe/pai ter que responder: &lt;i&gt;- Saudade, querido (a)? Para isso não tenho resposta, é uma coisa que a gente sente.&lt;/i&gt; E acaba aí, para que responde, porque para a cabeça da criança abre-se um mundo. O mundo do sentir com o pensamento, do imaginário infinito – quem melhor que as crianças para criar estórias? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pena que depois da primeira pergunta sobre a saudade, a danada não te larga mais. E você vai descobrindo-a como sentimento diferente cada vez que sente. Tem horas em que a saudade ataca forte, mas tão forte, que recria a cena e você vai até a infância, bate na porta das lembranças e passa horas relembrando como era gostoso ser feliz com tão pouco, ser feliz porque conheceu uma espécie de pássaros, abrir um sorriso porque sua mãe guardou a rapa da massa do bolo de chocolate só para você. Têm horas que a gente esquece de sentir o tipo saudável da saudade e não sabe como seria maravilhoso praticar esse exercício tanto pra memória, quanto pra vida. Porque muitas metáforas nascem quando ainda somos crianças. É como ler Alice no país das maravilhas aos oito anos de idade e reler aos vinte e dois.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas têm horas que chega de saudades, não é mesmo? O coração às vezes não agüenta tanto e manda que a gente pare. Como na música do Chico Buarque: &lt;i&gt;“Era tanta saudade, é pra matar. Eu fiquei até doente, eu fiquei até doente, menina.”&lt;/i&gt; E a gente adoece mesmo, não do corpo, mas da alma. O coração reclama tanto e pede pro pensamento parar, pede pra lembrança ir embora, pede pra saudade deixar de apertar, deixar de pedir a presença. Mas saudade é bicho chato e faz todo o estrago que conseguir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Outro dia um amigo que mora em outra cidade perguntou se eu sentia saudades dele. Têm horas em que a saudade vem mesmo sem a gente querer, a vontade é ficar perto, mas é preciso distância, é preciso saudade. Porque todas as coisas na vida são necessárias e, assim, todos os tipos de saudade são imprescindíveis; a gente precisa experimentar tudo, nem que sinta apenas o gosto e tenha vontade de tomar água porque não gostou. A água funciona como uma espécie de esquecimento provisório – assim a gente só lembra quando quer, ou quando é forçado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S45CVQWIqxI/AAAAAAAABIg/BZ1UvmTYLrM/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S45CVQWIqxI/AAAAAAAABIg/BZ1UvmTYLrM/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se algum dia, por acaso, um estudioso louco qualquer da língua portuguesa resolver abolir a palavra saudade ninguém vai deixar de usar. Não é a mesma coisa dizer que sente falta ou expressar-se em outras línguas – como é o caso do inglês, tem gente que tem mania de um &lt;i&gt;miss you&lt;/i&gt;. Não é a mesma coisa, repito. A palavra saudade é como a palavra velho, é poética – ensinamentos do Rubem Alves. Saudade é sine qua non. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-7208070415395109221?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/7208070415395109221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=7208070415395109221' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7208070415395109221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7208070415395109221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/03/porque-metade-de-mim-e-saudade-e-outra.html' title='Porque metade de mim é saudade e a outra metade, também'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S45C1UXG6hI/AAAAAAAABIo/QF5LDMpgQis/s72-c/saudadeblog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2493725597639489251</id><published>2010-03-02T17:31:00.000-03:00</published><updated>2010-03-02T17:31:13.356-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando a gente sente que a coisa desandou pro lado do amor, só existem duas maneiras de organizar o lado esquerdo: ou você desanda de vez e desce a ladeira junto até o último ponto por entregar o outro lado do corpo e manter o equilíbrio até onde conseguir; ou você mexe pro outro lado e tenta tomar o lado esquerdo de volta. O que é mais fácil? Ser feliz em vários momentos da sua vida, aceitando as recaídas na tristeza, ou ficar esperando uma felicidade?&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S411V-TPhtI/AAAAAAAABIQ/DUIwQZJexyQ/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S411V-TPhtI/AAAAAAAABIQ/DUIwQZJexyQ/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nunca acreditei mesmo em felicidade completa. Na verdade, nunca acreditei em completude. &lt;i&gt;Seja o que for, há a falta.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2493725597639489251?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2493725597639489251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2493725597639489251' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2493725597639489251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2493725597639489251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/03/quando-gente-sente-que-coisa-desandou.html' title=''/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S411V-TPhtI/AAAAAAAABIQ/DUIwQZJexyQ/s72-c/blog+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-1490516306778962277</id><published>2010-02-23T10:59:00.001-03:00</published><updated>2010-02-23T11:02:19.914-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Mania de dicionário</title><content type='html'>&lt;span class="status-body"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="actions"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="actions"&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-size:10.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	mso-bidi-font-size:10.0pt;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="actions"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Tenho mania de dicionário e até hoje não descobri o motivo. Tenho certo amor nada secreto por aprender novas palavras e um gosto que é quase desgosto de buscar sinônimos para todas as palavras e usar aquele que eu mais gostar, mesmo que seja de difícil pronúncia. Também tenho um afeto exagerado por neologismos e qualquer novidade que alimente o conhecimento. Sempre gostei do novo, sempre dei mais atenção aos brinquedos novos, aos amigos novos, aos livros novos. Não seria diferente com as palavras. Mas nunca esqueço o que já é antigo, principalmente das palavras e dos amigos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="actions"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Eu tinha cinco anos quando minha tia apresentou-me um dicionário. Era o mês de Dezembro eu estava prestes a ficar de férias, terminaria o jardim II – parte do que hoje é Educação Infantil. No próximo ano eu seria alfabetizada e, sim, eu ansiava muito por isso, acho que eu não queria ler as palavras soltas e que sempre procurei um sentido para tudo e, assim, até hoje quero ler as entrelinhas. Fato é que aquele livro grosso e com letras pequenas chegou às minhas mãos bem antes de qualquer professora explicar tamanha grandeza e confesso que minhas primeiras experiências com ele não foram muito amorosas; com isso aprendi que todo amor é mesmo uma construção que requer dedicação e concessão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="actions"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Como tarefa para as férias eu recebia, pelo menos uma vez por semana, umas cinco palavras para procurar o significado e minha tia exigia tudo que estivesse no dicionário, sempre achei chato colocar a parte morfológica e até hoje admito não saber direito fazer tal análise, mas tinha uma paixão pela semântica, esquecendo a morfologia. Gostava do poder das palavras, de pronunciá-las com sotaque diferente, de sentir a palavra inteira entrando com significado. Como fazemos com tudo que não gostamos, educadamente fingimos que esquecemos, pedimos desculpa e deixamos passar. Cheguei à alfabetização já sabendo manusear o dicionário antes de todos os coleguinhas da turma – e eu achava isso o máximo, confesso. Tive algumas dúvidas básicas quando comecei a procurar as palavras e minha tia dizia que eu não achava por falta de atenção, naquele tempo eu não concordava com isso, mas de tanto escutar hoje sou convencida da minha desatenção para o que não gosto, se a palavra não interessava, não fazia questão de perder muito tempo procurando e vice-versa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="actions"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Até então, o usufruto do dicionário era basicamente escolar, quando eu precisava entender algum texto ou fazer alguma redação. Isso ficou perceptível quando pela primeira vez escutei a palavra inefável. Era uma aula de redação e eu já estava no primeiro ano do Ensino Médio – foi mais ou menos nesse tempo que tomei gosto pela leitura. Depois dessa aula, cheguei em casa e fui direto ao “pai dos burros”, a voz da professora ainda ecoava com aquela palavra e minha vontade era escancarar seu significado e absorvê-lo de tal modo que a usasse sempre para encantar outros ouvidos. Foi o mesmo sentimento que eu tive quando conheci as palavras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="actions"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;No meu pensamento, foi assim que descobri uma das formas do amor que eu guardo até hoje. É o único amor escancarado, sem vergonha, exagerado e que eu divido com algumas muitas pessoas nessa vida: o amor por palavras. Já faz um tempo que os gestos não são mais importantes e mesmo sabendo que cientificamente falando nós expressamos muito mais pelos gestos, eu ainda aposto nas palavras. E todo dia eu fico apaixonada por uma diferente, como hoje – por exemplo – &lt;i&gt;indispensável&lt;/i&gt; não sai da minha cabeça. Mas amanhã passa. Só tem uma que sempre fica, nunca quer ir embora e eu acho ótimo porque ela representa o amor: &lt;i&gt;inefável&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="actions"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="actions"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="actions"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S4Pdgp-UozI/AAAAAAAABHc/ZaOc4ZtM68U/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S4Pdgp-UozI/AAAAAAAABHc/ZaOc4ZtM68U/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="actions"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="actions"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="entry-content"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-1490516306778962277?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/1490516306778962277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=1490516306778962277' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/1490516306778962277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/1490516306778962277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/02/mania-de-dicionario.html' title='Mania de dicionário'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S4Pdgp-UozI/AAAAAAAABHc/ZaOc4ZtM68U/s72-c/blog+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-213186540076012791</id><published>2010-02-03T17:05:00.003-03:00</published><updated>2010-02-03T17:06:21.524-03:00</updated><title type='text'>Baby, eu queria só te ver hoje</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Verdana;	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #660000; font-family: Verdana,sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/q_849-bzKsw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/q_849-bzKsw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #660000; font-family: Verdana,sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Música título: Baby, eu queria de Nando Reis porque foi a música inspiração para todas as palavras&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Estou sentindo uma falta danada da minha agenda, esse ano. Se eu tivesse pensando duas vezes e comprado qualquer uma que fosse, nesse momento eu escreveria com letras bem pequenas e apagadas que sinto uma falta danada de você. Meu medo é que essas palavras fujam de mim, escapem sem que eu queira e deixe apenas a memória. Também tenho medo de contá-las para qualquer um que seja que não seja você. Porque a você eu contaria assim, bem rápido, no cantinho do ouvido como quem conta uma história de amor e faria questão de enfatizar a incompletude do meu ser, quando você não está comigo. Poderia até fazer pose de atriz pra tudo parecer um drama, as palavras ficariam difíceis porque todo apaixonado que se preze é prolixo ao extremo e não sabe dizer eu te amo; fica em silêncio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não sei se você entende o que eu quero falar, mas não é tão complicado assim te explicar que é só falta, mesmo, saudade, ausência, uma carência qualquer de você. Talvez minhas palavras só escondam esse sentimento e por isso meu pensamento esteja aqui debruçado sobre essas letras como forma de recompensa. É uma pena que você não leia, pois minha vontade é escrever assim, bem ao seu lado, na areia da praia – num fim de tarde de preferência – que estou com saudades. E logo em seguida notar seu sorriso e o toque de sua mão na minha. E como se fosse mágico, a água salgada passa apagando a saudade para que o nosso amor seja como desejou o Caio Fernando Abreu, doce, muito doce. Se há algo que na minha vida nunca é demais, é o seu amor doce.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu não sei se isso acontece com você, mas a saudade tem essa mania de torturar um pouco o coração e a mente de onde quer se instalar. A saudade vai furando um buraco fundo para encaixar o parafuso. Dói até escutar o barulho da furadeira. E sinceramente não entendo porque ainda estamos assim, só sentindo falta. Os anos passam e os amores passam também, ou não? Sabe que agora eu já não sei? A única certeza é o amor, o resto é conseqüência. Agora deu um nó na língua e não consigo mais dizer nada, nem o quanto eu gosto de você nem o quanto você soube chegar aos pouquinhos nem mesmo quero falar da sua timidez porque ela quando se junta com a minha cria esse espaço vazio gigante entre nós dois. E como se o tempo não importasse, ela o deixa passar. Enquanto a gente fica. Ou não. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: small; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sabe que quando você veio me agradecer aquela última mensagem eu estava dormindo? Ou melhor, acho que eu estava sonhando e parece que você veio até aqui, acordou-me sem querer que eu te visse e, quando percebeu meu sorriso, sorriu também do outro lado. Sabe que eu adoro imaginar essas histórias? Gosto de criar meus próprios contos pra pelo menos diminuir a saudade, pelo menos é assim que imagino; mas nem sei se funciona porque saudade eu tenho sempre. Algumas vezes a saudade é daquelas pequenas, aí a gente pode matar com um beijo. Algumas vezes a saudade é daquelas gigantes, aí a gente só mata com a presença, com o olhar, ou até melhor, com o sorriso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S2nTwgxEXDI/AAAAAAAABGU/I-ZODMN8KTo/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S2nTwgxEXDI/AAAAAAAABGU/I-ZODMN8KTo/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-213186540076012791?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/213186540076012791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=213186540076012791' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/213186540076012791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/213186540076012791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/02/baby-eu-queria-so-te-ver-hoje.html' title='Baby, eu queria só te ver hoje'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S2nTwgxEXDI/AAAAAAAABGU/I-ZODMN8KTo/s72-c/blog+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-3565045397651265179</id><published>2010-01-28T20:46:00.015-03:00</published><updated>2010-02-03T17:11:46.408-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Felicidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Sugar happiness</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;meta content="text/html; 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text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;"&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Dizem que toda a gente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #660000; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;durante a sua vida,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #660000; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;encontra uma vez,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #660000; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;mas uma vez só,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #660000; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;a felicidade:&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #660000; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;os que a reconhecem&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #660000; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;são os venturosos"&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Mário de Sá Carneiro, poeta português&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #660000; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;A gente nuncasabe o que acontece depois do estado pleno de felicidade, não é? Lembrobem que passei dias e mais dias da minha vida com uma pergunta bemparecida com essa, feita por Clarice Lispector. É. A gente nunca sabe,porque o momento da felicidade é grandioso demais para ser ocupado como futuro, com o próximo minuto que já está quase presente no ponteirodo relógio, com o que vai ser passado. A felicidade é um sentimentoegoísta, antiquado e volátil. É normal enxergar por aí uma ou outrafelicidade voando no céu, cada uma com uma cor de diferente. É por issoque o arco-íris deixa todo mundo tão emocionado, com aquele sentimentode nostalgia interior que só vai embora depois de uma chuva delágrimas. Desde o dia que eu descobri isso, aprendi duas coisas: averdadeira origem do arco-íris e, claro, a não brincar com a felicidadepara que ela não escape tão rapidamente e saia voando como um balãocolorido até as nuvens.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Sim,a felicidade é também um ioiô que aparentemente está nas mãos de umacriança. A felicidade é um ioiô que aparentemente é controlado por umacriança. Mas as crianças crescem e não costumam brincar mais de ioiô.As crianças crescem e aprendem que não controlam nada, que o percursodo ioiô é aquele, ele vai e volta, ele chega e passa e ela não podefazer nada para mudar o tempo do percurso. E o barbante parece sempretão curto que a gente nem percebe o desenrolar até a ponta e o enrolaraté a volta. Quando se nota, ou é tarde demais porque o ioiô já estápassando de novo ou simplesmente você decidiu não segurá-lo. Mas não hámotivo pra soluço e choro&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i style="color: #660000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Por ser egoísta a felicidade captura todos os momentos só para ela e, ao ser soberana, reina sem ter quando, onde ou por quê&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Écomo dizia Drummond, o primeiro amor passou, o segundo amor passou, oterceiro amor passou; mas o coração continua. Não importa a maneiracomo ele continua porque o importante é continuar. A felicidade é umdos paradoxos dessa vida, é finita e infinita ao mesmo tempo. Sabe serfinita para dar espaço à tristeza, ser solidária e é quem mais sabe serinfinita nesse mundo; por ser egoísta a felicidade captura todos osmomentos só para ela e, ao ser soberana, reina sem ter quando, onde oupor quê. Ninguém nunca sabe como, só sabe que acontece e que, paraacontecer basta estar vivo, ter um coração pulsando, um cérebromemorizando e um corpo interagindo, o resto é balela.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Jáfaz um tempo que eu acredito na incompletude da felicidade, na verdade,na incompletude de tudo e tenho gostado disso. Sou mais feliz com umapeça do quebra-cabeça faltando; seria fácil demais montar um mundo, umavida, com todas as peças. Para alguns falta a esperança e em outros elaestá sobrando – não está cabendo em nenhum lugar. Já reclamaram tambémda falta de amizade, da falta de carinho. O excesso também é sempre umproblema, duas peças iguais não somam para o mesmo brinquedo. Mas éisso, nunca falta coração nem felicidade, estão camuflados, escondidosou você deixou cair na última vez que resolveu brincar e as peçasficaram um pouco danificadas. Se for preciso pinte-as novamente, troqueas cores, recorte as partes feias: a arte da felicidade éincontrolável, mas também não se vende nem se empresta; cada um semeiaa sua como pode. Tira de um lado e reconstrói de outro. Por isso somostão incompletos, porque falta algum alimento para alma. Nossaincompletude não é adjetivo, é estado de espírito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S2If3mmfiuI/AAAAAAAABGM/jTWucyGZIsY/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S2If3mmfiuI/AAAAAAAABGM/jTWucyGZIsY/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-3565045397651265179?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/3565045397651265179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=3565045397651265179' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3565045397651265179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3565045397651265179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/01/sugar-happiness.html' title='Sugar happiness'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S2If3mmfiuI/AAAAAAAABGM/jTWucyGZIsY/s72-c/blog+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-1249548052878928134</id><published>2010-01-25T08:42:00.002-03:00</published><updated>2010-01-25T08:44:08.441-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desabafo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leitura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Sobre o gosto e desgosto da leitura</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Isso é mais um desabafo porque chega um certo momento em nossa vida que precisamos dizer alguma coisa que nem tem tanta importância para qualquer outra pessoa ouvir, mas que é preciso ser vomitada. E a melhor forma de falar algo que só é escutado - lido - es pontaneamente, é escrevendo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Não faz muito tempo que eu escolhi gostar desse mundo. Na verdade, também não mudei de vez, não me joguei no novo. Nem tudo na vida deve acontecer com o entusiasmo que se tem ao rasgar um papel de presentes. Tudo está chegando aos pouquinhos. Costumo difundir para todo mundo que conheço que muito de uma pessoa é um pedaço que ela arrancou de outra, por experiência própria. Eu não gostava do mundo da leitura, lia porque tinha que ler – e tenha certeza que esse tipo de leitura dói mais do que saudade querendo infiltrar o coração. Mas a culpa não era minha, não obstante, de uma professora que me corrigiu enquanto eu lia um texto em uma aula de português no auge dos meus sete anos. Desde aquele dia minhas leituras ficaram cada vez menores, fui escondendo o gosto, diminuindo as palavras. Até hoje tenho problema para falar em público, não que eu costume guardar mágoas, mas pontuo que sempre devemos medir as palavras e saber a dimensão dela, pelo menos ao nosso redor porque nunca conseguiremos saber o ponto que elas atingem depois que são escutadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tudo que eu lia – porque a escola mandava – achava bobo, sem graça, sem jeito, sem forma, sem ponto, sem começo. Faltava alguma coisa e eu não sabia o que era, mas lá estava eu lendo e pulando alguns parágrafos ou deixando escapar algumas páginas. Hoje eu percebo que uma das faltas era a de interesse, nada daqueles livros combinam com o meu mundo, era tudo longe demais e tudo que eu precisava naquele momento – como toda criança – era conhecimento, experiência. Também nunca tive desinteresse, nunca abri um livro procurando figuras, mas confesso que já tive medo do número de páginas. O tempo passou e eu descobri que livro e música a gente não escolhe, simplesmente sente, ao contrário do que muitos pensam – e eu também pensava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Hoje meu sonho é construir um quartinho nos fundos de uma livraria, nele colocar uma cama, um ar condicionado – que seria o objeto mais luxuoso do quarto – um abajur em cima de um pequeno criado-mudo ao lado da cama, uma escrivaninha com um computador e um espaço, ao lado, para papéis porque ainda não perdi o gosto pela escrita a mão, uma pequena estante, duas cadeiras, uma cafeteira e um afeto. Em sonho nada é exagero. Mas todo o resto que eu preciso eu poderia buscar na livraria, uma espécie de biblioteca particular e lá estariam todos os Drummond, Lispector, Caio Fernando Abreu, Chico Buarque, Danuza Leão, Martha Medeiros, Rubem Alves e muitos outros que eu gosto, também aqueles que eu leria porque estavam na moda e os que nem chegariam às minhas mãos porque não fui com a cara da orelha deles.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Foram necessárias muitas dores para que pudesse montar minha estante porque não fui eu quem decidiu que ia gostar de tal autor, foi meu coração, minha cabeça, foi o que eu vivi em certo momento da minha vida, foi uma fotografia, um planejamento, um objetivo, uma escolha feita, uma conseqüência, um amor não resolvido, algumas paixões extraordinárias, sorrisos, lágrimas.  Por isso é difícil indicar livro, por isso é difícil concordar que você goste de fulano de tal mesmo sabendo que ele escreve coisas absurdas. Por isso é difícil creditar alguém que lê o inexistente, o vago. E como eu já fiz isso, meu Deus. Sabe de uma coisa? Não importa se você aos trinta e cinco anos de sua vida ainda lê a coleção vaga-lume, mas também não seja limitado. O que importa, caro leitor, é que você lê independente da leitura. E ler não é entender as palavras, é decifrar as entrelinhas de cada frase, é sugar as vírgulas e desenhar em mente cada letra. Então deixe que digam, que pensem, que falem e, enquanto isso, continue lendo como se não existisse a página de amanhã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S12CVG4onwI/AAAAAAAABGA/QSwRK83LNVY/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S12CVG4onwI/AAAAAAAABGA/QSwRK83LNVY/s200/blog+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-1249548052878928134?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/1249548052878928134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=1249548052878928134' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/1249548052878928134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/1249548052878928134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/01/sobre-o-gosto-e-desgosto-da-leitura.html' title='Sobre o gosto e desgosto da leitura'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S12CVG4onwI/AAAAAAAABGA/QSwRK83LNVY/s72-c/blog+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-4236440126760039735</id><published>2010-01-19T05:08:00.003-03:00</published><updated>2010-01-19T05:19:06.842-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relacionamentos.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aniversário'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conto'/><title type='text'>Qual sabor tem a sua comemoração?</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:1;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-format:other;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:1;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-format:other;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&lt;/style&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: small;"&gt;Apagar as velinhas é uma forma de sorrir por ficar mais velha – que horror, já começar esse texto assim, mas faz parte do dia a comemoração de algumas rugas. Com o passar dos anos aniversário torna-se um pouco mais complicado do que organizar uma festa com o tema que está na moda e cantar a musiqueta da Xuxa e o ridículo “com-quem-será?” enquanto um sopro sem graça apaga a vela. Passa a ser responsabilidade, não sei se quem perde a graça é o aniversariante, ou próprio dia. A quantidade de brigadeiros diminui porque você já não chama mais todos aqueles amiguinhos da escola – isso quando tem brigadeiro. A variedade de bombom diminui e, também, o número de presentes. Acredite: chega um momento em que você tem que se contentar com uma festa interna, com uma comemoração sua, íntima. Para essa não se gasta dinheiro, os preparativos não custam caro e nem é preciso chamar muita gente; afinal de contas, não cabe o mundo inteiro dentro de um só coração. Ainda mais de um coração amadurecendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Acho engraçado que você pode escolher a data de todo tipo de aniversário – amizade, namoro, casamento, conquista de um bom negócio e por aí vai – menos o próprio aniversário. Não foi escolha minha nascer no dia dezessete de janeiro, mas comemorei com grandes festas durante dez anos. Não tenho do que reclamar, pois apaguei vela por dez anos seguidos. Tenho dez rugas hoje? Não, tenho dezenove e, uma cabeça tão cheia – de coisas sérias e bobas – quanto qualquer uma de vinte e cinco. Mas é como sempre digo, quantidade de velinhas só serve pra registrar em foto. O importante mesmo é a qualidade do crescimento na quantidade desses anos. Se for superior, ótimo. Se for muito superior, merece parabéns. Se o nível anda um pouco abaixo, é falta de esforço. Afinal de contas, o que conta mesmo é como as informações se processam e não a quantidade delas porque não há limite para o cérebro humano, mas há um limite para a alma. Ainda mais para uma alma que está amadurecendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S1VnhM_QTEI/AAAAAAAABFw/jqJ_T9Wh18s/s1600-h/boloblog.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S1VnhM_QTEI/AAAAAAAABFw/jqJ_T9Wh18s/s200/boloblog.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Compra-se chapeuzinho, prepara-se o bolo com aquela cobertura deliciosa, arrumam-se as mesas, o aparelho de som está quase pronto para ser ligado e as pessoas começam a chegar. A comida é servida, a música está rolando, a vela já foi apagada e pouco depois as portas são fechadas. A festa acabou e a faxina, começou. Depois de certo tempo, a faxina não recolhe aquele papel de doces, copos descartáveis e restos de comidas do chão. O lixo passa a contar com algum sentimento que já não se suporta mais, com algumas palavras desgastadas, discussões inúteis e uma ou outra lágrima que ainda anda guardada por qual motivo não se sabe. Muitas vezes uma lágrima fica ali por saber que sua hora vai chegar, acredito que seja assim, as lágrimas conhecem nossa tristeza mais que nós mesmos. Afinal de contas, é sempre necessário um dia para esvaziar o peso, descarregar a mala ou então não conseguiríamos chegar tão longe, caminhar com disposição. Ainda mais para um corpo com algumas feridas cicatrizando e pensamentos amadurecendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sinto falta daquela comemoração com todos ao redor da mesa, da foto tradicional, de pagar o mico de cantar os parabéns com um chapeuzinho rosa na cabeça. Sinto falta dos temas infantis que alegravam a festa, do algodão doce, da pipoca e, principalmente, do cheiro de brincadeira. Mas a gente acaba entendendo que cresceu por causa dessa saudade. Eu nem quero mais escutar as mesmas músicas que escutei no meu aniversário de seis anos. Até para comemoração de aniversário existe reciclagem e é preciso entender o processo, caminhar firme, chorar quando necessário independente do número de velinhas e de rugas, sorrir quando achar que deve, sentir quando achar que pode, fazer quando estiver com vontade, ser responsável quando preciso, respeitar na maioria dos casos, dedicar-se ao que se gosta, abandonar o que foi empiricamente triste, criar novas expectativas, alcançar metas, buscar sonhos e por aí vai. Afinal de contas, nunca é tarde para chegar longe porque ao infinito não se chega dobrando a esquina e, são necessárias muitas velinhas e alguns sabores e dissabores para encarar a vida de frente. Ainda mais para alguém que faz aniversário pensando que nasceu de novo por ter amadurecido tanto, em tão pouco tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;  &lt;div style="color: #990000; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E enquanto a festa rolava a criança - um pouco acima do peso - olhava para a mãe com vontade de pedir um pedaço de torta, mas sem coragem. Então decidiu pedir ao pai que não hesitou e disse: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #990000; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S1VneTQ2VzI/AAAAAAAABFo/0inwuUGwPhU/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S1VneTQ2VzI/AAAAAAAABFo/0inwuUGwPhU/s200/blog+01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Está bom desse tamanho, minha filha?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E ela respondeu, com um sorriso que parecia  mais um abraço, de tão carinhoso: - não, papai, coloca um pedaço com morango.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E saiu contente com seu pedaço de bolo e com um sentimento de felicidade que parecia mais a menininha boba do conto de Clarice Lispector que sabia que sempre sua felicidade seria clandestina, nem precisava saber encarar a situação. Só sentir. E ela sentia que todos estavam felizes; ela com seu pedaço de bolo; seu pai por ter entregue o pedaço de bolo e, mais feliz que os dois, estava sua mãe que embora não concordasse com aquele grandioso pedaço, sorria por dentro por sentir que os seus dois amores estavam felizes. Desde esse dia a criança aprendeu que só precisava sentir, todos os presentes eram conseqüência desse feito.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-4236440126760039735?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/4236440126760039735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=4236440126760039735' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4236440126760039735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4236440126760039735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/01/qual-sabor-tem-sua-comemoracao.html' title='Qual sabor tem a sua comemoração?'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S1VnhM_QTEI/AAAAAAAABFw/jqJ_T9Wh18s/s72-c/boloblog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-4409286455123937964</id><published>2010-01-15T19:10:00.004-03:00</published><updated>2010-01-15T19:24:31.774-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relacionamentos.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conto'/><title type='text'>Então não some e tudo fica bem</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-size:10.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	mso-bidi-font-size:10.0pt;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Já faz um tempo que você não aparece. Eu não queria, mas tenho que confessar o quanto de saudade eu sinto. Até hoje não entendo esse sentimento desordenado que busca fora o que tanto faz falta dentro. E fazer falta, no dicionário dos sentimentos, é fazer doer. Então eu já posso dizer que o silêncio da tua voz faz doer um pouquinho dentro do meu peito enquanto meus olhos procuram tua presença. É como se a tua falta martelasse o prego de uma obra em construção e interminável: o nosso amor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não, não acho que esteja apaixonada, nem quero chegar a dizer isso para você assim como quem não quer nada, como quem conta que está doente. Mesmo assim, o remédio que eu preciso nesse momento é extraído de você e você não está aqui para se doar, para deixar que as coisas aconteçam. Não gosto mesmo de prestar atenção a contra-indicação, meu corpo morreria de overdose. E minha alma, eu sinceramente não sei. E se você quiser saber não dou muito mais tempo pro que quer que nós dois queiramos montar juntos porque nosso prazo estar para acabar e nem aproveitamos como deveríamos. A vida de sentimentos é mais duvidosa do que burguesa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Custa caro sentir falta daquele seu sorriso bobo ao me olhar e do meu sorriso bobo, ao te ver e, também, de como você gosta do meu sorriso bobo.&amp;nbsp; É fácil notar se a gente já gosta um pouco um do outro, fica-se bobo com o mínimo. Mas um sorriso talvez não seja o mínimo quando brota lá de dentro. Um ou outro sorriso a gente pode só deixar desbotar do lado de fora, não é desse que sinto falta. O incomodo é ocasionado pela falta lá de dentro, daí de dentro, daqui de dentro, do dentro de nós. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu sei, você deve achar minhas palavras um pouco confusas, mas eu não posso fazer nada porque qualquer coisa que chamemos de nosso é assim, pegamos a embarcação sem bússola nenhuma. E quando se toma destino sem rumo só existem duas coisas para fazer: ou continuar assim navegando sem previsão e tentar aproveitar o caminho; ou continuar assim navegando sem previsão e não tentar aproveitar o caminho. Esqueci de lembrar: não existem bóias para os sentimentos. Seria desanimador, da nossa parte, se não tentássemos. Não sei a que altura estamos, mas até chegar lá – e quando chegar acho que saberemos – vivemos no meio, na metade, no miolo, na divisão do todo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É como sempre escuto dizer por aí desde que nasci, o importante é não parar. Enquanto não se tem previsão para um fim a embarcação vai levando, indo pra longe, parece até que vai bater lá no horizonte sem fim que um dia eu tanto quis visitar. Dizem que lá tem um ser desconhecido, no estilo do amor só que personificado e que quando alguém chega lá tem a intenção de ser atacado. Difícil descobrir se isso é realmente verdade se não tentarmos até o fim. Até cansar. E, uma vez cansados, não sentiremos falta do sorriso bobo um do outro, nem da pouca conversa, nem dos abraços. Cansados, talvez, a coisa não ande mais, o barco emperre, até a gente decidir descansar. Quem sabe esse descanso traga força e, assim, a navegação continua? Quem sabe esse descanso traga força pra fazer a navegação voltar para o lugar de onde partiu e, nesse tempo, rasgar a história? Quem sabe esse descanso traga força e possamos, assim, remar juntos e, enfim, seguir juntos? Quem sabe o horizonte ainda esteja longe? Ou talvez já esteja bem perto. Mas se nós não sabemos, quem sabe? &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S1Dq60QH0zI/AAAAAAAABFI/kAAm4-Xvm8s/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S1Dq60QH0zI/AAAAAAAABFI/kAAm4-Xvm8s/s200/blog+01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-4409286455123937964?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/4409286455123937964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=4409286455123937964' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4409286455123937964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/4409286455123937964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/01/entao-nao-some-e-tudo-fica-bem.html' title='Então não some e tudo fica bem'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S1Dq60QH0zI/AAAAAAAABFI/kAAm4-Xvm8s/s72-c/blog+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-8017281671288932738</id><published>2010-01-05T08:55:00.003-03:00</published><updated>2010-01-05T09:03:25.119-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Quase tudo entre casar e ser feliz</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:1;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-format:other;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}span.entry-content	{mso-style-name:entry-content;	mso-style-unhide:no;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A gente nunca sabe onde vai parar com o amor, ou por causa dele. Dribla-se tudo, menos os sentimentos. Porque a vida é feita do sentir acompanhado pelo prazer. Depois disso tudo está entre o céu e a terra e, por isso, torna-se mais fácil. Casamento que flui bem para a eternidade é a utopia da atualidade e até acontece com freqüência, nas novelas. Sejamos francos, o amor não é mais o mesmo porque o mundo mudou ou porque as pessoas precisavam mudar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A resposta depende do que cada um sente. Sentir é viajar com os pés no chão, muitas vezes de olhos fechado; em outras, talvez bem abertos. Quando Vinícius de Moraes sugeriu que era preciso inventar de novo o amor, seu único objetivo era acabar com a tristeza de outro amor que já foi já era, passou. E assim, vão-se muitos amores mares adentro, afogam-se na desesperança. A sugestão foi infeliz, talvez, reinventar o amor está além de trocar de abraço. É a reinvenção do sentir, é fazer sorrir mais amplo, chorar mais forte, gritar mais alto, abraçar mais denso. Talvez na paixão a gente precise mesmo trocar de abraço, como é dito e redito em alguns estudos. Na existência do amor – estado supremo do sentir forte e indiscutivelmente inesquecível – a troca é mais por causa da paixão do que do amor em si, a mudança é calada e profunda para tocar doce e fino aos ouvidos das pessoas amadas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Não é falta de fé no amor, mas é a minoria da minoria que nos dias de hoje case-se por amor de verdade, daqueles de passear de mãos dadas mesmo depois de trinta anos de casamento – de conseguir chegar aos trinta anos de casamento. Mas temos um ponto a favor, na atualidade é mais fácil chutar o balde do que agüentar anos de ilusão; a felicidade da troca é maior do que a do dia do casamento. Desse jeito, voltamos pro velho dilema que mostra a diferença entre amor e paixão. Casar por paixão não adianta, mesmo tendo toda a fé do mundo nos milagres porque depois de juntar as escovas de dente, só mesmo o milagre do amor e sua reinvenção para fazer perdurar o casamento, o posicionamento, o questionamento, o sentimento e por aí vai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Caio Fernando Abreu em um de seus escritos – um dos mais famosos, vale lembrar – disse: &lt;i&gt;“Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim, que seja doce.”&lt;/i&gt; E Caio mais uma vez acertou, precisamos mesmo de doce para acalentar as amarguras estressantes do dia a dia, hoje mais do que nunca sabemos que somos humanos com corpo, alma e coração, para ser mais clara: matéria, espírito e sentimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A dica é a mais básica e simples possível: se não for amor, não leve à diante. Não comece mais&amp;nbsp; um ano enganando e sendo enganado. A felicidade não está no nome que se dá ao relacionamento, mas no relacionamento em si independente de ser casamento, namoro ou amizade. É a maneira como convivemos que excita o resultado parcial ou final de um relacionamento, não existe a receita do casal perfeito; existe a criatividade de cada um para se reinventar dentro daquilo que foi construído e da maneira mais conveniente para ambos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tudo bem, não deu mais certo? Faz as malas, escancara o coração e eleva a alma tendo certeza de que acabou a paixão e você e seu companheiro desgastaram o amor. Ninguém pode adoçar o café do casal vizinho a não ser o próprio casal porque existe um ponto de saturação para tudo. E se já não dá mais para voltar para o zero e fazer diferente com a mesma pessoa, vai em frente, não foi o teu amor que acabou – acabou o amor do casal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S0MnxvCw-lI/AAAAAAAABEg/QlDmnmT6hec/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S0MnxvCw-lI/AAAAAAAABEg/QlDmnmT6hec/s200/blog+01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #660000; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #660000; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #660000; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"(...)Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se fosse nada.” Caio Fernando Abreu&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-8017281671288932738?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/8017281671288932738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=8017281671288932738' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8017281671288932738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/8017281671288932738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/01/quase-tudo-entre-casar-e-ser-feliz.html' title='Quase tudo entre casar e ser feliz'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/S0MnxvCw-lI/AAAAAAAABEg/QlDmnmT6hec/s72-c/blog+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-537788990588936901</id><published>2010-01-03T05:35:00.004-03:00</published><updated>2010-01-03T05:37:34.215-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;HIPÓTESE&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E se Deus é canhoto &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;e criou com a mão esquerda?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Isso explica, talvez, as coisas deste mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-537788990588936901?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/537788990588936901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=537788990588936901' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/537788990588936901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/537788990588936901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2010/01/hipotese-e-se-deus-e-canhoto-e-criou.html' title=''/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-3356913971575004116</id><published>2009-12-31T06:46:00.004-03:00</published><updated>2009-12-31T06:53:46.153-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Quatro, três, dois...Tin-Tin</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-size:10.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	mso-bidi-font-size:10.0pt;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1	{size:612.0pt 792.0pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:36.0pt;	mso-footer-margin:36.0pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Szxu5iaQTWI/AAAAAAAABEI/xQjgPLH_NG0/s1600-h/brinde.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Szxu5iaQTWI/AAAAAAAABEI/xQjgPLH_NG0/s200/brinde.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Festa de final de ano já tem cara de família e tem gente que, por isso, torce a boca; gosta mesmo é de passar com os amigos ou, quem sabe, sozinho. Assim, nem todo mundo gosta de comemorar Natal e Réveillon. &amp;nbsp;Eu até acho justo – cada um tem sua visão - e não vejo graça nos fogos logo após a contagem regressiva para a mudança de ano. Mas concordo que é primordial agradecer e comemorar pelo que ficou do ano que passou e pensar positivo, junto a uma boa taça de espumante e algumas gargalhadas pro ano que nasceu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Fui passear pelo mês de Dezembro do ano de dois mil e sete e dois mil e oito aqui do blog, afinal de contas, não queria escrever a velha ladainha de sempre mesmo sabendo que de lá pra cá as pessoas que lêem isso aqui mudaram bastante. Então em dois mil e sete deparei-me com um poema de Neruda – belíssimo - &lt;a href="http://ingriidbrasilino.blogspot.com/2007/12/um-feliz-ano-novo.html"&gt;e outras letras minhas&lt;/a&gt; que falavam, basicamente, em mudança. O que continua sendo verdade, o dia primeiro de Janeiro para mim tem um cheiro diferente, de promessa, de mudança. Já em dois mil e oito eu deixei os poemas de lado e coloquei pra fora &lt;a href="http://ingriidbrasilino.blogspot.com/2008/12/falta-um-ponto-final_30.html"&gt;tudo aquilo que faltava,&lt;/a&gt; tudo que eu sentia necessidade e até acho que exagerei na dose, mas ainda continua faltando algumas coisas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Três anos inteiros são decisivos e, indiscutivelmente, cheios de aprendizado e mudanças. Dezembro de dois mil e nove chegou pra mostrar que eu estava ainda mais enganada. Eu nunca estive assim, tão perto do amor pelo tempo que estive longe. Talvez o certo seja me manter longe do amor, pra senti-lo como seda enquanto durmo. Acertei as letras que saíram pela boca, mas errei quando escrevi por dentro e até algum dia eu tentava apagar, sem saber que não se apaga. Não é saudade, escrevo por necessidade de abrir feridas já cicatrizadas – externamente - e cicatrizá-las por dentro porque é muito fácil fazer o sangue parar de escorrer, esconder um corte por um tempo, usar algum analgésico e pensar: “é, está tudo bem”. Ninguém vê o que precisa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Muitas vezes é preciso que um ano inteiro passe, que alguém mude de cidade, que troquem de telefone, que se esqueça de anotar o compromisso de amanhã cedo na agenda. Muitas vezes é preciso descarregar a bateria por completo, chegar ao máximo do excesso pra notar que precisamos mesmo é de uma carga nova. Para algumas pessoas a maneira como a vida anda – e como o tempo leva a vida – não tem importância nenhuma e a onda que aparecer, por menor que seja, já é suficiente. Então nem adianta boas cartas e péssimo jogador. Desse jeito só há uma maneira de chegar ao alvo, permanecer atento para recarregar as energias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Dezembr&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;o vai embora pra mostrar a possibilidade de mudança. E acho que essa palavra é a chave que abre a grande porta para o próximo ano. E eu quero abrir a porta de dois mil e dez e deparar-me com um jardim cheio de rosas, o resto é conseqüência. E eu desejo o mesmo pra vocês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Szxu6sCjA5I/AAAAAAAABEQ/KM5RRbgjF7Y/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Szxu6sCjA5I/AAAAAAAABEQ/KM5RRbgjF7Y/s200/blog+01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;E, nada melhor do que as palavras de Drummond para desejar à todos um Feliz 2010:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Desejos - Carlos Drummond de Andrade&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Desejo a você...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Fruto do mato. Cheiro de jardim&lt;/i&gt;&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Namoro no portão. Domingo sem chuva. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: small;"&gt;Segunda sem mau humor&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; . Sábado com seu amor &lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: small;"&gt;Viver sem inimigos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Filme antigo na &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: small;"&gt;TV&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: small;"&gt;Ter uma pessoa especial. E que ela goste de você&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: small;"&gt;Música de Tom com letra de Chico.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Frango caipira em pensão do interior. Ouvir uma palavra amável. Ter uma surpresa agradável. Ver a Banda passar. Noite de lua Cheia. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: small;"&gt;Rever uma velha amizade. Ter fé em Deus&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: small;"&gt;Não ter que ouvir a palavra não Nem nunca, nem jamais e adeus. Rir como &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;criança&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Ouvir canto de passarinho. Sarar de resfriado. E&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: small;"&gt;screver um poema de Amor. Que nunca será rasgado. Formar um par ideal.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Tomar banho de cachoeira. Pegar um bronzeado legal. Aprender uma nova canção. Esperar alguém na estação &lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Uma festa. Um violão. Uma seresta. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: small;"&gt;Recordar um amor antigo.Ter um ombro sempre amigo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Bater palmas de alegria. Uma tarde amena. Calçar um velho chinelo. Sentar numa velha poltrona. Tocar violão para alguém. Ouvir a chuva no telhado. Vinho branco. Bolero de Ravel. E muito carinho meu&lt;/span&gt; .&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-3356913971575004116?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/3356913971575004116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=3356913971575004116' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3356913971575004116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3356913971575004116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2009/12/quatro-tres-doistim-tim.html' title='Quatro, três, dois...Tin-Tin'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Szxu5iaQTWI/AAAAAAAABEI/xQjgPLH_NG0/s72-c/brinde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-3277028344834677245</id><published>2009-12-30T19:33:00.001-03:00</published><updated>2009-12-31T00:28:19.184-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Faça um balanço geral do ano</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/SzvTclWcnzI/AAAAAAAABD4/eAu9fSLoR6Q/s1600-h/manicure.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/SzvTclWcnzI/AAAAAAAABD4/eAu9fSLoR6Q/s200/manicure.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Manicure é uma coisa de louco, principalmente quando estamos em tempo de festa coletiva, como é o Natal e o Réveillon. Não adianta ligar no dia anterior, já estão todas lotadas porque até aquele teu vizinho chato e parece não se importar com as aparências resolveu aparecer no salão da esquina pra passar o final do ano que lhe resta com as unhas limpas. O desastre está feito porque você, que bate o ponto no salão todo final de semana, perdeu a vaga por não ter ligado com antecedência ainda maior. &amp;nbsp;Mas tudo bem, você tenta o salão do outro bairro, que também não tem mais vaga e chega a ligar para um de um bairro ainda mais distante que tem uma vaga, mas você não vai conseguir chegar a tempo. Então você pensa que suas festas de final de ano foram por água a baixo. Mas tudo bem, tem acetona em casa e aquele esmalte vermelho já velho que você comprou há uns seis meses porque gostou da cor e nunca usou pelo simples fato de não saber pintar a mão esquerda. Respira, essas coisas acontecem!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Não, eu não vou fazer propaganda nenhuma pros produtos das Organizações Tabajara do Caceta&amp;amp;Planeta – até porque não suporto o programa. Mas isso veio em mente quando eu estava lendo um texto em outro blog e um trecho dele dizia: “Chega uma hora que a realidade te espreme num canto, te dá um tapa na cara e te pergunta: o que é que você está fazendo aqui?” Tudo bem, eu usei uma situação mais “mulherzinha” do que o habitual, eu poderia ter falado do aquecimento global, da corrupção ou de tantas outras realidades, mas resolvi escolher o universo feminino pra fechar o ano e abrir uma nova etapa nesse meu espaço.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Dois mil e nove acaba logo mais e eu te pergunto: qual presente você se deu? Não, não estou falando em Papai Noel, amigo secreto ou qualquer bobagem de final de ano embalada e com um cartãozinho feliz na ponta do laço. O presente que eu pergunto tem mais cara de balanço final, soma daquilo que ficou de bom, laços de relacionamentos, cartão de apresentação renovado, etc. Todo ano, lá fundo, mesmo quem diz que não acredita nos pulinhos das sete ondas faz algum tipo de pedido, talvez alguém até faça uma lista. É bem comum o “no próximo ano eu vou...” e aquela infinidade de recomendações que, muitas vezes, ficam apenas no papel – ou no pensamento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Também é comum que o ano seja bom para alguns e ruim para outros, até o dia 31 de dezembro a gente vai somando o que for pra somar, diminuindo o que não quer, riscando da lista que já foi feito e acrescentando mais. Vou confessar, tem um verbo que eu nunca tiro da lista: conhecer. Tenho mania do que é novidade, minha atenção sempre está em torno de tudo que tem gosto de novo. E aí, a grande pergunta: Então só o que é novidade interessa? Como fica o que já não é mais novidade? Minha resposta é que eu sou quase um museu ambulante em busca de novidades que logo se tornam antiguidades preciosas – ou não. Pois é - como costumam dizer - um paradoxo vivo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O que eu quero é tirar o laço de cada presente que dois mil e nove fez questão de deixar, sem defender coincidência ou destino, meu foco está no conhecimento. É a partir do conhecimento que somamos cada novidade no nosso museu interno, na nossa memória. Certo, vamos combinar que os presentes são individuais e, principalmente, intransferíveis. Uma mesma música pode ser presente pra mim e pra você, mas com embalagens diferentes. E assim outra pergunta: É mais importante o presente ou a embalagem? Minha resposta é nem um, nem outro; os dois formam um conjunto, a embalagem representa o cuidado e o presente, a materialização das emoções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;É freqüente que nas comemorações de finais de ano – já depois que você conseguiu uma manicure e passou uma hora e meia conversando com ela como se fossem amigas de infância – a alegria reine entre os presentes e os “comes e bebes”. E, como muitas coisas que acontecem nas nossas vidas, nós nos acostumamos. Hoje eu quis fazer diferente não por ter acordado e colocado os pés no chão gelado, mas porque percebi que não é o estresse na manicure, a falta de presentes ou o fato de ser novidade ou não; o que realmente importa para um bom começo de ano é uma lista de coisas do ano anterior. Portanto, pega papel e lápis e começa enumerando cada presente do teu ano por mês e, no final, usa da matemática da vida, faz as contas com cautela e imagina o dois mil e dez. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/SzvTiqZB4aI/AAAAAAAABEA/unSxPSBLGVk/s1600-h/blog+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/SzvTiqZB4aI/AAAAAAAABEA/unSxPSBLGVk/s200/blog+01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Pra noite do dia 31 de Dezembro, como já recomendou Oswaldo Montenegro, &lt;i style="color: #990000;"&gt;"faça uma lista dos sonhos que tinha, quantos você desistiu de sonhar?"&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Sonhe novamente, no ano que vem. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-3277028344834677245?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/3277028344834677245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=3277028344834677245' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3277028344834677245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3277028344834677245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2009/12/faca-um-balaco-geral-do-ano.html' title='Faça um balanço geral do ano'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/SzvTclWcnzI/AAAAAAAABD4/eAu9fSLoR6Q/s72-c/manicure.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-7935203056516804661</id><published>2009-12-08T11:52:00.002-03:00</published><updated>2009-12-08T12:10:50.861-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conto'/><title type='text'>"But it's no good, no good for me"</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-size:10.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	mso-bidi-font-size:10.0pt;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #e06666;"&gt;Música título: No good for me, The Corrs. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Enquanto dava um jeito no cabelo reparou que seus olhos marcaram uma expressão no espelho. A segunda-feira parecia começar bem porque finalmente conseguiu ter um sono sem interrupção, digo, sem sonho. E era nisso que pensava enquanto escovava o cabelo e o prendia como forma de não sentir tanto o incomodo do calor que abrandava a cidade nos últimos dias. Desceu as escadas com a certeza de que não era um dia comum e senti-se confortável enquanto preparava um café forte, como gostava. Desde que o verão alastrara-se na vida de Bárbara tudo estava de pernas pro ar e ela rezava todos os dias para que o inverno voltasse a bater em sua porta. Antes mesmo de tirar os pés da cama ela passava a mão pela cortina e pensava consigo mesma como as coisas seriam diferentes se ao invés de sol alguns pingos de chuva batessem em sua janela. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E mesmo com o sol escaldante, seu sexto sentido feminino dizia para ir em frente e não deixar mais que os dias apenas passassem. Decidiu tomar um café demorado e, por isso, teve o cuidado de acordar bem mais cedo que geralmente acordava. O ambiente parecia ainda mais quente enquanto os goles de café desciam e esquentavam a mente e ela simplesmente tentava organizar as idéias, uma espécie de balanço geral ou, quem sabe, uma maneira de somando os erros e os acertos, apagar a maioria do que achasse não necessário. &amp;nbsp;Antes mesmo de pegar os livros notou que o celular piscava, anunciando uma mensagem. &amp;nbsp;Involuntariamente seus dedos passaram por sobre os botões do telefone e abriram a envelope, apesar de, no fundo, ela ter jurado para si que não mais acreditaria em algumas palavras e que seguiria sua vida, sua primeira segunda-feira de sono tranqüilo; seu futuro chamava por ela em um mundo diferente daquele que ela criará até hoje.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Era espantoso ver aquelas letras formando aquela frase que, infelizmente, não acabava no ponto final. Primeiramente ela estranhou as aspas, ele nunca gostou dessas coisas, mas era mesmo bem o perfil dele uma frase de Nelson Rodrigues, pensou enquanto o sorriso escapava no canto da boca. Então era assim: &lt;i&gt;“Qualquer um de nós já amou errado, já odiou errado”, tenha um bom dia, podemos conversar depois? Um beijo, Eduardo. &lt;/i&gt;Ela pensou que talvez esse fosse o problema, acreditar em um terço de palavras bonitas e que conotavam esperança, e como era fácil enganar uma mulher apaixonada. O que, ela ainda não sabia, mas não parecia mais ser o seu caso. Bárbara simplesmente colocou o celular no silencioso, pegou suas coisas que estavam ainda espalhadas sobre a mesa da sala desde o final da noite passada e fechou a porta de casa apostando na realidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;As primeiras aulas foram tranqüilas e ela parecia não se importar muito com comentários vazios que rodeavam a sala que iam desde fofocas das celebridades até a vida do professor que estava tentando ministrar a aula. As conversas que manteve, nessa segunda-feira escaldante a deixaram um pouco balançada, como decidiu passar o final de semana sem sair de casa, por mais que sua mãe insistisse para que ela aproveitar um pouco das primeira noites de verão ela preferiu ficar em casa, talvez fosse mais proveitoso. Então a primeira coisa que Melissa disse, antes mesmo de um bom dia foi que tinha encontrado Eduardo, no sábado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Então você acha que ele estava mesmo com alguém, Mel?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Bem, não posso dizer o que não vi, mas você deve tomar cuidado, Babi. E, ah, ele perguntou por você.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Elas estudavam juntas desde os sete anos de idade e tinham essa intimidade, mas Bárbara notou que Melissa escondia alguma coisa e, no caminho para casa, essas palavras embaralharam ainda mais qualquer que fosse os planos para o resto do dia e junto à mensagem que não respondera, as coisas complicavam um pouco mais. Enquanto tomava um banho para preparar o almoço ela brigava com a idéia de responder aquelas palavras que aparentavam doçura, mas lembrou que suas últimas leituras de Nelson Rodrigues não foram nada agradáveis e, por isso, não respondeu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Sx5n1Q30j7I/AAAAAAAABAQ/yAKKq0z9rVw/s1600-h/vinho.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Sx5n1Q30j7I/AAAAAAAABAQ/yAKKq0z9rVw/s640/vinho.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Lembrou que foi através de uma frase de Drummond que sua cabeça começou a girar com a mesma rotação do mundo de Eduardo e de como passou bons momentos ao seu lado. E quando desceu para cozinha percebeu que tinha um bilhete na porta da geladeira em folha amarela com escritos em preto: &lt;i&gt;O Eduardo ligou, disse que precisa falar com você e que viaja hoje à noite. Não volto pro almoço, te amo, mamãe .&lt;/i&gt;Isso era motivo para não saber mesmo o que fazer, há alguns meses atrás, mas ela começou a preparar algo para comer enquanto decidia não responder, afinal de contas ele poderia estar com a preocupação de sempre de que ia perder quem sempre esteve ali para tudo. Por um momento, enquanto abria uma garrafa de vinho tinto suave, sorriu ao saber que dessa vez estava mesmo com a certeza de que as coisas mudaram e, antes mesmo de pôr a mesa para seu almoço solitário, tirou o celular da bolsa e desligou com a intenção de passar o resto do dia em paz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Já com a taça de vinho na mão, sentada à mesa e escutando a melodia de &lt;i&gt;La vie en rose&lt;/i&gt; sentia-se confortável por não ter sonhado e por deixar que uma gota do vinho caísse sob o bilhete amarelo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-7935203056516804661?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/7935203056516804661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=7935203056516804661' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7935203056516804661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/7935203056516804661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2009/12/but-its-no-good-no-good-for-me.html' title='&quot;But it&apos;s no good, no good for me&quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/Sx5n1Q30j7I/AAAAAAAABAQ/yAKKq0z9rVw/s72-c/vinho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-6180417638534909532</id><published>2009-11-22T20:24:00.000-03:00</published><updated>2009-11-22T20:24:31.521-03:00</updated><title type='text'>"A gente ria tanto desses nossos desencontros"</title><content type='html'>&lt;div style="color: #ea9999; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Música título: A outra de Los Hermanos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não foi bem isso que eu quis dizer, talvez você tenha entendido errado e agora fugiu do pensamento tudo que realmente você deveria escutar. As coisas ficaram mal entendidas e as palavras embaralhadas como as cartas que um dia jogamos em cima da mesa para organizar por naipes, até hoje elas continuam lá. Não me lembro de ter acabado o jogo, sinceramente. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje em dia eu sinto uma paz quando falo com você, acho que nunca comentei isso, também não pretendia comentar, mas as oportunidades aparecem e eu aprendi, acho que por sua causa, também, que não devemos nunca perder a oportunidade. Então eu fico feliz em ter tuas letras assim, estampadas. Porque mesmo que elas não digam nada, elas mostram que, naquele momento, você está dando atenção a mim e as letras sempre tiveram um grande significado em minha vida, sempre leio coisas mais bonitas do que escuto, então você ainda está na vantagem. Mas isso não quer dizer que eu não goste de olhar olho no olho, sabe? Na verdade, eu até prefiro. Os olhos nos mostram um pouco mais de sinceridade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E eu gosto quando somos sinceros um com o outro, isso nos fez bastante falta, ou ainda faz e a gente nem sabe. O que eu sei mesmo é que depois que começamos a nos olhar e sorrir, igualmente, as coisas começaram a se encaminhar. Só para constar: um sorriso sincero abre várias portas. E, como é que a gente sabe se o sorriso é sincero? Não adianta enganar, no fundo a gente sempre sabe quando uma pessoa bate a nossa porta vendendo seu peixe com sinceridade. Aí a gente compra com amor, ou não.  No final o resultado é sempre mais interessante para quem comprou com amor, mesmo que a oferta não tenha sido sincera. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É por isso que dizem que amor só se paga com amor. Tenho acreditado muito na possibilidade de que só quando eu pagar todo o amor que eu gastei eu vou poder receber algum troco. E acho que isso tem feito a diferença porque não adianta a gente entender isso tudo que eu já disse aí em cima, saber que fomos e inexistimos, ao mesmo tempo, um para o outro se a gente não assumir que foi assim, se não apontarmos os erros e se não pretendemos fazer diferente. E não é viver de passado, é aperfeiçoar o presente. Porque amor nunca é passado, o passado é arte já pronta e o presente é arte em criação. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-6180417638534909532?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/6180417638534909532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=6180417638534909532' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/6180417638534909532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/6180417638534909532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2009/11/gente-ria-tanto-desses-nossos.html' title='&quot;A gente ria tanto desses nossos desencontros&quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-2539089021633771718</id><published>2009-11-20T23:50:00.003-03:00</published><updated>2009-11-20T23:50:30.464-03:00</updated><title type='text'>"Eu procuro acordar e perseguir meus sonhos, mas a realidade que vem depois"</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CGUILHE%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-size:10.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	mso-bidi-font-size:10.0pt;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #e06666; font-size: x-small;"&gt;Música título: Eu quero sempre mais por Ira! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fiz piada de nós dois, fiquei em cima do muro, tentei não anotar nada pra não guardar tudo como de costume. Atropelei os sentimentos e fui à busca do que mais queria, é quase sempre isso que eu faço, atropelo sentimentos. Aí chego não sei onde, muitos dizem que no fundo do poço, mas prefiro acreditar que não conheço o lugar. Lá eu paro, penso um pouco no crime cometido e tento seguir em frente com a intenção de não mais fazer o mesmo. O que acontece algum tempo depois? Meus pensamentos estampam a manchete ainda suja de sangue. Dizem que quando essas coisas acontecem precisamos respirar outros ares ‘uma espécie de viajoterapia’, talvez, penso eu. No meu caso, essas coisas não adiantam muito, nunca consegui apagar o que desejo. E desejar já é uma forma um pouco brusca de querer viver, já ouvi dizer que quem deseja tem sempre um futuro em vista, mesmo que seja o fundo do poço ou um lugar desconhecido. Enquanto for presente, a vida é desejo. Depois, quando for futuro, a vida pode ou não ser realização. Nós dois, por exemplo, não somo nem desejo nem realização, porque nós não acreditamos em nós, nós nos fizemos pelos desejos dos outros. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-2539089021633771718?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/2539089021633771718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=2539089021633771718' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2539089021633771718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/2539089021633771718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2009/11/eu-procuro-acordar-e-perseguir-meus.html' title='&quot;Eu procuro acordar e perseguir meus sonhos, mas a realidade que vem depois&quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-1039785693047264815</id><published>2009-10-20T07:28:00.000-03:00</published><updated>2009-11-04T21:34:46.923-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficção'/><title type='text'>"And nothing to get hung about Strawberry Fields forever"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #e06666; font-size: x-small;"&gt;Música título: Strawberry Fields forever, The Beatles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu fiz cara de quem não estava, realmente, entendendo nada e ainda pensei duas vezes se eu deveria responder alguma coisa porque nós sempre sabemos o momento no qual devemos estar em silêncio, nunca ficamos. Mas depois compreendemos como era importante não abrir a boca exatamente naquele momento que saiu por ela o que não gostaríamos de dizer ou ouvir ou sei lá o que. Eu costumo pensar que uma coisa leva a outra e assim vamos levando a vida, como se o importante mesmo fosse essa deselegância de empurrar tudo com a barriga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha vontade era chegar pra você e abrir o jogo. Enquanto eu pensava nisso veio em mente aquela sua blusa vermelha, aquela que é vermelho-cor-de-morango que eu adorava quando você vestia. Lembro que você tinha essa coisa nada espontânea de querer agradar com aquilo quem você tanto gosta e você era um “eu” desordenado, sem jeito, mas cheio de carinho e boa vontade para com a minha pessoa. Eu é que só notava tua blusa vermelha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As lembranças têm esse poder de nos tornar náufragos, de querer nos afundar no passado vazio e eu acho que é por isso que você tem tanto medo de puxar qualquer simples lembrança, qualquer coisa doce, qualquer coisa triste, a chuva que caiu e por isso a gente não se encontrou naquela tarde tão esperada, o sorvete não tomado, a caminhada que não fizemos juntos, ou até mesmo o sorriso sincero que conseguimos nos dar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se eu tentasse matar você, dentro de mim, eu teria sucesso porque você já se foi a muito tempo, na verdade, seu tempo já passou. Não sei se chegamos a comentar sobre isso, mas as pessoas têm seus tempos na vida das outras, sabe? E cada uma tem o tempo suficiente de deixar alguma coisa, a mínina que seja, a pior que seja, mas deixa. Você deixou uma blusa vermelha-cor-de-morango, algumas palavras bonitas, alguns sorrisos mais bonitos ainda e os olhares mais sinceros que eu já recebi em toda a minha vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora faz de conta que eu não disse isso, lembro muito bem que você é dessas pessoas que gosta de elogios, que você tem uma caixa especial só para eles, porque você recebe muito e não conseguia mais contar nos dedos, preferiu guardar para que ninguém pedisse de volta. Pois é, eu pediria alguns de volta, mas tudo bem, já faz um tempo que eu aprendi como é importante se doar por inteiro, doar até as palavras e quando terminar de dizer cada uma, lembrar que se eu já disse o mínimo “oi”, esse mínimo “oi” agora é da pessoa que o direcionei. Como aquele “eu te adoro” que a gente trocou muitas vezes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu acabei abrindo o jogo demais sobre sua blusa vermelha-cor-de-morango, mas é assim mesmo, milhares de pessoas podem ter uma blusa vermelha-cor-de-morango, mas para mim a única do mundo é a sua, as outras serão só vermelhas e se eu escutar vermelha-cor-de-morango eu só vou lembrar-me da sua, uma vez que os falantes não conseguem pesar as palavras, só os ouvintes. E as palavras, nas nossas vidas, dependem do peso que elas carregam porque enquanto estão sozinhas elas flutuam e conseguem ser bonitas, mesmo com a escrita feia. Palavra só se configura no sentido de palavra, mesmo, quando se encaixa com outras. Aí vem o peso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora imagina se eu não tivesse feito de cara de quem não quer nada, enquanto você perguntou como eu estava eu teria te falado isso tudo, tirando só as vírgulas para ser mais rápida e fazer você entender menos as coisas e te embriagar com as palavras, sem medir nenhuma. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-1039785693047264815?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/1039785693047264815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=1039785693047264815' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/1039785693047264815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/1039785693047264815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2009/10/nothing-to-get-hung-about-strawberry.html' title='&amp;quot;And nothing to get hung about Strawberry Fields forever&amp;quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-3389477107200940725</id><published>2009-10-08T07:17:00.000-03:00</published><updated>2009-11-04T21:34:46.924-03:00</updated><title type='text'>Entre números</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fomos um qualquer inexistente&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um vazio inexistente&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um filme inexistente com valor imaginário&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma canção que não fez sucesso&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma pedra jogada no fundo de&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;um rio que até hoje desagua sem saber aonde.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque no fundo mesmo nós fomos dois&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;e talvez esse foi o erro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Par quando é par&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;no fundo do mar&lt;br /&gt;torna-se ímpar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Ingrid Brasilino)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-3389477107200940725?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/3389477107200940725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=3389477107200940725' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3389477107200940725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/3389477107200940725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2009/10/entre-numeros.html' title='Entre números'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-5464640044889289749</id><published>2009-10-06T04:30:00.000-03:00</published><updated>2009-11-04T21:34:46.924-03:00</updated><title type='text'>"ouça-me bem, amor, preste atenção o mundo é um moinho"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-size: x-small;"&gt;Música título: O mundo é um moinho de Cartola&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Pois eu cheguei sem pedir licença, fiz um estrago danado na vida dela, inclusive fiz alguns buracos no coração, como se tivesse vontade de partir ao meio, mas como eu sei que coração é tal e qual cauda de lagartixa, eu só fiz uns furinhos para ele exercitar a capacidade de se regenerar. Também fiz com que ela chorasse na frente do espelho e escondido dos outros enquanto escutava uma ou outra música e acho que uma vez escutei alguém dizendo, sem querer que eu escutasse, é claro, que depois que eu fiz tudo isso&amp;nbsp;a ela, as mulheres andam fugindo e escondendo até a sombra com medo que eu roube você delas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(O amor dizendo a felicidade)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-5464640044889289749?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/5464640044889289749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=5464640044889289749' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5464640044889289749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5464640044889289749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2009/10/bem-amor-preste-atencao-o-mundo-e-um.html' title='&amp;quot;ouça-me bem, amor, preste atenção o mundo é um moinho&amp;quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-6812106365617797501</id><published>2009-10-03T17:40:00.000-03:00</published><updated>2009-11-04T21:34:46.924-03:00</updated><title type='text'>"Se lembra quando a gente chegou um dia acreditar que tudo era pra sempre?"</title><content type='html'>&lt;span style="color: #666666; font-size: x-small;"&gt;Música título: Por enquanto na voz de Cássia Eller.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;Na vida acontece esse tipo de coisa, né?&lt;br /&gt;- De que tipo de coisa você está falando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desse modo instantâneo de felicidade e de como as pessoas acreditam em felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É, eu vejo muita gente por aí que sorri aos quatro ventos, diz que é feliz, e adora escancarar essa felicidade para os outros. Também vejo os infelizes, pobres pessoas tristes e remoendo sentimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acontece que pessoas felizes também remoem sentimentos, é que elas não sabem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como assim elas não sabem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A felicidade é tão exagerada que, por se dizer que ela existe demais, ofusca o resto da vida das pessoas eternamente felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E qual é o problema? Eu acho muito bonito quem consegue ser sempre feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O problema, meu querido, é que não existe uma vida completamente feliz e, por não existir, as pessoas que acreditam nesse estado eterno de felicidade, esquecem de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que papinho de psicólogo esse da gente, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É, você esqueceu que somos psicólogos?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-6812106365617797501?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/6812106365617797501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=6812106365617797501' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/6812106365617797501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/6812106365617797501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2009/10/lembra-quando-gente-chegou-um-dia.html' title='&amp;quot;Se lembra quando a gente chegou um dia acreditar que tudo era pra sempre?&amp;quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-5514760160739370571</id><published>2009-09-28T16:56:00.000-03:00</published><updated>2009-11-04T21:34:46.924-03:00</updated><title type='text'>Um pedaço de vida: felicidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;em&gt;(texto de abril de 2009)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi embora toda aquela idéia de que ia ser feliz com muito ou com pouco. Felicidade é um desses sentimentos que aparecem e desaparecem sem que a gente possa guardar em baú e trancafiar aos cadeados. Uma espécie de nuvem de algodão doce, uma vontade de sorrir, uma carência de mostrar alegria, uma vontade de gritar, uma euforia única e real, porque a gente só é feliz de verdade quando a felicidade existe. E a gente só sabe que ela existe quando compartilha. A gente não guarda felicidade, guarda instrumentos para chegar até ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O pensamento esbanja felicidade, ele vive, ele pode. O pensamento compartilha a felicidade com o rosto, com as palavras, com os gestos. Então, felicidade não é rir à toa ou chorar de emoção, nem é quantidade. Felicidade é mesmo uma idéia simples de tornar os atos livres e tão mágicos. Pois é, a magia faz parte da felicidade, ainda não descobriram a formula para chegar até lá. Antes eu queria fazer da felicidade uma ciência com tudo detalhado e bem escrito pra que as pessoas andassem por aí sorrindo aos quatro ventos e sem medo de aplicar as formulas que aprenderam na escola da vida. Mas a gente muda, né? Parafraseando Guimarães Rosa, a gente afina e desafina. E eu desafinei em muitas felicidades e em muitas tristezas, também. Depois consegui entrar no tom e afinei os pensamentos ao ritmo das palavras. E quer saber um segredo? Foi só assim que consegui saber como é um paradoxo vivo essa tal fé felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O amor também é outra coisa que não escreve sem colocar felicidade, nem que seja no começo, no meio, no ponto final ou em todos eles juntos. É o amor! Sempre que leio sobre o amor eu fico com algumas interrogações e outras exclamações. Isso é natural e não por que eu queira. Amar é ter vida e morte nas mãos. Eu não precisei ir muito longe para saber disso, precisei, apenas, entender as letrinhas que tanto se repetem. Eu aprendi que o amor nasce com os olhos e ainda acho que é regado com sorrisos, porque a gente ama aquilo que enxerga – nem que enxergue só em sonho – e quando a gente ama o sorriso é um ato involuntário. O amor é mesmo uma relação de troca abstrata, gostas de felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essas coisas a gente sempre aprende aos pouquinhos, nunca a figura é completa, porque a arte tem esse molejo de não se satisfazer com pouco. A arte também pinga felicidade em gotas pequenas e sem limites. E é isso o interessante, essa coisa de não ter medo de ir além, de pingar um vermelho em cima do azul e no meio das duas cores fazer nascer o roxo. Felicidade tem sempre um pouco de nascimento, de criação e um pouco de criança, também. Porque dizem por aí que nos dias de hoje a gente cresce e perde a criança que nasceu, pois eu não acredito, porque adultos não sabem ser felizes, se o são quem faz isso é a “criança” que existe dentro de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi embora toda aquela idéia de que ia ser feliz com muito ou com pouco. Bateu à minha porta a idéia de qualidade, a quantidade fica pra quem não consegue compartilhar, afinal de contas a gente só é mais quando não compartilha, quando não é feliz. E como disse o mestre: “Pra que somar se a gente pode dividir?”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-5514760160739370571?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/5514760160739370571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=5514760160739370571' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5514760160739370571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/5514760160739370571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2009/09/um-pedaco-de-vida-felicidade.html' title='Um pedaço de vida: felicidade'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-9171657535404043703</id><published>2009-09-27T12:19:00.000-03:00</published><updated>2009-11-04T21:34:46.925-03:00</updated><title type='text'>"Mas deixa eu fingir e rir"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-size: x-small;"&gt;Música título: Sentimental de Los Hermanos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A cena final, quase sempre, ou é um grande beijo ou uma grande briga,&amp;nbsp;desde que seja grande. No caso dela, terminava em um grande beijo. Mas já era tarde da noite quando ela olhou para céu e, apertando bem a mão que estava&amp;nbsp;junto&amp;nbsp;a sua, não conseguiu achar diferença entre a distância das constelações e a distância&amp;nbsp;entre corações, que batiam lado a lado, mas que sussurravam longe, ao&amp;nbsp;longe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5246529431473723224-9171657535404043703?l=www.ingridbrasilino.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.ingridbrasilino.com/feeds/9171657535404043703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5246529431473723224&amp;postID=9171657535404043703' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/9171657535404043703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5246529431473723224/posts/default/9171657535404043703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.ingridbrasilino.com/2009/09/deixa-eu-fingir-e-rir.html' title='&amp;quot;Mas deixa eu fingir e rir&amp;quot;'/><author><name>Ingrid B. Montenegro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11027468111469310187</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_p456Pn_mggk/TRoBSJpus7I/AAAAAAAABtI/HqG3s67eTd0/S220/ingrid.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5246529431473723224.post-248532820704390052</id><published>2009-09-27T00:31:00.000-03:00</published><updated>2009-11-04T21:34:46.925-03:00</updated><title type='text'>"E não, não há nenhum relógio pra fazer voltar. O tempo voa"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-size: x-small;"&gt;Música título: Ainda não passou de Nando Reis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já faz um tempo e eu ainda não tinha materializado as coisas, os pensamentos, as nossas palavras. Não foi por não querer ou por achar que elas não merecem estar em um nível maior de memorização do que as outras que vou acumulando por onde passo. Nossas palavras me tocam tão fundo até hoje, que eu, por medo de fazer pouco delas, quero guardá-las só para mim, até o dia em que eu consiga expulsa-las. Eu sei que nós somos capazes de guardar qualquer coisa material, qualquer bilhete, presente, etc. E esse foi outro motivo para não colocar o ponto nos “Is” de todas as palavras que saiam sem pena de nós dois. Descobri que somos seres capazes de guardar o amor, como quem cultiva uma flor que é só sua e guarda-a ali num cantinho qualquer do coração. É mágico guardar sentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei se estou sendo clara, mas a minha intenção ao escrever todas essas palavras que estão aí em cima, foi unicamente de te dizer que eu tentei esquecer o que foi dito e redito e todas aquelas palavras que eu consegui repetir na frente do espelho, sozinha, mas que foi em vão. É que as pessoas ainda acreditam na ilusão do esquecimento, acreditam na esperança e esquecem que história, uma vez feita, não se apaga.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As coisas andam distantes, na verdade, nós andamos distantes. É como se os nossos pés procurassem o mesmo caminho e, ao mesmo tempo, fossem obrigados a seguir caminhos diferentes, longe um do outro, sem ter a possibilidade de escutar a voz, de olhar nos olhos ou de calar a boca. Você sabe que eu faço muitas analogias e que, se depender da minha força de imaginação, eu consigo prever tanta coisa com o nosso nome junto e com ele separado, mesmo que desse último não goste muito. Imaginei que existe uma pedra no nosso caminho, acho que foi a possibilidade mais simples na qual consegui chegar sem sentir muita dor por dentro. E percebi que o nosso problema foi, exatamente, não saber como carregar a pedra até o final e montar o castelo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&l
